no minifundio de roupa
amarrado por ingaços
caibo eu, cabem as tramas
minhas obras, meus abraços

meu muro, todo de espaços
meu palco, santo vazio
meus amores mais devassos
a seca feita no cio

as cantigas, todas lama
as águas destes meus poços.

quanta vida pela rama
na folhagem dos meus ossos!

romério rômulo

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