PERFEITOS SÃO AQUELES QUE NÃO MOSTRAM OS DEFEITOS

Parece até uma piada, porém eles existem e estão diariamente dentro de nossas casas, quando apresentam o jornal que não perdemos por nada, quando comentam a notícia, dando à mesma o caráter que o patrão deseja, ou até escrevendo aquela matéria que, sem um espaço onde a vítima possa se defender acaba tendo força de Lei.

Alguém já chegou a duvidar que a Miriam Leitão seria a pessoa mais indicada para assumir o comando da economia no Brasil? Pelo menos uma pessoa não acreditou nisso e foi justamente o Presidente Fernando Henrique Cardoso, que jamais a nomeou para assumir a pasta da fazenda em seu governo, mesmo sendo bajulado por ela durante oito anos.

Quando o Bóris Casoy faz “biquinho”, dizendo que “é uma vergonha”, a impressão que se tem é que o mesmo seria à solução para todos os nossos problemas, uma vez sentado naquela cadeira da Dilma, se tivesse à coragem de disputá-la nas urnas, em benefício do Brasil e dos brasileiros, que clamam por justiça, doa a quem doer.

Como é fácil dizer que está errado, quando a alternativa apresentada como solução não é submetida à crítica se não der certo, na base do “se colar, colou”, sem a mínima responsabilidade sobre aquilo que se diz para algumas dezenas de milhões de pessoas, que muitas vezes são induzidas a adotar atitudes contrárias aos próprios interesses.

Como era confortável aquele tempo, onde o que a mídia divulgava não deixava qualquer dúvida sobre sua veracidade e o povo assistia o noticiário noturno como se fosse o dever de casa, depois de mais um dia de trabalho ou não, com a consciência tranqüila, além de lavada.

Agora não, tudo é confuso, depois dessa tal de Internet. A TV diz uma coisa e os “blogueiros sujos” começam a botar gosto ruim no angu e a dúvida invade nossas cabeças que nem piolhos. O fato é que já não se faz ouvintes como antigamente, mesmo os interlocutores não tendo mudado a conduta.

Mas, como perfeito mesmo só Deus, a mídia aqui acolá atira no próprio pé, demonstrando claramente sua “questionável competência”. E o melhor exemplo que tivemos disso, em nossa recente e conturbada vida política, foi à derrubada do ministro Antonio Palocci, que tirava o sono da elite apresentando um brilhante desempenho que era do Guido Mantega, que mantém o Brasil nos trilhos até hoje, mesmo diante da turbulência de luxo no primeiro mundo.

Diante desse equívoco gigante da elite brasileira e sua mídia, responsável talvez pelo sucesso dos governos petistas e, conseqüentemente do País, não podemos deixar de citar um “personagem relâmpago” nesse episódio, que injustamente não foi incluído nesse rol dos maiores brasileiros de todos os tempos, onde lidera de maneira absolutamente justa o nobre e sábio Chico Xavier, que é, ou foi, o caseiro Francenildo dos Santos Costa, cuja palavra tinha a força do próprio raio.

Faça da mídia o seu GPS político, seguindo na direção contrária à apontada.

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