Plácido Domingo interpreta Pablo Neruda



A temporada de ópera de Los Angeles estreou (setembro/2010), com Plácido Domingo interpretando o poeta chileno Pablo Neruda. A peça é uma adaptação do filme “O Carteiro e o Poeta” (direção de Michael Rodford), que por sua vez inspirou-se no livro “Ardiente Paciencia”, de Antonio Skarmeta.




Confiram trechos da estreia com um pequeno depoimento de Plácido Domingo.




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Fonte: Programa Metrópolis (24/09/2010).

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Exibições: 130

Comentário de Marco Antônio Nogueira em 14 outubro 2010 às 22:05
LAURA MACEDO,

Nota máxima
pra você.

Do filme O CARTEIRO E O POETA,
pra mim, o que mais marcou foi
aquele diálogo entre NERUDA e o CARTEIRO.
Neruda percebendo que o carteiro
tinha usado um de seus poemas
pra conquistar a namorada,
disse-lhe: Mas que é isso?
Esse poema é meu.
Ao que o CARTEIRO respondeu:
Não, amigo, a Poesia não é
quem a escreve, mas de quem
precisa dela.

Mas, já que o assunto é
NERUDA, com sua licença,
trago-lhes um vídeo de
GILBERT BECAUD, cantando
QUAND IL LE MORT LE POÈTE,
que pra mim, nunca pude
confirmar, foi uma homenagem
de BECAUD ao NERUDA.

Veja a maravilha:
Quando é morto o Poeta,
todos seus amigos choram,
quando é morto o Poeta
o mundo inteiro chora.

Comentário de Marco Antônio Nogueira em 14 outubro 2010 às 22:06
NOTA:
Esse cara aí da capa
não o GILBERTO BECAUD.
Comentário de Marco Antônio Nogueira em 14 outubro 2010 às 22:07
CORRIGENDA:

GILBERT BECAUD
Comentário de Marco Antônio Nogueira em 14 outubro 2010 às 22:22
Complementando a letra.

E conclui mais ou menos assim:

Eles o enterraram num campo grande,
em um campo grande de trigo. É por isso
que hoje aqui o encontramos neste
campo grande, neste amplo
grande campo de mirtilos.

Lindo, gente!
Ou não?!
Comentário de Laura Macedo em 15 outubro 2010 às 2:01
Marco Antônio,

Grata pela gentileza da "nota máxima" :))
Fiquei muito satisfeita com seu comentário; espero que seja o primeiro de muitos.

A cena do filme "O carteiro e o poeta", apontada por você como marcante é quase uma unânimidade entre tantos que assistiram esse filme, inclusive eu.
A música que você me presenteia, via Gilbert Becaud, é possuidora de versos belíssimos.

O poema abaixo é de Pablo Neruda, com tradução de Thiago de Mello (livro Pablo Neruda - "Presente de um Poeta").


Para finalizar "Pranto de Poeta", de Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito.


Abraços.

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