O poeta ao falar de si fala dos outros,

que cada um tem um quê do outro.

Tudo é como se fosse um amarrio de cordas

seguidas, compassadas, continuadas.

O poeta ao falar dos outros fala de si,

que cada um outro tem um quê de nós,

cada um vive a vida alheia sem saber

e morre na morte do outro.

Cada poema é impessoal, é de todos,

ainda que impregnado de evidências da mão.

O meu seu poema dele não existe

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Comentário de Stella Maris em 8 setembro 2011 às 20:22

Puxa!!

Que bacana!!

Comentário de Ivone Prates em 8 setembro 2011 às 20:32

Muito lindo! Gostei. Achei de um desprendimento poético nunca visto. Parabéns pela inspiração. 

          Abraços!

Comentário de Remisson Aniceto em 9 setembro 2011 às 12:04
São generosas palavras como as suas que iluminam o meu dia, Ivone. Um abraç@!
Comentário de Remisson Aniceto em 9 setembro 2011 às 12:08
Querida Stella! Que bom que gostou do meu poema. Passei pelos seus textos, todos muito relevantes, o que nos obriga a reler e indicar aos nossos amigos. Um bom final de semana pra você.

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