Meus amigos, em função da discussão sobre o pré-sal, suscitada a partir da primeira extração de óleo dessa província petrolífera, ocorrida no dia primeiro de Maio, resolvi reunir neste post o que foi publicado até agora neste blog sobre o tema.

Para ler, basta clicar nos links abaixo:

As premissas para um bom debate sobre o pré-sal (24/08/2008):

Pré-sal: entendendo o problema e qualificando as soluções (21/09/20...

O pré-sal: o fantasma angolano (24/09/2008):

O pré-sal foi para o espaço? (19/10/2008):

Pré-sal e a política gasífera nacional (02/11/2008):

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Comentário de Sérgio Troncoso em 2 maio 2009 às 20:44
Ronaldo,ainda bem que eu já havia lido uma boa parte,visto que aí tem leitura pra mais de metro,rsrsrs. Mas êsses textos dão uma boa luz para os mais desinformados sôbre o assunto. Um abração,Sérgio.
Comentário de Ronaldo Bicalho em 2 maio 2009 às 21:32
A idéia é essa mesma, Sergio, dar as pessoas elementos para que elas possam entender melhor o que está sendo decidido. E aí, cada um toma a posição que acha mais correta.

Um grande abraço,
Comentário de Miguel A. E. Corgosinho em 3 maio 2009 às 0:46
Ronaldo, Acho que falhei no meu intuito de tentar explicar um modelo de sustentabilidade econômica para o Brasil, neste blog. Mas me atiçam as idéias ao ver um assunto tão importante ser tratado com tanto romantismo.

No caso da Petrobras existe duas situações - os acionistas e o Estado.

Senão pense o que significa uma bacia de petróleo em termos de riqueza... O que a pode representar? Claro uma moeda com a mesma grandeza que a bacia tem, não é?... Gostaria de continuar a analise pelo padrão do representante dessa grandeza: o dólar.

Considerando que o dólar se torna a razão simétrica daqueles acionistas que passam a existir pela origem de outro país (EUA), de quem é a bacia, tendo em vista que ao Brasil só é dado o direito secundário (de moeda) para representar o novo, através do investimento externo, a alienação? Alienação que se repete, com a emissão de moedas atreladas a emissão de titulos publicos e juros. Um objeto são dois?

O primeiro objeto, referente ao dólar, faz com que o Brasil proceda como um empresário e não como estado soberano, ao ter que pagar para existir a nossa moeda ao custo do desenvolvimento da própria riqueza.

Outro exemplo do dólar, como reserva das nossas riquezas, é aquele em que uma pessoa aluga um automóvel (no caso o brasil se entregando ao dólar (o carro) e nunca utiliza esse automóvel para nada, porque o dólar não circula no país (parâbola do investimento).

Assim os economistas fazem com tudo que produzimos pela primeira monetização. Entregamos uma grandeza real por uma simetria falsificada (do valor) da nossa riqueza!!!
Comentário de Ronaldo Bicalho em 3 maio 2009 às 3:31
Caro Miguel,

Me parece que a sua questão vai além do pré-sal e alcança um tema bem mais amplo que é o papel da moeda e, em particular, do dólar.

No caso do poder do dólar, as suas questões me remetem aos trabalhos do professor José Luis Fiori e de outros economistas do IE/UFRJ que trabalham com esse tema.

No site da agência Carta maior você encontra alguns textos do Fiori que podem lhe interessar. O Instituto de Economia da UFRJ tem um programa de pós-graduação em economia política internacional no qual este tipo de tema é estudado, no Núcleo de Economia Internacional.

Você vê o problema sob um certo enfoque específico que é tão legítimo quanto os outros. Nesse sentido, toda a contribuição agrega, de uma forma ou de outro, algo a nossa compreensão de um problema tão complexo.
Comentário de Miguel A. E. Corgosinho em 3 maio 2009 às 6:08
Ronaldo,

Sou bastante cético em relação aos economistas. Eles não se interessam por temas reais. Agradeço sua atenção e parabéns pela visão com que vc lida com o debate do pré-sal.

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