quero dizer que manuelzão foi boi – II

o texto é naufrágio e é silêncio.
quando da pedra salta-lhe uma cabra
seu dia contado vê-se rubro.
a pele vermelha do ar solta-se
em vigores. uma poesia carrega
sempre outra. cada grão avalia
o extrato como podre. querelas
são fontes de desejo. e os desejos,
noites.

preso dos olhos, manuel é cumieira.

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Comentário de elizabeth em 2 maio 2010 às 19:23
boa poesia é afago no coração.
Comentário de Stella Maris em 2 maio 2010 às 19:45
"uma poesia carrega sempre outra" bravo!!!
Comentário de romério rômulo em 2 maio 2010 às 20:14
elisabeth e stella maris:
muito obrigado.
romério

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