Por que em tudo quanto vejo cuido vê-la?
Por que não fico um segundo desta vida
sem pensar na minha amada e esquecê-la,
se é uma jóia que pra mim está perdida?


A cada fim-de-semana tão sofrido
me transformo nas flores que lhe oferto,
mágica forma que creio ter aprendido
para vê-la, pra senti-la, pra estar perto...


Abdico hoje da tristeza,
do sofrer e da amargura abdico,
qual um rei que não quer na dor a realeza.


E como antes para tê-la eu me dedico,
para ser rei, mas rei feliz e tenho certeza:
qua ndo a tiver, serei de todos o mais rico!

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Comentário de Ivan Bulhões em 8 setembro 2011 às 16:48
BE-LE-ZA!!! Lindo este poema!
Comentário de Remisson Aniceto em 8 setembro 2011 às 17:22
Ivan, obrigado pela gentileza do seu comentário. Que bom que gostou deste meu poema. Um abraço!
Comentário de Ivone Prates em 9 setembro 2011 às 11:51

Legal.

 Muito bonito.

 

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