sapos são seres rômbicos, agudos
e sua trégua é ineficiência.
pregado pela minha consciência
vou transformar os sapos em veludos.

a prima facie de um sapo é o medo
tão repelente da mão tocá-lo. o dedo
me sobra para amá-lo. em cada lente
carrego aquele sapo. e tenho medo!

(romério rômulo)

Exibições: 24

Comentário de Ivanisa Teitelroit Martins em 18 outubro 2010 às 16:22
Comentário de Ivanisa Teitelroit Martins em 18 outubro 2010 às 16:24
poesia do século XIX.
Comentário de romério rômulo em 18 outubro 2010 às 20:48
ivanisa:
gostei muito. encaminhei pra minha página do fb, com agradecimentos a você.
obrigado.
romério

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