" SEGURANÇA CIDADÃ NAS AMÉRICAS " J. R. Guedes de Oliveira

PARA APRECIAÇÃO DA DRA. IRENE KLINGER

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                          SEGURANÇA CIDADÃ NAS AMÉRICAS

 

                                                  J. R. Guedes de Oliveira

 

 

          Por força dos acontecimentos recentemente ocorridos, com o desfecho da morte de Osama Bin Laden, mais do que nunca há necessidade de redobrar a segurança dos países que compõem as Américas:  do Norte, Central e do Sul.

 

          Vemos, com enorme apreensão, que o terrorismo, quase que institucionalizado, por conta de organizações extremistas, não aceitam e não desejam as vias políticas em mesas de negociações, congressos e debates. É este o maior problema, mais do que de fundo religioso.

 

          Quando o fundamentalismo ou mesmo a intolerância se apresenta como um fator unilateral, em efervescências manifestações de atos atrozes, o mundo se queda à perplexidade do aniquilamento da sociedade civil - sempre, como sóis, esta levando a pior.

 

          A harmonia entre os povos, quer seja do ocidente ou quer seja do oriente, ou mesmo entre ocidente e oriente, é um fator de suma importância para as relações, para o avanço das vontades econômicas e sociais. Não se concebe, jamais, que o aniquilamento de vidas seja para ganhar terreno e conquistar espaços ideológicos.

 

          Há que se posicionar, neste momento, com uma enorme dose de responsabilidade para com o cidadão, afastando perigos que possam vir, eventualmente, ocorrer. É preciso, desta forma, redobrar a atenção e criar mecanismos de defesa.

 

          O que nos importa, num momento como este, é dar segurança ao cidadão, capaz do mesmo poder se locomover e estar em diferentes países (principalmente os que compõem a OEA), sem que haja qualquer tipo de sobressalto. É, em verdade, o que impera na presente situação.

 

          Cabe-nos, como cidadãos, atentar para os diversos seguimentos da sociedade, principalmente na capacidade de antever o problema; isto é, estar sintonizado com a possibilidade de um qualquer atentado.

 

          A Organização dos Estados Americanos, como entidade sólida, respeitada e de decisões firmes e resolutas, está antenada ao que ocorre no mundo e, em particular, aos desafios da harmonia que deve prevalecer entre os nossos países que formam as Américas.

 

          Resoluções e repasses de informações sólidas e virtuais, devem ser postas à disposição de todos, no sentido de precaver de qualquer situação de indisposições dos contra à sociedade democrática e harmoniosa que reina entre os países das Américas. Tem-se divergências - mas estas são próprias da humanidade e de política - mas sempre voltadas para os interesses da coletividade como um todo.

 

          Portanto, o desafio aos governos das Américas é, neste instante, dar o devido respaldo para a segurança cidadão, evitando que este venha a sofrer os horríveis flagelo da intolerância pelo atentado ou coisa que lhe possa acontecer.

 

          Nós, cidadãos das Américas, estamos sempre alertas, como um bom escoteiro e todo o nosso tempo é voltado para a construção da nossa democracia, do nosso progresso e da nossa harmonia. Então, com isso, seremos o exemplo  para o mundo, de que somos capazes de conviver em coexistência pacífica com todos.

 

           É a nossa mensagem de esperança e fé, nutridas pela grandeza de que nos presenteou Cristovão Colombo.

 

                                               José Roberto Guedes de Oliveira

                                               Instituto Brasileiro de Fluência - IBF

                                               Em: 03.05.2011.

                                          

 




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Delcio Marinho Gonçalves
Portal DM @ RIO CULTURAL
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