O MI6, serviço secreto de inteligência do governo britânico, testou durante a Primeira Guerra Mundial o uso de esperma humano como tinta invisível para enviar mensagens sensíveis durante o conflito.
De acordo com o historiador inglês Keith Jeffery, que teve acesso aos arquivos do serviço secreto para escrever o livro "MI6: The History of the Secret Intelligence Service 1909-1949", um relato existente no diário de um funcionário da agência indicou que essas experiências de fato aconteceram.
Em junho de 1915, Walter Kirke, representante da inteligência militar britânica na França, escreveu que o primeiro chefe do MI6, Mansfield C******, estava fazendo pesquisas sobre tinta invisível na Universidade de Londres. Em outubro, ele anotou que havia ouvido dele que "a melhor tinta invisível é o esperma".
Ainda segundo o relato de Kirke, o esperma não reagia aos principais métodos de detecção de tinta invisível utilizados à época. E apresentava a vantagem de ser um material facilmente disponível para os agentes do serviço secreto.
O MI6 é o mesmo órgão que depois ganhou fama por conta de um personagem fictício, James Bond, o agente 007.

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