Bom, como...
1. Avisei o Mouro que é melhor morrer de bem conosco (seus comentaristas),
2. Coloquei o que vou postar aqui no post do vice presidente duas vezes e ninguém tchum ...
3. Vamos lá ao meu comentário no tópico:

Mouro, repito o que escrevi:

O vice presidente, como empresário, é um fenômeno.
Tenho profunda compaixão e respeito - como ser humano - pelo que vem sofrendo.
Acho mesmo emocionante como está sempre bem disposto.
Mas não precisamos encurtar tanto a memória, nem mudar as biografias…

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u29511.shtml

É de 2002, não há nem a desculpa de repensei....
ACM probo?
Homossexualismo visto assim?
MST um mal para o país?
1964, veio com seu aplauso, evitou uma guerra civil?
Militares brasileiros x militantes de esquerda e estudantes brasileiros, tortura… Isso não é guerra civil? Em 2002 ele não sabia? ou considerava que era o “preço” ?
Tenha dó.
Ok, foi fiel ao Lula, não desqualifico sua escolha para vice, a governabilidade tem mesmo uma cara feia - como disse o Emir sader…

Partes da matéria que postei o link:

O senador avalia as ações do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) como um “mal” para o país e as classifica de “invasão”, em vez de “ocupação” como os petistas.

Afirma que, “como cristão”, não colocaria na sua plataforma política a defesa da união civil de pessoas do mesmo sexo, por considerar o “homossexualismo uma forma de violência à natureza humana”. O projeto de lei em discussão no Congresso Nacional que a prevê é de uma parlamentar petista e tem o apoio do partido.

José Alencar afirma que era um comerciante em Ubá (MG) quando, em 31 de março de 1964, os militares derrubaram o presidente João Goulart. “Jango começou a transigir com o discurso de comunização. 1964 veio com o meu aplauso. Evitou que houvesse uma guerra civil”, analisa hoje.

Fez 32 discursos no plenário do Senado, um deles enaltecendo o Antonio Carlos Magalhães (PFL). “Vossa excelência deu provas absolutamente incontestáveis de sensibilidade social aguda. Além disso, representa aquela probidade de que tanto o Brasil carece no exercício da vida pública”, discursou em 13 de fevereiro de 2001.

Em 1998, sua empresa doou 415 mil camisetas à campanha de reeleição de Fernando Henrique Cardoso (contribuição não registrada pelos tucanos no TSE e que consta da investigação sobre o caixa dois do PSDB). Vendeu outros R$ 3 milhões de reais em camisetas ao partido. Alencar diz que a dívida ainda não foi paga.

Mas o Ministério Público investigou uma suposta operação, envolvendo sua empresa e fundos de pensão de estatais, que poderia ter ligações com a eleição. A Secretaria da Previdência Complementar confirmou que houve uma compra combinada de ações da Coteminas por fundos de pensão no valor de R$ 177 milhões.

tenho uma fila de pessoas a admirar antes, vero...

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Comentário de Cabocla em 31 agosto 2009 às 2:19
vc tem razão Dirce, por isso falo de governabilidade, também tenho solidariedade pelo ser humano, mas o cara virar meu herói??
nãnãnã..
Vc viu os comentários no post?
Nem de Jesus eu escreveria daquele jeito hahahaha
Comentário de Zé da China em 31 agosto 2009 às 13:14
Quem falou sobre "solidariedade no câncer"?
É coisa que pega no emocional. E o político-empresário vira "gente como a gente".
"Que fibra, que coragem, quanto sofrimento"!
Zezito lembra de Tancredo. Agonia e êxtase. Gente que votou Maluf, aos prantos embalados a "Coração de Estudante". E Teotônio Vilela.
Ainda bem que ele pode ir de jatinho tratar-se no Incor ou nos esteites.
99% não tem como.
Mas que merece um filme, merece: "Duro de Matar".
Comentário de Paulo de Tarso Correa em 31 agosto 2009 às 17:20
Engraçado como viramos pessoas boas com as doenças. Depois que morremos somos desculpados de tudo. Sou cruel.

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