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Vinte e sete
O numero da maturidade,
Da fama, da rebeldia
A passagem para pensar.
Vinte e sete uma porteira,
Com tranca e cadeado,
Hermeticamente fechada
Pelo antagonismo
Dos empresários e da liberdade,
Do dinheiro e vida meditativa,
Do lugar sem rumo a uma ancoragem,
Da vida, se é que se saiba um modo,
De existir vida plena.
A morte já em curso das exigencias,
Que sempre se casam com talentos precoces.
Não é glória.
É dinheiro
É o ser sem substituto,
Sem reservas. É Uno.
E o que é Uno é, explorado ao máximo,
Tem de ser. O capital teme a orfandade,
A maturidade é o fim,
É incerta, é um trote manso e monótono
Substituindo o potro selvagem
Que nunca se deixa domar.
O previsível é descartável, o selvagem não
E Amy aos vinte e sete,
Sem nenhuma previsão
Foi procurar os companheiros
Que não abriram a cancela
Da vida plena.

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