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VIOLINISTA ITALIANO E SEU "APREÇO" OU MELHOR, "DESAPREÇO" PELA CULTURA BRASILEIRA.



   Redes sociais entregam muito sobre as pessoas, pequenos detalhes que podem parecer inocentes ou brincadeira de criança mostram o pensamento sobre uma nação. Em tempos de copa do mundo, um certo violinista italiano da Osesp, que escolheu o Brasil (país do futebol) para construir sua vida, tem destilado nas redes sociais toda sua fúria “italiana” (sanguinho quente ele) ou talvez seu esnobismo com relação a esta parte da cultura brasileira.
   Não entende como um país para pelo jogo da seleção brasileira de futebol. Vive postando fotos na hora dos jogos em locais de estudo ou em parques da cidade, fazendo questão de dizer para todos que ele é maior que tudo isso e que prefere estudar. Tem todo o direito de fazê-lo e nós como um povo democrático respeitamos. Por outro lado a impressão é que o mesmo esnoba nossa cultura popular. Ora bolas! Escolheu viver no Brasil e critica o futebol?
   Alguém tem que falar para o “sanguinho quente” que o futebol acima de tudo é um esporte como outro qualquer, que traz benefícios essenciais para o físico e a mente de uma pessoa. Por falar nisso, ambos estamos precisando praticar esportes urgente, “vide nossas barriguinhas protuberantes... rsrs” Talvez muitas massas e vinhos...
   Piadas a parte, se for para ficar botar em escalas de prioridades, a cultura do esporte é muito melhor que a cultura do carboidrato, que tanto seu país de origem (Itália) venera.
   Outra coisa que devemos explicar ao “sanguinho quente”, é que o futebol no Brasil gera muito mais emprego, riquezas e oportunidades para jovens carentes do que a superestimada “música erudita”.
   Grandes músicos e regentes do mundo todo, com muito mais nome que o mesmo amam o futebol. Para ficar só no Brasil: o pianista que fez uma das maiores carreiras internacionais, Arthur Moreira Lima (Fluminense doente), o violinista Daniel Guedes, maior violinista residente no Brasil atualmente (Flamenguista Roxooooo), Gilberto Mendes (compositor brasileiro e santista fanático), João Carlos Martins (ex-pianista de carreira internacional – Portuguesa doente), os três tenores (inclusive o italiano – dispensam comentários, já abriram copa do mundo), os russos nem se fala, concerto “erudito” na abertura da copa com os maiores nomes de sua música. 
   Além do mais esqueceu que até o seu chefe Arthr Nestrovski, aquele que não cumprimenta ninguém, é oriundo do violão popular e adora futebol, pois vive postando nas redes.
   Então amigão, saiba que você não é melhor que ninguém por amar música erudita e detestar futebol. Aliás, os italianos amam futebol. Talvez no fundo isso tudo seja um grande despeito pela pátria amada que você julga ser tão melhor que os brazucas, não estarem nem entre as participantes da copa.
Ali Hassan Ayache

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