Lançado recentemente, em festividades ocorridas nas dependências da Câmara Municipal do Rio de Janeiro e no Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões – SATED-RJ, chega a lume, em rede nacional, o livro “Astrojildo Pereira – in Memoriam”, nova obra do ensaísta, biógrafo e historiador J. R. Guedes de Oliveira.

O trabalho reúne artigos, ensaios, críticas literárias e reflexões do pensador e dirigente político Astrojildo Pereira (1890-1965), um dos maiores escritores e jornalistas do século XX e fundador do PCB.

A obra conta com um total de 258 páginas, nas quais se divisa a grandeza de um homem voltado para os problemas brasileiros e preocupado com a nossa estrutura social e econômica. Pode-se imaginar, pelos seus escritos, a sua brasilidade, que serve de estímulo à leitura e discussão em torno dos caminhos que devemos percorrer.

Os depoimentos vão de Alfredo Bossi, Dimas Macedo, Marcos Del Roio, Prof. Roberto Romano e outros, chegando até Gregório Bezerra, que ilustra a contracapa da obra.

“Jildo”, como era carinhosamente conhecido, tornou-se um intelectual de fibra, destemido, que mesclou a sua vida entre o pensamento e a ação, jamais se deixando por vencido ante aos obstáculos que se lhe impuseram durante toda a sua vida. Foi ele quem disse certa vez de que “é preciso sacudir pelas entranhas os cegos que não querem ver e os surdos que não querem ouvir; entre outras razões, porque não queremos que o Brasil se transforme num país de mudos”.

Astrojildo Pereira foi aquele jovem que beijou as mãos de Machado de Assis no seu leito de morte, tornando-se, ao longo de sua vida, o maior conhecedor das obras do célebre escritor de Cosme Velho.

Obra importante para todos aqueles que estudam o Brasil e a sua história, Astrojildo Pereira – in Memoriam é, em verdade, um repositório de iluminadas páginas que nos permitem pensar o país e viver intensamente a nossa democracia.

Nestes tempos, pelos quais estamos carentes de figuras fantásticas, a leitura de Astrojildo Pereira se torna um bálsamo e uma necessidade premente a todos os brasileiros, até como mensagem de amor e de desprendimento para com o nosso país.

A convite da Secretaria Estadual de Cultura do Pará, J. R. Guedes de Oliveira estará palestrando sobre o escritor e autografando os seus livros.

É uma boa oportunidade para se conhecer a trajetória de um homem que tinha em suas veias e no sangue a brasilidade tão em falta nos dias atuais.

 

 



---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Roberto Guedes <guedes.idt@terra.com.br>
Data: 29 de agosto de 2011 20:46
Para: Delcio Marinho <riodejaneirocultural@gmail.com>


 

                                 XV FEIRA PAN-AMAZÔNICA DO LIVRO

       

                                                          “Bendito, bendito é aquele que semeia livros,

                                                           livros a mão cheia e mando o povo pensar;

                                                           o livro caindo na alma,

                                                           é germe que faz a palma,

                                                           é chuva que faz o mar”.

                                                                                                            Castro Alves

                                                     

                                                                                   J. R. Guedes de Oliveira* 

 

          Belém, do Pará, será palco, entre os dias 2 a 11 de setembro próximo, de uma das mais concorridas promoções literárias do nosso país: a XV Feira Pan-Amazônica do Livro, evento que realizar-se-á nas dependências do  Hangar -Centro de Convenção da Amazônia.

          A Secretaria Estadual de Cultura - SECULT, tendo como seu entusiasta maior, o Secretário Prof. Paulo Roberto Chaves Fernandes, está envidando todos os esforços possíveis para o brilhantismo dessa feira, sacudindo, pois, as entranhas culturais do nosso país. Isto sem contar, também, com a coordenadora da festividade literária Prof. Andressa Malcher, que vem dando uma dinâmica especial para lograr todo êxito possível.

          Para uma maior visualização do que ocorrerá em Belém, temos algumas colocações:

          A poetisa Dulcinéa Paraense será a homenageada. Dulcinéa Lobato Paraense, seu nome completo,  nasceu em Belém, em 2 de janeiro de 1918, contando com 93 anos bem vividos e de uma  intensa produção literária. Radicada no Rio de Janeiro,  é autora de “Semeadura de Versos e de sonhos”, “Momentos íntimos”, “Dez cenas brasileiras”, “Flor revelada”, “Mística”, “Momentos” e “Estrela de vidro”.

          A Itália será o país convidado. Tanto assim, que o Embaixador Gherardo La Francesca estará presente, na abertura, abrilhantando as festividades dessa grande promoção do Governo do Estado do Pará e da Secretaria de Estado da Cultura - SECULT.

          As palavras do Prof. Paulo Chaves Fernandes, sobre a realização são bem sintonizadas com o que se propõe ao país, como um todo: “Estamos retornando ao foco, ao principal objetivo do evento, em que o livro volta a ser o protagonista. Sai a muvuca cultural e entra em cena o autor. Em lugar do populismo devasso, a seriedade cultural”.

          Contando com uma série de atividades, num local de fantástica estrutura física, suporte técnico, comunicação, via de acesso e estrutura alimentar, as atividades de âmbito literário serão as mais intensas, pelo programa lançado e que, certamente, marcará uma época na capital paraense, já que a XV Feira Pan-Amazônica do Livro é considerada a quarta feira de livros mais importantes do país, apresentando um crescimento anual de 15%, tanto em área, quanto em público e volume de vendas. A partir da literatura, uma série de atividades paralelas, como oficinas, cursos, cinema, teatro, música e fotografia formam a programação.

          Com público de 600 mil pessoas (2010), o evento gera negócios da ordem de 30 milhões de reais e o estímulo à aquisição de obras literárias através de bônus. Além disso, como dissemos, atividades em diversos seguimentos literários e culturais, entre palestras, cafés literários, teatros, bandas de música, exposições - enfim, o que se possa compreender de alto nível cultural-literário do nosso país.

         

Dados sobre o espaço onde será realizado o evento:

          Hangar 1   Área de feiras e exposições com capacidade para 2 eventos simultâneos; Área de 8.500m²;Pé direito de 6 a 20m; 50m de vão livre; 12 Salas multiuso para 60, 80 ou 100 participantes;

         Hangar 2  1º Piso – Restaurante Cozinha industrial para 2000 refeições por hora; Praça de alimentação, sanitários, administração e pátio de carga e descarga; 3 opções de subdivisões do ambiente, de 250 a 850 lugares; 2º Piso – Auditório Grande auditório de 1.880 modulável para até 8 subdivisões e capacidade até 2.200 lugares; Sala Belém com 100 lugares; Sala Pará com 250 lugares; Sala Marajó 1 e 2 com 350 lugares; Foyer de 750 ao redor do auditório; Salas de apoio, sala VIP e banheiros; Copa de apoio para coffee break.

         

 

Sobre Belém:

          O impulso militar que trouxe os portugueses ao Pará, em 1616, fez parte de um projeto político ambicioso de conquista do vale amazônico associado a um projeto econômico, não menos ambicioso, de exploração da biodiversidade local – as chamadas “drogas do sertão”, especiarias ocidentais de alto valor no mercado europeu. A fundação de Belém, a 16 de janeiro de 1616, foi o primeiro passo desse projeto de conquista territorial. O processo foi contínuo e tenso e a ocupação do território se deu com base no massacre ou escravização das populações indígenas e no confronto bélico com as outras potências européias que possuíam feitorias na Amazônia. Aos poucos, através de expedições militares, novas regiões foram sendo anexadas: os vales dos rios Guamá, Acará e Mojú, o baixo Tocantins, a costa dos Caetés (hoje costa do Salgado), a região da “estrada do Maranhão”, que hoje chamamos de Bragantina, a Ilha Grande de Joannes, atual Marajó, a penísula de Gurupá, o Cabo Norte, atual Amapá, o baixo Amazonas, os vales do Xingu e Tapajós, o Alto Amazonas e o vale do Rio Negro (dados do Governo do Estado).

         

Como convidado da Secretaria de Estado da Cultura do Pará, estarei no evento, autografando os meus livros e com a minha palestra já definida pelo programa:

          Dia 05.09.2011 - (segunda-feira) das 10:30  às 12:00 horas

          Sala 01 - do Hangar – Centro de Convenções da Amazônia

          Tema: “Astrojildo Pereira e sua brasilidade”.

 

                               J. R. Guedes de Oliveira, ensaísta, biógrafo e   historiador. 

E-mail: guedes.idt@terra.com.br 

 

         

 

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Comentário de Delcio Marinho em 30 agosto 2011 às 1:27

Comentário de Delcio Marinho em 30 agosto 2011 às 1:35
Comentário de Delcio Marinho em 30 agosto 2011 às 1:36
Comentário de Delcio Marinho em 30 agosto 2011 às 1:38
Comentário de Delcio Marinho em 30 agosto 2011 às 2:27
Comentário de Delcio Marinho em 30 agosto 2011 às 2:30

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