Comentários de Laura Macedo

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Às 16:56 em 24 novembro 2008, Cafu disse...
Obrigada pelos parabéns. Não sei se mereço, não entendi a indicação, não sou especialista em música, nunca escrevi uma única linha sobre o assunto e, inclusive, ando bem desatualizada nos últimos anos. Cá entre nós, o Nassif está ficando gagá ou muito sobrecarregado. Hehehe.
Beijo.
Às 20:24 em 19 novembro 2008, Gloria Lafetá disse...
a bonequinha viu e recomenda> Vicky Cristina Barcelona. Muito bom!
Às 11:26 em 18 novembro 2008, Cafu disse...
Convite de amizade aceito com muito prazer. Ontem fiz várias tentativas de convidá-la mas não acertei o lugar de fazê-lo. Só dava convite para gente fora da comunidade. Esqueci como que faz. Bom que as nossas anteninhas estão sintonizadas. Acho você e o Gregório um casal superbacana.
Beijos.
Às 23:47 em 16 novembro 2008, Henrique Marques Porto disse...
Cara Laura,
O pior é que a maioria dos atuais moradores da rua sequer sabem que andam pelas mesmas calçadas por onde no passado andaram alguns dos nossos maiores artistas. Dalva e Candeia atraíam os demais. Recentemente, Élton Medeiros me contou que frequentava a rua por causa do Candeia e de um seu irmão que aqui também morou. Jacarepaguá hoje é um bairro desfigurado pelo caos urbano como tantos outros. Em meio ao caos a memória se perde ou também é desfigurada. A casa de Candeia foi demolida, a de Jacó (na Freguesia) ídem. A casa da Dalva está exatamente como ela mesma construiu. Mas habitada por gente que escuta funk-pornô e odeia árvores (derrubaram todas). Mas ainda temos o Guinga num bairro próximo, fidelíssimo ao Valqueire onde cresceu e compondo "Cine Baronesa", o cinema da nossa infância que hoje é "Igreja Universal". Mas aqui poderiámos fazer como numa esquina da Rua Cosme velho, onde colocaram uma placa "Aqui morou Machado de Assis". Você olha em volta e se pergunta: "-Onde? Cadê?" E só vê a fachada de um prédio horrendo.
Não sei se daria um livro, mas histórias para contar existem. Dalva era a Piaf brasileira. Não apenas as vozes são parecidas. Suas personalidades e comportamento também. Principalmente em relação à vida amorosa. Com bem mais de 60 anos (e até morrer) Dalva viveu com um rapaz bonitão de 27 anos, o português Nuno. Conheci bem. Não era um caso de amor. Dalva queria boa companhia e não ligava para o que dissessem, como num samba canção de Ataulfo Alves. Como Piaf era uma mulher de extremos. Pagava para ver tudo o que a vida podia lhe proporcionar. Para ela o amor devia ser mesmo "simplesmente o ridículo da vida", como em "Bom Dia", que ela canta aos prantos na última gravação que fez da música. Acho que vou colocar um cartaz no meu portão anunciando: Quero a minha vizinhança de volta!
Abraço
Henrique Marques Porto
Às 10:29 em 13 novembro 2008, Oscar Peixoto disse...
Laura, Sócrates costumava dizer para seus discípulos (que o chamavam de sábio), "só sei que nada sei". Com um pouco mais de palavras: o que existe para se conhecer é infinitamente maior do que aquilo que podemos armazenar em nossas cabeças. Mas, como você bem sabe, aprender é um processo constante, ininterrupto. Sem exagero, eu diria que aprender é viver - ou o contrário, se você preferir, viver é aprender :-) . Aqui entre nós, eu sou testemunha desse processo, até hoje gosto de aprender, de conhecer coisas novas. Conhecer pessoas é que estou aprendendo agora e estou adorando. Nesse aspecto, a Helô tem sido uma luz na escuridão.
Quanto à página do Bel Canto, minha intenção é justamente fazer algo bem simples, sem erudições e pernosticismos, quase como uma conversa entre amigos, portanto, não é uma página para especialistas – coisa de que estou a anos-luz.
É bem verdade que gosto não se discute, mas acredito que gostar de uma coisa depende, em boa parte, da vontade de se conhecer essa coisa. E no caso da música, em geral, há uma vantagem, para conhecê-la não precisamos ser alfabetizados na sua difícil linguagem, não precisamos saber ler, só precisamos saber ouvir. E, à medida que ouvimos, vamos gostando cada vez mais (eis novamente o processo de aprendizagem) e descobrindo um mundo novo.
Por isso, minha cara, comente à vontade na minha página, diga se gostou, se não gostou, pode aplaudir ou vaiar à vontade – nesse caso, até a vaia será bem-vinda . Grande abraço.
Às 23:31 em 5 novembro 2008, Maria Teresa Costa disse...
Laura, que gostoso te-la como amiga. Então você é de Teresina? Estamos tão longe, não? Vou olhar sua página com mais calma, mas numa passada rápida já vi que vou adorar
um beijão
Teresa
Às 22:37 em 1 novembro 2008, Rafael Reges disse...
Obrigado, professora.

Eu vi sim as fotos da exposição, ficaram muito boas por sinal. Tirei algumas com o celular mas não ficaram nítidas. [:D]

Com relação à postagem de seu blog do dia 23 de outubro sobre o Norman Lebrecht. Tambem endosso a opinião dele. O youtube é mesmo irresistível; diante da abundancia de artigos raros presentes em sua rede não é mesmo? Ainda que tenha muita coisa ruim, mas sabendo procurar...
Fiquei curioso agora pra perguntar o que Turíbio acha do youtube.
Se você tivesse postado o artigo antes, eu teria feito essa pergunta a ele. [:D]
Às 0:00 em 28 outubro 2008, Alexandre Francischini disse...
Olá Laura, fico feliz que tenha gostado do meu trabalho. É impressionante ver que através da internet podemos divulgar com maior eficácia assuntos que dizem respeito à nossa história, e por vezes, desconhecidos da grande maioria das pessoas. O Laurindo é um típico caso desses. Quem sabe, por meio de nossas iniciativas em divulgar seu trabalho isso daqui um tempo mude.
Novamente, obrigado pelo contato e um grande abraço.
Alexandre
Às 12:58 em 27 outubro 2008, Rafael Reges disse...
Professora. Engraçado que ainda não o tinha ouvido falar de tão de perto. Ele tem um sotaque carioca bem carregado.
A aula com Turíbio foi profícua por demais. Recebi uma "luz" a respeito de posicionamento do corpo em relação ao instrumento e sobre a importância de alguns recursos técnicos para uma interpretação mais "viva" de uma obra. Ele tocou o chôros nº 1, trechos do concerto de Aranjuez e três peças de Luis Milan. Como a aula se dava junto com a exposição, ele tambem nos ensinou um pouco da historia do instrumento.
No final teceu elogios ao trabalho de coordenação de ensino de musica da cidade de Erisvaldo Borges.
Professor Cinéas também deu o ar de sua graça por lá.
Enfim, foi uma bela manhã de sahbado aquela.
Às 10:19 em 27 outubro 2008, luiz sergio lindenberg nacinovic disse...
Ele é bom. O Yamandu também. Eu privava da companhia do Rafael Rabello porque ele era casado com a sobrinha de uma grande amiga minha e, ainda por cima, vizinha. Música instrumental é uma das manifestações que eu adoro!
Às 18:21 em 21 outubro 2008, Rafael Reges disse...
Puxa, fiquei afastado um tempão, hein? pois de lá pra cá você tem postado muita coisa boa. tenho estado com o tempo curto mas consigo dar uma passada pra ler tudo.

abraço.
Às 20:59 em 19 outubro 2008, luiz sergio lindenberg nacinovic disse...
Tudo, menos vídeos de Carla Perez!!!!!Uma vez, conversando com o Maurício Gandelmann( sou amigo dele antes dele tocar sax!)ele se saiu com a vinheta da "bunda music", que eu adotei como rótulo para estigmatizar a música bahiana em seu todo. Aceito ser torturado até com disco ao vivo de Zezé di Camargo. Bunda Music?É o fim, né?????
Vc gostou das minhas ilustrações? Eu também gosto daquele mosaico de fusões que eu faço, me considerando o mais bizantino dos artistas plásticos
Às 9:12 em 14 outubro 2008, luiz sergio lindenberg nacinovic disse...
Oi Laura. Considero-me bem abraçado. Tenho 57 anos e gosto de música desde pequeno. Enlouqueci com "No Balanço das Horas" e Comprei meu primeiro disco aos nove anos(Cauby Peixoto - Conceição). Sempre fui meio eclético. Já toquei um pouco de violão , piano e bateria, mas um acidente e moto há 21 anos me tirou 80% dos movimentos do braço esquerdo, mas continuo tocando uma gaita de boca arretada! Ouço música pessoalmente e profissionalmente, mas me reservo ao direito de desprezar esse romântico que chamam de sertanejo e a bunda music de Carla Perez et caterva- considero as duas completas submúsicas completamente apelativas e de mau gosto.
Sou fã de um sete cordas e conheci o Dino pessoalmente, da mesma forma que o Meira, o Déo Ryan, o Rafael Rabello( era sobrinho de minha melhor amiga), entrevistei outra série de músicos, cantores, compositores, regentes e tenho material suficiente para refazer a wikipédia, se for o caso. Falo mal da atualidade do jornalismo cultural porque, além de superficiais, os textos pecam por erros crassos e informações erradas. Vivi um jornalismo musical que hoje está extinto e não luto pela sua continuação porque acho que é um esforço que não vale a pena. Aderi às novas mídias e nelas venho vivendo. Tenho um blog, o http://popmuzikrocknroll.blogspot.com . Vai até lá. Adorei você ter dedicado uma tarde para mim. Vou fazer o mesmo contigo, a partir de agora. Sou doidinho por reciprocidade. Um Beijo enorme.
Às 1:55 em 11 outubro 2008, Helô disse...
Oi, Laura
Não sei se terei tempo de fazer o post, pois não preparei nada. Vamos ver se consigo... Pelo menos o Nassif já colocou no trivial de hoje.
Beijos e um ótimo fim de semana pra você.
Às 12:22 em 9 outubro 2008, Celso Orrico disse...
esqueci de uma coisa..a música O Cego Aderaldo não é de Gismonti e sim do cancioneiro popular do nordeste , de domínio público..
Beijos
Às 12:20 em 9 outubro 2008, Celso Orrico disse...
Oi Laura, eu vi esse vídeo lá no youtbe tb é muito bom..vc encontra O Cego Aderaldo com Baden naquela coleção que saiu na década de 70 e se chamava A ARTE DE...no LP dele tem..
Beijos
Às 11:54 em 8 outubro 2008, Celso Orrico disse...
Oi Laura, irei sim dá uma olhada lá..ando a procura da interpretação dele na música O Cego Aderaldo, tenho ela em LP, se vc conseguir encontrar me avise..obrigado..
Beijos
Às 9:51 em 8 outubro 2008, Rafael Reges disse...
Eu fui lá ontem de manhã. Tirei umas fotos com o celular, mas não ficaram muito boas. Além dos instrumentos históricos há uma mesa com várias publicações sobre os instrumento da exposição, alguns igualmente históricos. Antigos metodos de ensino, cadernos de musica com partituras e etc.
Além disso me inscrevi no workshop de Turíbio que vai acontecer sexta-feira.
Às 19:32 em 7 outubro 2008, Rafael Reges disse...
O curso de artes é vinculado mesmo ali ao CCE. Não sei se ele ainda continua como licenciatura ou se já abriram também o bacharelado.
Por coincidencia eu já fiz pedagogia na Ufpi; por um tempo. Na verdade nem da pra considerar que eu tenha "feito" realmente. Na época peguei só a cadeira de introdução. Semestre seguinte conseguiram me ceder as duas de psicologia da educação, pagando então a I e a II, mas depois disso abandonei.
Hoje estou no segundo bloco de biblioteconomia na Uespi. Mas já passei por direito, educação-física e o curso de musica do Cefet.
Ainda quero fazer musica na federal. Quem sabe consiga no próximo ano.
Às 22:53 em 2 outubro 2008, Rafael Reges disse...
Professora.
Você é responsável por qual cadeira no curso de música da UFPI?

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