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Comentários de Delcio Marinho

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Às 4:19 em 11 junho 2010, Cia. De Teatro Atemporal disse...
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Às 0:50 em 21 abril 2010, Luciana Paes disse...
Olá Décio! Que bom que bom fazer parte de seus amigos aqui também! Obrigada e tenha um feriadão maravilhoso e sucesso! Um forte abraço! Lú ;)
Em 11:11am on dezembro 02, 2009, luiz barbosa neves deu para Delcio Marinho um presente...
Presente
Obrigado pelo aumento o som. Tudo de bom pra vc.
Às 1:12 em 2 agosto 2009, Haroldo Vilhena disse...
Bem bacanas os vídeos que vc selecionou para o "descubra o Rio"

Valeu!
Às 17:20 em 13 junho 2009, Teatro de Revista disse...
Delcio,
Excelente o depoimento do Orlando Miranda. No final do século 19 e início do século 20 o Rio tinha poucos teatros. Bem equipados eram apenas dois -os Teatros Lyrico e São Pedro. Foi precisamente o sucesso da Revista que estimulou os empresários a construir novos teatros e cine-teatros, e a ampliar outros. No final da década de vinte o Rio de Janeiro era uma das capitais mais bem equipadas do mundo para apresentar qualquer tipo de espetáculo. Foi quase tudo demolido para alargar avenidas ou favorecer a especulação imobiliária.
abraço
Henrique Marques Porto
Às 23:25 em 21 maio 2009, Helô disse...
Oi, Delcio
Em nome da turma, agradeço a sua participação na nossa página sobre o Teatro de Revista. Estamos só começando e nas minhas pesquisas encontrei na Internet material seu sobre o tema. Achei muito legal. A gente vai se falando e, com sua experiência e conhecimento, creio que poderá também nos ajudar.
Beijos.
Helô
Às 22:42 em 1 maio 2009, Helena Maria disse...
Sucesso a todos!

Desejo que o Festival de Teatro do Rio de Janeiro 2009 seja um verdadeiro sucesso e apresente espetáculos de ótima qualidade.
Deixo aqui a dica para assistirem a peça Quadrilha, no dia 27.
É um texto inteligentíssimo em que o autor adaptou pra teatro o pequeno poema de Carlos Drummond.
Não conheço a Cia que irá apresentá-lo, mas há alguns anos assisti a uma montagem em Poços de Caldas e me diverti muito.

Pretendo ir assistir a quase todas as apresentações do Festival.

Beijos!!!
Às 22:27 em 1 maio 2009, Helena Maria disse...
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Às 13:55 em 5 abril 2009, Ednamay Cirilo Leite disse...
O discurso de Márcio Moreira


O jornalista e ex-deputado federal Márcio Moreira Alves (PMDB) morreu hoje aos 72 anos no Rio de Janeiro. Ele estava internado desde outubro no Hospital Samaritano após sofrer um AVC (acidente vascular cerebral).

Ele ficou conhecido pelo discurso que fez na Câmara dos Deputados em 2 de setembro de 1968 sugerindo o boicote às comemorações do Sete de Setembro. Foi o pretexto utilizado pelo governo militar para instaurar o AI-5 (Ato Institucional número 5), que se transformou em um dos principais símbolos da ditadura (1964-1985).

Leia abaixo a íntegra do discurso:

"Senhor presidente, senhores deputados,
Todos reconhecem ou dizem reconhecer que a maioria das forças armadas não compactua com a cúpula militarista que perpetra violências e mantém este país sob regime de opressão. Creio ter chegado, após os acontecimentos de Brasília, o grande momento da união pela democracia.

Este é também o momento do boicote. As mães brasileiras já se manifestaram. Todas as classes sociais clamam por este repúdio à polícia. No entanto, isto não basta.

É preciso que se estabeleça, sobretudo por parte das mulheres, como já começou a se estabelecer nesta Casa, por parte das mulheres parlamentares da Arena, o boicote ao militarismo. Vem aí o 7 de setembro.
As cúpulas militaristas procuram explorar o sentimento profundo de patriotismo do povo e pedirão aos colégios que desfilem junto com os algozes dos estudantes. Seria necessário que cada pai, cada mãe, se compenetrasse de que a presença dos seus filhos nesse desfile é o auxílio aos carrascos que os espancam e os metralham nas ruas. Portanto, que cada um boicote esse desfile.

Esse boicote pode passar também, sempre falando de mulheres, às moças. Aquelas que dançam com cadetes e namoram jovens oficiais. Seria preciso fazer hoje, no Brasil, que as mulheres de 1968 repetissem as paulistas da Guerra dos Emboabas e recusassem a entrada à porta de sua casa àqueles que vilipendiam-nas.

Recusassem aceitar aqueles que silenciam e, portanto, se acumpliciam. Discordar em silêncio pouco adianta. Necessário se torna agir contra os que abusam das forças armadas, falando e agindo em seu nome. Creia-me senhor presidente, que é possível resolver esta farsa, esta democratura, este falso impedimento pelo boicote. Enquanto não se pronunciarem os silenciosos, todo e qualquer contato entre os civis e militares deve cessar, porque só assim conseguiremos fazer com que este país volte à democracia.

Só assim conseguiremos fazer com que os silenciosos que não compactuam com os desmandos de seus chefes, sigam o magnífico exemplo dos 14 oficiais de Crateús que tiveram a coragem e a hombridade de, publicamente, se manifestarem contra um ato ilegal e arbitrário dos seus superiores."
Fonte: Portal UOL
Às 18:25 em 14 janeiro 2009, Mauro disse...
Agradeço os vídeos enviados. Moro no Rio, mas mesmo assim, admiro cantarem os encantos desta terra.
Abraço.
Às 13:05 em 8 janeiro 2009, Elianne Diz- Laura Diz disse...
Olá, muito prazer encontrar alguém do teatro aqui- amo teatro.
Morei no Rio, v mtas peças,agora vivi em Natal.
Abs, Laura
Tenho outro blog, qdo quiser que eu divulgue algo é só enviar o material- lá tenho mtas visitas diárias.
Às 8:17 em 17 dezembro 2008, Antonio Barbosa Filho disse...
Olá Délcio! Sou jornalista, e criei o grupo "La Pátria Grande", nesta comunidade, para trocarmos idéias sobre Cultura em geral, política, viagens e tudo que se relacione aos países da nossa América Latina. Caso compartilhe desses interesses, convido-o a participar. Um abraço.

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