Comentários de Van Luchiari

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Às 18:39 em 2 maio 2014, Cafu disse...

Oi Van,

Entrei na rede e fui para as nuvens:

http://www.vivapoesia.com/

Apareça para uma visita. Os amigos são sempre bem-vindos.

Beijos.

Às 1:04 em 30 maio 2010, Joao Bosco Rocha disse...
oi van, vamos conversar?
Às 19:50 em 19 novembro 2009, Miguel Abraão disse...
POEMA
Lá fora
As cinzas fagulham vermelho
na imagem tatuada

Peito de hulha
feito coração cinza
rútilo raios fagulhas
eu e você

Tatuagem

da cidade vista
na tela de vidro
que se espatifa
recorte cinza cacos
vermelhos e cinzas
feitas eu e você

E bem ao longe

o toque suave
dos dedos nas páginas
repercutem ruídos
e sons de notas alheias.

Miguel Abraão
Às 21:41 em 6 outubro 2009, Sonia Nascimento disse...
Cadê você? Por que nos abandonou?
Às 1:56 em 30 agosto 2009, Salinas disse...
Conforme os versos do Cassiano Ricardo:

"...
Continuo vivendo,
Mal e porcamente, continuo vivo.
..."
Às 21:47 em 16 agosto 2009, kenard kruel disse...
sou jornalista, poeta, professor, bacharel em direito e editor. confira mais em www.krudu.blogspot.com não se deixe de mim. com fé, esperança e amor, beijos kenardianos.
Às 14:54 em 5 junho 2009, Marcio Marcelo Nascimento Sena disse...
Clik na imagem para ver como fica nossos ebooks
1ª Florada Fraternidade da Rosa Image and video hosting by TinyPic
Lêr Agora
Às 18:37 em 1 maio 2009, Salinas disse...
Logo retornarei. Levarei o meu poema para você.
Às 12:27 em 18 abril 2009, joão sidney pontes disse...
Adorei Luchiari!
Passage du silence...
Vejo-me circunspecto interiormente,no preâmbulo do despertar,
da vigília em que durmo!
Bjus
Às 1:22 em 14 abril 2009, Salinas disse...
Não consigo me desvencilhar do humor nem do erotismo. Dependendo do assunto, um dos dois estará latente. Mas, no poema q endereçarei a vc, pretendo interpor outros componentes, a título de exercício poético e impressões q suas fotos me despertaram. Nada q ultrapasse os limites q entre mim e vc, uma ilustre desconhecida. Os limites de uma troca de exercícios entre os apreciam a arte e suas formas, mesmo as mais inusitadas.
Sobre o MSN e o Skipe, vou ter q instalar. Já fiz isso, mas ninguém quer falar comigo, fogem de mim. É verdade o q estou lhe dizendo.
Às 1:06 em 14 abril 2009, Salinas disse...
Foi um comentário qualquer, nem me lembro. Fazia tempos q eu não entrava aqui na comunidade e li que fiquei de lhe fazer um poema erótico.
Às 0:46 em 14 abril 2009, Salinas disse...
Deixei há vários meses uma mensagem no seu outro endereço. Foi uma brincadeirinha tão atoa que vc nem respondeu.
Às 19:10 em 22 março 2009, Alquimides Daera disse...
Olá amiga, muito bem vinda, participe de nossa produção musical, www.autores.ning.com coletania instrumental www.daera.palcomp3.com.br coletania vocal www.alquimides.palcomp3.com.br www.myspace.com/daera
um forte abraço.
Às 19:26 em 10 fevereiro 2009, Sérgio Troncoso disse...
Van parabens pelos dois anos do seu blog!!! Já fui na sua página (aliás são mais não é?),e gostei do que li. Um abração,Sérgio.
Às 17:56 em 27 janeiro 2009, Paulo Roberto Cequinel disse...
Van:
Então é assim: pensei, um dia, ter concluído este poema. Não sei se ele terá esta forma e este jeito, mas, sendo você poetisa de grandes olhos e de mãos de escrever, apresento-o: está sujo o meu poema, nele há o sangue e os líquidos vitais, e ele está precisando de uma palmada sua. Faça-o chorar, menina. Ele nasceu. Ouse modificar.

Sol, anuncia agora e para sempre a tua sentença,
proclama e incendeia as cores ainda que as paredes sejam nuas.
São os sinais do tempo e do mofo em meu corpo
de pernas magras e amarelas e outra luz havia ali em meu corpo espetado na vida.
O que faço com rima que não chega
e como enfrento os dias escorrendo lentos e mortais?
E se tenho poucas certezas, o que faço com tuas dúvidas?
Os sinais: são nuas as paredes, mas há cores e gritos,
mas quem ouve os gritos e entende os sinais e mergulha nas cores?
O que faço com meu corpo?
Quem, atento, pode estar presente? Quem vê as cores?
Animais rugem, invadem meus escritos e avançam.
Medo, pavor e certeza: o que pode ser exato?
Seria sempre assim, e será?
Liberto do vinho o álcool seguro e há o torpor azul de frutas vermelhas.
Haveria outro jeito ou outro dia de outra mulher?
Haveria outra?
Incertas as rotas inseguras estou aqui incerto e inteiro e pronto.
Sou exato, aos pedaços, mofo nos meus cabelos,
e outra luz é apenas chama com medo do vento.
Contadas as noites da minha vida,
só posso agora cuidar dos dias que ainda terei.
É assim. Será assim?
05/11/2007
Às 15:01 em 27 janeiro 2009, Paulo Roberto Cequinel disse...
Eis-me.
Às 19:37 em 3 janeiro 2009, cesar e. auerback disse...
estou sempre a seu dispor querida ,bjus!
Às 23:58 em 2 janeiro 2009, cesar e. auerback disse...
alter ego,vc tem os olhos mais lindos q eu ja vi,gostei dos poemas,parabens!!!
Às 14:57 em 2 janeiro 2009, Claudir Reis disse...
Há como conversar aqui como num messenger MSN?
Muito obrigado e um 2009 da melhor qualidade.
Às 14:54 em 2 janeiro 2009, Claudir Reis disse...
De que parte do mundo tu és?

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