Comentários de Van Luchiari

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Às 22:55 em 27 outubro 2008, Antonio Carlos Teles da Silva disse...
Faça que do meu silêncio
Saia a poesia que não te entrego
Faça nascer deste silêncio
Um momento único, lúdico, embriagador
Faça brotar deste corpo que te entrego
A razão da minha quase insana consciência
Às 15:51 em 25 outubro 2008, Edmar Roberto Prandini disse...
Feliz aniversário!!!!

Você é gênio!!!
Às 11:32 em 24 outubro 2008, luiz sergio lindenberg nacinovic disse...
Tem outro aqui para você ir. E, para terminar, mais um. Outra coisa: Qual das tuas faixas você gostaria que fosse executada na Malaveia- a radioZona- a Webradio mais famosa de BH?
Nós vamos querer te entrevistar também, viu?
Dê uma ouvida na malaveia. As instruções de como fazer estão no site.
Beijão!!!!!!!!
Às 11:27 em 24 outubro 2008, luiz sergio lindenberg nacinovic disse...
Desculpe o atraso, tá? Gostei de tudo que vi e ouvi MESMO! Achei fantástico! Tenho várias propostas indecorosas para te fazer. Agora sou eu que te convido vir aqui
Às 4:17 em 24 outubro 2008, Antonio Carlos Teles da Silva disse...
São apenas os olhos
de azuis perdidos
no sul do mundo...
ao sul do corpo
Às 12:42 em 23 outubro 2008, Oscar Peixoto disse...
Alô, Van. Você é tão pluriapta, tão multifacetada, que nem sei por onde começar. Marinheiro de primeira viagem como "blogueiro", ainda navego a remo. Mas com a orientação da Helô, minha "gurua" informática, ainda chego ao motor de popa. Mas confesso que você me deixou tonto com tanta oferta de belezas. Abraços, Oscar.
Às 3:08 em 23 outubro 2008, Nei Simas Andrade de Oliveira disse...
VanVan
Este fluxograma é a cara do capitalismo selvagem competitivo, do socialismo bonzinho organizado, do convento franciscano, do boteco da esquina e do formigueiro feliz. É a felicidade da vida em sociedade, sempre acaba no "Não tem pobrema", mesmo quando alguém sifu....Mas é normal alguém sifu, sempre é a coisa mais normal do mundo. Essa é a solução do problema. Mas realmente o ghrande problema é ver belos olhos verdes só em fotografia
Às 10:02 em 22 outubro 2008, luiz sergio lindenberg nacinovic disse...
Vim danado essa manhã
ver se tinha recado
meu emeio disse que sim
e meu dia nasceu feliz

Senti quentre nós
nada tinha acabado
eu escrevo assim
você responde assado

e a gente emburaca outro dia
colorido e versejado
nesse repente de prego
e martelo agalopado

vai um verso prá lá
vem uma resposta prá cá
você canta em ré
eu faço coro em fá
num canto desafinado

Um bom dia prá você
desse poeta de pé quebrado!
Às 2:23 em 22 outubro 2008, Laura Macedo disse...
Oi, Van.
Muitíssimo grata pelo convite.
Assim que vc entrou para a Comunidade ouvi suas músicas postadas e amei. Parabéns mesmo pela artista que é, plena de sensibilidade.
Vou acompanhar mais de perto sua performance. Valeu!!
Um mega abraço.
Às 22:08 em 21 outubro 2008, luiz sergio lindenberg nacinovic disse...
Fui lá te ver
e voltei siderado.
Quanta coisa pra curtir
muita coisa para ler
fiquei entusiasmado!

Mas tive que partir
Estava atrasado
Me chamaram para comer
Tive que correr
Antes que fosse pego

Te vejo fortuitamente
não nego
volto mais tarde
e me entrego
totalmente

beijo
Às 17:55 em 21 outubro 2008, luiz sergio lindenberg nacinovic disse...
Brinco com prosa
Sou bom nisso
Sofro com verso
eu sei disso

Tento o reverso
e me pico
te ofereço a rosa
com o espinho fico

acho a rima
perco a métrica
ultrapasso a estrofe/ coisa tétrica
termino em cima......ufa!

Onde já se viu isso?

Adoro brincar
de ser poeta.
e me divertir num soneto
De rimar

seja áurea/ seja rica
terminar
para ver como fica
o versejar.

E quero logo recomeçar
o divertimento
escrevendo bobagem
a todo o momento
e ter coragem

Ah! O medo do poeta.............
O medo em ser mal interpretado
Tornando o mais tarde em muito cedo
O terror em se exprimir equivocado

É esse medo febril
que o torna ágil em pensamento
indo e vindo na trilha
acompanhando o deslocamento
da estrela que brilha
neste teu olhar.....................

ê abismo sem fundo
jogo a pedrinha........espero.....( sem eco de chegada!)
coisa doutro mundo esse olhar......
coisa de se perder a linha
de fazer verso sem rimar
e ficar nesse lero lero.

Estou esperando resposta
sinal verde para continuar
que é a coisa que mais quero.

Ansioso espero. Outro beijo.
Às 16:39 em 21 outubro 2008, luiz sergio lindenberg nacinovic disse...
Já fiquei e tô ficado.
Vim com tudo e não estou prosa
prá te entregar uma rosa
do jardim da minha alma

Espero ser bem chegado
a esse teu olho/ meu abismo
buraco que traga meucoração
e onde não me dou por achado.

ai.......que delícia essa ilusão
que me alucina e onde deliro
sem pensar em rejeição
sem me achar desprezado

troco trovas e trovoadas
vejo fogos e faço artifícios
demonstrando meus ofícios
e minhas frases rimadas........

( Só pra te impressionar.....viu?........É bom demais!)
Às 16:28 em 21 outubro 2008, luiz sergio lindenberg nacinovic disse...
Eu esqueci de te dizer
uma coisa a meu respeito
eu sou meio mentiroso
e fico sem jeito de admitir

Vou ficar
Não quero ir
meu coração captura
O que o teu olhar exibir
Às 9:57 em 21 outubro 2008, luiz sergio lindenberg nacinovic disse...
Tenho que parar com essa mania
do "Eu, você, nós dois",
ao olhar uma fotografia.

Vejo nesses olhos
o fundo de um abismo,
de um poço
sem fundo,no qual me atiro,

um acaba mundo,
fosse eu velho ou moço.

Desse comentário eu me retiro. Beijão.
Às 4:51 em 21 outubro 2008, Gabriel Lemos disse...
Van
Linda e agradável surpresa me foi, te conhecer através daqui.
Pois não é diariamente que encontamos anjos alados com mensagens belas e alucinantes.
Sons e melodias para se viajar no pensamento, no espaço abstrato das sensações arrepiantes.
As imagens, suas imagens, poesias concentradas em cores que transformam os horizontes num arco-íris eterno e infinito.
Resta-me agora, aplaudir-te em alguma apresentação na cidade.
Avise-me quando.
abraços
Gabriel.
Às 23:20 em 19 outubro 2008, anselmo lemos silva disse...
BOLERO DE SATÃ
Você penetrou como o sol da manhã
E em nós começou uma festa pagã
Você libertou em você a infernal cortesã
E em mim despertou esse amor
Atormentado e mal de Satã
Você me deixou como o fim da manhã
E em mim começou esse angústia, esse afã
Você me plantou a paixão imortal e mal sã
Que me enraizou e será meu maldito final amanhã
E agora me aperta a aflição
De chorar louco e só de manhã
É a seta do arco da noite
Sangrando-me agora
São lágrimas, sangue, veneno
Correndo no meu coração
Formando-me dentro esse pântano de solidão

autor guinga

etsa composição me lembrou o texto que você me encaminhou Van
abs
Gamboa (anselmo)
Às 21:03 em 19 outubro 2008, José Lídio Moura Pinho disse...
Obrigadooooooooooooooo............N VEZES
não tens idéia de minha alegria ao ouvir essa música novamente!
Às 8:11 em 16 outubro 2008, Antonio Barbosa Filho disse...
Entre eu e você não há uma ponte,
Há um oceano.

Mas, veja!: há também um arco-íris!

Estamos tão juntos...
Às 23:23 em 15 outubro 2008, anselmo lemos silva disse...
o tempo é a matéria prima da vida Van.
Não conte.
Às 2:43 em 15 outubro 2008, Nydia Bonetti disse...
Van
"Quase" não te reconheci, menina! rsss
Acabei de dizer pro Beto, que ando totalmente sem tempo, e ainda invento de estar aqui. É que tem tanta gente boa por "estas bandas", que eu venho mesmo quietinha ler, ouvir e ver vocês, assim como faço no V&P e quando dá tempo (coisa rara), ainda bato um papinho.
beijo!

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