A Velhice da Porta-Bandeira (Eduardo Gudin e Paulo César Pinheiro)

Esse é um dos sambas que mais me emocionam.
Paulo César Pinheiro conta que quando menino ficou impressionado quando viu uma porta-bandeira ao vivo. Já adulto, pensando naquela porta-bandeira escreveu esse samba, imaginando como seria para ela envelhecer e deixar de ser porta-bandeira.

Maíra Soares canta A Velhice da Porta-Bandeira, de Eduardo Gudin e Paulo César Pinheiro, acompanhada do violonista Paulinho Grassmann e do pandeirista Careca, no bar Batuque de Fato.

Voz: Maíra Soares
Violão: Paulinho Grassmann
Pandeiro: Careca
Vídeo: Lois Neubauer
Fotos: Lois Neubauer e Marcelo Min

São Paulo, outubro de 2010


VELHICE DA PORTA-BANDEIRA (Eduardo Gudin e Paulo César Pinheiro)

Ela renunciou

A mangueira saiu, ela ficou

Era porta-bandeira

Desde a primeira vez

Por que terá sido isso que ela fez?



Não, ninguém saberá

Ela se demitiu, outra virá

Ninguém a viu chorando

Coisa tão singular

Quando a bandeira tremeu no ar



Ô... Quando toda avenida sambou

O seu mundo se desmoronou


Ela se emocionou

Perto dela ela ouviu, alguém gritou:

"viva a porta-bandeira",

"sou eu", ela pensou

Mas foi a outra quem se curvou


Ô... Quando toda avenida sambou

O seu mundo se desmoronou

Ô... Quando a porta-bandeira passou

Quem viu

Ela se levantou e aplaudiu

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