A todos amigos, brasileiros de nascimento ou adoção, expatriados por necessidade ou opção...

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Comentário de Guilherme de Alarcon Pereira em 28 dezembro 2010 às 1:02

A gente daqui desse Recôncavo donde vivo precisamos escrever e gritar em altos brados a história da independência por aqui... uma guerra que começou bem antes: em junho as Casas de Câmara de Santo Amaro - de D. Canô e prole - e Cachoeira - sob o comando de altos intelectuais convivas libertários de Robespierre, Danton & Cia - associados aos que sobreviveram à Conjuração Baiana, soldados e homens de ofício mulatos e negros -, proclamam o Plano de Independência do Brasil e a D. Pedro "Defensor Perpétuo do Brazil").

A armada portuguêsa estacionada à Baía de Todos os Santos (Portugal resolve focar em dividir o Brasil aqui, ao meio) deflagra imediatamente o massacre que aos poucos se equilibra em guerra e só vai terminar em julho de 1823 e que ninguém conta... ninguém sabe... e muita gente faz pouco caso do grito do Defensor Pepétuo feito Imperador às margens do Ypiranga. E ainda se impressiona com realezas de não sei d'onde quando tivemos por aqui mesmo - dentro dos limites que tem qualquer realeza - não só o maior estadista e mais visionário dos Imperadores dos séculos XVIII e XIX (D. João, que considero o Zerézimo do Brasil) quanto a mais nobre e moderna (e divertida também, o que acho o máximo) das famílias reais do Hemisfério, incluindo Europa, França e Bahia!. Apeada por um Golpe Militar deletériamente elitista como sempre ainda que liderado por alguns inocentes úteis bem intencionados). A República viria saudável e grande naturalmente, ou apenas evoluiríamos nossa já bem madurinha Monarquia Constitucional..

Ê desvio que dei...

Na Guerra da Independência, foram todos os Deuses... todas as raças... todas as misturas civis e militares impossíveis e inimagináveis... militares emprestados até de Bolívar (a História conta que estavam a serviço de Reino Unido e França porque nasceram lá mas nãnãnã, foi tio Bonifácio da Loja do Grande Oriente que "Maçonariou" eles do "Bisavô de Hugo Chávez")... numa guerra que começou na proporçao de 1 para 5 em gente e 0 x 100 em armas... até que os Voluntários - e principalmente as Voluntárias - esfarrapada(o)s da Pátria entraram em ação e fizeram uma Independência para lá de única e heróica, que ninguém conhece, os registros históricos sejam oficiais sejam acadêmicos são atualizados na medida do ridículo e se joga no lixo um simbolismo grandioso de uma luta irmanada que produziu uma (que deveria ser, se relatada e assumida como o foi, assim como no caso da Guerra do Acre-Bolívia) independência de todos, por todos, para todos.

Juntas, as lutas em Bahia, Piauí (com o socorro do Ceará), Maranhão e Pará (além da Cisplatina) são mais grandiosas que a tão "grandiosa" Independência" dos USA (vale lembrar que àquela época os EUA eram somente 13 colonias em "tripinha" enquanto nosso gigante já era gigante).

Uma história que com certeza nos ajudaria a sermos todos "panpátricos" e mais sulamericanos também..

Vixe! Viajei, de novo, na estória... ¡Perdoname!

Feliz 2011, raça amada, raça brasileira, raça mundi!

Quer coisa mais grandiosa que ter um planeta inteiro no sangue, na alma, na ginga... que ser  'The Remix of Earth's Remix', a 'Roma-a-Mais'?

É grande demais pra ter gente ainda querendo ser pequeno!

Comentário de Cabocla em 27 dezembro 2010 às 14:45

ops stelitta, faltou os "impatriados"

bjs

Comentário de Stella Maris em 27 dezembro 2010 às 14:38

muito bom Cabocla..

senti muito isto na pele

feliz 2011

bjs.

Comentário de Cabocla em 27 dezembro 2010 às 11:54
divinha se não pensei em zz e hermê - que sumiu, non?
Comentário de Zé Via de Regra em 27 dezembro 2010 às 11:52
Oui, pra aves de arribação; todos nós, caboclita.

Comentário de Cabocla em 27 dezembro 2010 às 11:43

 

"A Terra Nova era o paraíso, o milho alto e os rios puros.

Dormia o ouro, a cobiça ausente, era o Índio o senhor do continente.

Foram chegando os conquistadores, os africanos e os aventureiros,

O Índio altivo se mesclou ao escravo, nascia um novo tipo americano...(ói nóis na fita)

 

O interesse fabricou carimbos,

O ódio à toa levantou paredes,

A baioneta desenhou fronteiras,

A estupidez nos separou em bandeiras...

 

Tenho um filho dessa terra,

Foi um amor sem passaportes,

Se o gestar foi brasileiro, não me chames estrangeiro...

Cada pedra, cada rua, tem um toque de imigrantes

Levantaram com seus sonhos, um país que não tem donos.

 

O suor fecunda o solo e a semente não pergunta,

Brasileiro ou imigrante, só o fruto é importante...

Não me sintas forasteiro,

Não me inventes geografias,

 

Sou tua raça, sou teu povo, sou teu irmão do dia a dia...

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