La Traviata Battle Royale: Violettas through the ages

Um grande teste para Soprano. Escolha a sua:
1. Luisa Tetrazzini (1871-1941)
2. Amelita Galli-Curci (1882-1963)
3. Eidé Norena (1884-1968)
4. Maria Caniglia (1905-1979)
5. Bidú Sayão (1902-1999)
6. Maria Callas (1923-1977)
7. Montserrat Caballé (b. 1933)
8. Joan Sutherland (b. 1926)
9. Anna Moffo (1932-2006)
10. Beverly Sills (1929-2007)
11. Angela Gheorghiu (b. 1965)
12. Renee Fleming (b. 1959)

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Comentário de Oscar Peixoto em 25 agosto 2009 às 14:50
Meu prezado, obrigado pela visita. Helô, como sempre, é excelente mestre-de-cerimônias.
Vi o filmete com as diversas intérpretes da Traviata. Você tem toda razão, no mundo lírico havia muito de torcida e competição – algo entre o futebol e o programa de auditório – o que, na maioria das vezes, nada tinha a ver com a arte pura e simples. Talvez por esse espírito competitivo, muitas divas (e divos) apresentavam-se de forma exibicionista, mais malabaristas vocais do que intérpretes de uma partitura, na qual o autor da obra explicita sua criatividade, inspiração e vontade. Obviamente, sempre há margem para as diferenças de interpretação, isto é, a carga emocional do intérprete, que imprime seu sentimento e sua personalidade na leitura do texto. Mas cantar o que jamais foi escrito, o que nunca passou pela cabeça do autor, é como fazer uma paródia sobre obra consagrada, ou como improvisar variações em torno de um tema, como no jazz.
Não é muito do meu gosto essas comparações, a não ser por mera curiosidade (o YouTube está cheio de “contests” desse tipo). Posso confrontar, por exemplo, sopranos como Maria Caniglia e Bidu Sayão, ambas virtuoses, pura emoção, fiéis à criação do compositor. Posso gostar mais de uma do que de outra, por questões de sensibilidade, mas como compará-las com uma Amelita Galli-Curci, coloratura que adorava exibir seus dotes vocais, sem compromisso com a obra? Não desmereço esse tipo de exibição (que para mim nada tem a ver com interpretação), apenas não vejo como comparar uma coisa com outra. Até podemos gostar das duas formas, mas considero que são coisas diferentes. Aliás, diga-se de passagem, aquele mi final, na quarta oitava, Verdi não o escreveu (Maria Callas provavelmente o emitia para mostrar que também tinha a nota na garganta). Mas, lembrando o que você disse, as disputas entre as prima-donas faziam-nas tentar superar umas às outras, em verdadeiros desafios que levavam as platéias (não muito ligadas à arte propriamente dita) ao delírio. Felizmente, parece que isso acabou. Hoje os cantores líricos procuram se superar aliando cada vez mais a interpretação canora à expressão teatral. São excelentes artistas de teatro que cantam de forma sublime. A ópera evoluiu.

Gostei muito de sua página, vejo que temos interesses e gostos comuns. Que tal celebrarmos uma boa amizade?
Comentário de Helô em 25 agosto 2009 às 0:46
Almeida
Já visitou a página do amigo Oscar Peixoto? Jóias do bel canto. Vale a pena!
Tem, inclusive, umas lindas fotos da Bidu Sayão.
Beijos.

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