UMA NOVA VISÃO SOBRE AS REDES SOCIAIS EXPLORAÇÕES DO ESPAÇO-TEMPO DOS FLUXOS

Detalhes do evento

UMA NOVA VISÃO SOBRE AS REDES SOCIAIS EXPLORAÇÕES DO ESPAÇO-TEMPO DOS FLUXOS

Horário: 15 setembro 2009 de 19:00 a 21:00
Local: Auditório do Masp
Rua: Av. Paulista
Cidade: São Paulo - São Paulo
Site ou Mapa: http://www.comitepaz.org.br &…
Tipo de evento: fórum, e, apresentação
Organizado por: Cida Medeiros
Última atividade: 20 Jun, 2016

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Descrição do evento

UMA NOVA VISÃO SOBRE AS REDES SOCIAIS
EXPLORAÇÕES DO ESPAÇO-TEMPO DOS FLUXOS
a cargo do Prof. Augusto de Franco
Uma mudança significativa em nossa visão sobre a sociedade vem ocorrendo nos últimos
anos com a descoberta das redes sociais. Com efeito, as redes sociais são surpreendentes.
Muitos esperam assumir uma posição de vanguarda ou de destaque “aderindo” a elas. Não
raro ficam chocados quando descobrem que a rede social não é nada mais do que a
sociedade. A rede social não é um novo modo de chamar a atenção para pessoas, idéias ou
produtos.
Existe uma ampla literatura empresarial afirmando que quanto mais conectada estiver uma
pessoa, mais chances de sucesso ela terá em sua carreira ou em seus negócios e há grande
empenho em descobrir as regras do marketing em rede ou do marketing viral. Muitos
querem descobrir o segredo de como desencadear ações que possam crescer
exponencialmente, amplificadas pelos mecanismos próprios das redes, de sorte a mudar o
comportamento dos agentes do sistema em ampla escala.
Toda essa curiosidade é legítima, mas nem sempre se pode dizer o mesmo das motivações
e atitudes, que, às vezes, a acompanham. Se quisermos usar as redes sociais com
expectativa instrumental, é quase certo que sairemos frustrados. De fato, essa visão nos
impede de ver que as verdadeiras redes sociais — quer dizer, as redes sociais distribuídas
— não podem ser urdidas pelo desejo de controle ou pela vontade de poder.
Mas como fazer uma rede social propriamente dita, isto é, uma rede distribuída? Este fórum
se propõe a discutir as respostas para esta questão.
AUGUSTO DE FRANCO, alcançou, depois de 30 anos fora da universidade (o Instituto de Física da Universidade
Federal do Rio de Janeiro), a difícil condição de autodidata. É consultor e professor. Tem cerca de 20 livros publicados
sobre desenvolvimento, capital social e redes sociais, entre eles: Escola de Redes: tudo que é sustentável tem o padrão
de rede; Terceiro Setor, a nova sociedade civil e seu papel estratégico para o desenvolvimento; Escola de Redes, novas
visões sobre a sociedade, o desenvolvimento, a internet, a política e o mundo glocalizado. É um dos netweavers da
Escola-de-Redes.
ENTRADA FRANCA
15 de setembro de 2009 · terça-feira · 19 horas
Auditório do MASP · Museu de Arte de São Paulo
Avenida Paulista, 1578 – São Paulo / SP – Estação Trianon-MASP do metrô
Informações: Palas Athena (11) 3266-6188
Realização: Comitê Paulista para a Década da Cultura de Paz
www.comitepaz.org.br – www.palasathena.org.br

Caixa de Recados

Comentário de Cida Medeiros em 17 setembro 2009 às 1:05
Anotações de uma amiga, psicóloga, a Olga Mello, que esteve na palestra como eu:

Palestra no Masp – dia 15.09.09

Com Prof. Augusto de Franco

Queridos, estive ontem assistindo a palestra, “ UMA NOVA VISÃO SOBRE REDES SOCIAIS e gostei muito do conteúdo.

Novamente lembrei do módulo do Arnaldo (Esse “cara” não me sai da cabeça rsrsrsr) onde ele dizia: deixa circular, fluir, não retenha.

Augusto trás a concepção de redes sociais enquanto pradrões de organização em que há abundância de caminhos.

Na monografia de Arnaldo ele conta uma história mais ou menos assim:

Um rei contrata um jardineiro para construir um jardim.

Quando o jardim é entregue, o rei não gosta muito do que vê, no entanto o jardineiro não se ocupa muito com o desagrado do contratante, ao contrário convida-o para caminhar em sua obra.

De repente o rei percebe que existem vários caminhos, e que todos levam ao mesmo lugar e fica encantado com o trabalho do jardineiro...

Uma rede distributiva é assim: não existe liderança, hierárquica, e sim infinitas conexões.

Segundo o palestrante as “redes” estão na moda, e tem muita gente chamando instrumento de rede.

Rede são pessoas. Sites de relacionamento por ex. Orkut, e outros são instrumentos, não redes são ferramentas.

Blog, ning etc. são instrumentos de comunicação, não rede social.

Sobre hierarquia:

“A hierarquia gera escassez , é o oposto: um campo onde se gerou (artificialmente) escassez de caminhos”

“organizações hierárquicas de seres humanos gera seres não humanos” UAL!!!!!!!!!!!!!

“O caos foi endemonizado”

“Temos medo de perder o controle”

Belo não?

“redes sociais são instrumentos mais de interação do que participação”

A participação pré supõe um padrão estabelecido, já a interação acontece em tempo real, e tem um fim em si mesma.

“Uma pessoa já é uma rede”

Pessoa é diferente de indivíduo. Indivíduo é uma abstração. Cada pessoa é uma pequena sociadade (Augusto cita Novalis 1789)

Se é rede tem que fluir. Rede = fluir

Goethe: a fonte só existe enquanto flui.

Segundo Augusto (eu concordo) não somos treinados para ver os “fios invisíveis” de conexões e sim as pessoas isoladamente, são organismos vivos, que poderíamos ver se tivéssemos “oculos de ver “, veríamos as comunicações, as conexões ocultas.

E conclui: redes sociais são sempre distribuídas, são sempre redes de Cooperação,: tal como a liberdade, a cooperação é um atributo do modo como os seres humanos se organizam e nada mais.

Cooperação é um atributo.

Redes são fluidas e intermitentes, não estanques, organismo vivo. Ex. rede distribuida rede neural, comunicação entre os neurôneos.

Sobre mudança

Não é possível mudar nada nem ninguém pelo discurso e sim com a forma com que nos relacionamos, no inter, conforme entendi.

Pessoas que não gostam de redes:.

Colecionadores de diploma

Vendedores de ilusão (se negou a dar exemplo)

Aprisionadores de corpos ( ficar trancado num escritório, quando você pode fazer um trabalho em casa)

Construtores de pirâmides ( hierarquias)

Condutor de rebanhos ( fazedores de cabeça)

E acrescenta: coloque vários “Gandhis” numa rede centralizada, numa estrutura hierárquica e vejam o que dá.

È chocante, mas interessante pensar nisso.

Netweaveving = paz, palavra de origem desconhecida que evoca a arte de tecer, pode ser net Love, mas não networking .

Existe padrão de rede nas cidades: as ruas são as artérias, veias.

Enfim meus amores, tentei aqui passar um pouquinho do que absorvi, claro que tem muito mais, e está disponibilizado no site www.escoladeredes.com para quem quiser baixar, sem necessidade de se cadastrar, eles praticam o que dizem.

E eu também estou nesse exercício, aprender a ser coerente com o que acredito.

Sincronizar o meu pensar com o meu agir.

Mais uma vez ficou claro para mim o quanto a mudança precisa acontecer na nossa forma (pelo menos na minha) de “ver” o mundo.

A cultura de guerra e a cultura de paz.

Fiquei (e ainda estou) degustando as maravilhosas pessoas que h

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