Aqui estão as 3 partes do 'Causo' Britânico-Fluminense sendo as duas primeiras um relato a respeito da investigação sobre Peter Mandelson e Reinaldo Ávila da Silva (no documento anexado logo abaixo - causo.rtf) A terceira parte é o primeiro post abaixo, onde abro uma crítica a um determinado tipo de mídia.

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Um 'causo' Britânico-Fluminense. - Parte III

A mídia de escândalos.


Pois bem... O Daily Mail é um veículo em busca de escândalos envolvendo políticos e se tiver que manipular toda uma carga de preconceitos morais, sexuais, religiosos e políticos dentre tantas possibilidades, o FARÁ. E será também por meta política, além das venda$. Já o The Sun não tenta esconder o próprio caráter atrás de nenhuma agenda que não a contábil. Talvez os que, por qualquer motivo, poluam seus olhos e cérebros com esses jornais possam explicar melhor.

Transportando para o Brasil, que não perde a mania de trocar informações sobre ouro por anzóis, os exemplos numerosos estão distribuídos pelas rotativas, estúdios (TV e rádio) e bytes. Vão desde semanários com foco nas mazelas políticas até programas diários que, à tarde, onde, para os que sofrem de uma espécie de 'insônia', 'abutres', ali, caçam cadáveres com o fito de um 'plus' calórico na audiência... Escândalos sexuais envolvendo 'heróis' nacionais pagos por multinacionais, infanticídios reprisados ad-nauseam, baixarias familiares privadas... A lista beira o infinito e o objetivo é o puro lucro com produtos discutíveis (eventualmente proibidos) dos anunciantes.

Entretanto, é impossível entender essa prática sem voltar os olhos para o público que intoxica-se com esses conteúdos. Aqui a impaciência e o mau cheiro exige que o passo se apresse:

1- Vidas vazias e desinteressantes
2- Aversão à leitura ou analfabetismo (puro ou funcional)
3- Aliviar a consciência da própria perversão sexual medíocre ou vida orgástica inexistente.
4- O mesmo alívio acima a respeito das próprias desonestidades tacanhas e pequenos golpes ou 'jeitinhos' – no caso dos consumidores de escândalos políticos fadados ao esquecimento ou impunidade.
5- etc.

Inelutável: Vidas vazias, aversão à leitura, práticas sexuais (felizmente) variadas* e escroques sempre hão de existir e pouco resta aos que observam além de prestar bem atenção aos anunciantes e SÓ comprar dos concorrentes.

“Lutável”: Tudo isto se dá sob o manto da concessão pública? Sugiro, então, o questionamento judicial da concessão da concessão pública, além de uma ONG ou associação sem fins lucrativos que insira, por força de lei, nas próprias mídias “advertências” e elucidações sobre algumas peculiaridades. Cito apenas alguns exemplos:

1- Explicação sobre o motivo das letrinhas que, de tão miúdas, torna impossível a leitura na fração de tempo em que é exibida.
2- Avisos do tipo: “Este programa visa provocar emoções A B e C que propiciem a compra dos produtos anunciados.
3- Esta publicação tem 'tal' histórico de 'barrigas' e casos comprovadamente fabricados ou mentirosos.

Acrescente-se às análises e sugestões acima a máxima: “É VEDADO QUALQUER TIPO DE CENSURA”

Utópico?

Caso seja, abro aqui o espaço para sugestões e propostas mais realistas. Vale tudo e só o silêncio grita 'conivência' ou omissão.


*- Há casos em que a castidade é perversão e a promiscuidade orgiástica é uma forma amplamente condenada de amor ao próximo.

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