OS ENGANADORES DO POVO

Não podemos considerar religião o que não contribui com o engrandecimento,

crescimento e transformação humana.

É preciso desconfiar de toda instituição que se diz religiosa,

mas que tem tornado seus líderes milionários.

Os mercadores do templo sempre existirão.

Entretanto, cabe fazer Leis que coibam tais práticas.

Bom refletir que muitos destes estão se aproximando do poder.

Poder econômico eles já têm para influenciar.

Já estão no poder da mídia.

Nosso povo não pode continuar sendo enganado e usado 

pelos os aproveitadores de plantões,

explorando a miséria e dor humana.

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PRESERVANDO UM ESTADO LAICO

Ninguém pode menosprezar a força que o chamado quarto poder (a mídia) tem sobre as pessoas. E, é por esta razão que o uso da mídia precisa de fato ser regulamentado. Afinal, da mesma forma que os partidos políticos têm um espaço controlado, pois, trata-se de uma disseminação de ideias, também deve-se ter o mesmo controle sobre as religiões, principalmente quando estas usam da imagem que utilizam na mídia para obter ganhos e forças políticas. Ou, todas as correntes religiosas têm igualmente o mesmo espaço na mídia ou corremos o risco de uma tentar sobrepujar a(s) outra(s) ou pior, intervir politicamente no Estado. O risco é sério e grande e a condição de um Estado laico (um Estado neutro no campo religiosos) receber um golpe fatal. O caso do Deputado Marcos Feliciano apenas representa uma pequena, mas preocupante, sintoma do que vem já se desenhando. E tudo isto é fruto da força que a utilização do quarto poder está produzindo através do uso pernicioso daqueles que já tem um poder de barganha enorme, principalmente pelo uso do dinheiro. Muitas emissoras hoje já defenderam o uso indiscriminado dos horários nas tvs e rádios, pois, estão ganhando muito com isto. 

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