À primeira "vista" pode parecer um discussão boba.

Mas o fato é que se o homem não convencionasse insistir em que este "Deus" é masculino, possivelmente não haveria tanto preconceito, principalmente religioso, contra as mulheres.

E por que os homens temem tanto as mulheres a ponto de quase sempre tentar torná-las submissas, etc, etc... ?


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E, o que tem sentido num domingo à noite? 

Fazer brincadeiras, ué, como estamos fazendo... E deixando esses crentes chatos furiosos... Isso já é trabalho. 

Rir mesmo, é isto que eu estava pontuando. É muito, exigir razão no domingo...Até o dito cujo(a) descansou!

Pois é. E acho que os caras tb desistiram de nos encher a paciência com bíblias e quejandos. 

Eu acho que Deus é perispírito, que não tem corpo mas pode ter sexo. Se quiser... Mas isso não é importante aqui.

Vocês são muito heteronormativos. Se Deus é feito à nossa semelhança pode muito bem ser gay (talvez até paulista...), lésbica, bissexual ou transgênero (precisaria de 3 linhas pra citar as principais variantes)

Além de hermafrodita e andrógino, como foi citado.

Pensem mais fora do quadrado!

Touchë... (rs, rs) 

Prezada Isabeau

Ao que saiba não coloquei nenhuma restrição a religiosos nas discussões referentes ao tópico, muito pelo contrário.

Ficarei muito feliz em tê-los por aqui, principalmente pelos esclarecimentos como os teus.

(...) Na minha religião digressões sobre sexualidade podem ser riquíssimas, e não têm nada a ver com patriarcado, e sim com autoridade....(...)Não há como comentar todo o legado no campo da estética inspirado em interpretações religiosas. A música, a pintura, a escultura, a literatura. A ciência também: os franciscanos, Newton, Leibniz, Darwin (estudou Teologia, mesmo que fosse ateu).

A primeira frase clareou prá mim  o que intuía, mas não saberia explicar. Patriarcado e matriarcado estão igualmente presentes na história da humanidade, não sei qual com mais relevância, na verdade. O poder, esta palavrinha mágica, e o seu exercício é a centralidade da questão. O exercício que se faz do poder, por vezes pornográfico,  sendo mulher ou homem. 

A segunda frase é uma proposta interessante para o pensamento. Como disse alhures a abordagem estética do mundo é via preferencial em minha vida. Quando se discute religião embora tenha tido formação em duas vertentes monoteístas ( que peso!) eu entendo porque logo me centrei no caminho da estética. Como já disse, também alhures kikiki, não sou cética. Mas meu caminho prá Deus, seja ele homem, mulher ou travesti, é a arte, e não a religião. E  essencialmente os livros sagrados que me foram apresentados na infância, eu os profanei  buscando neles, a beleza da arte universal. Sim Hannah Arendt tem razão: devo muito aos "povos dos Livros" E as religiões não  me incomodam, exceto quando arsenal bélico a serviço dos podres poderes. 

Rafla, alhures como é que é..

pra Isabeau e todos né..

quando tava fazendo Ciencias da Religião.

fui estudar o candomblé ..( participando mesmo. em campo...)

fiquei encantada..

apaixonada..

e ainda hoje dou umas voltinhas por lá..

Essa história de que a Bíblia foi criada a partir de relatos ou “projeções” de antigos deuses pagãos é uma discussão requentada, lá do século XIX, que já foi refutada ao longo do século XX em vários livros.

Cada um acredita no que quiser. Mas uma proposta de discussão tem, no mínimo, que ter algum nexo. Discutir a sexualidade de Deus parte do pressuposto de que Deus/Criador tem as mesmas limitações do homem/criatura. Não tem.

  1. Deus não tem corpo, logo, não tem sexo. Ou seja, discutir a sexualidade de Deus é irrelevante;
  2. Deus não tem nome. Ou seja, não há nada que o identifique como masculino ou feminino;
  3. Deus existe à parte da nossa realidade espaço e tempo. Homem e mulher expressa, sobretudo, a dualidade [negativo/positivo – noite e dia etc.] que permeia tudo no mundo. No entanto, a dualidade não é um atributo de Deus;
  4. Deus é uno. Ele simplesmente é;
  5. Criado à imagem e semelhança de Deus não tem nada a ver com corpo ou              gênero;
  6. Deus deve ser discutido no contexto da teologia cristã.

Nooossa, qui dimais. Quando brasileiro cantava e fazia musica de verdade.

Quando vai aparecer outro Chico Buarque, Milton Nascimento, João Gilberto, Tom Jobim, Ivan Lins, Guilherme Arantes e tantos outros.

Nuuunca maaaais

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