A AES Eletropaulo foi privatizada pelo tucano Mario Covas, em consequência disso, os moradores da grande São Paulo se tornaram reféns da companhia para fornecimento de energia elétrica. A conta de luz é altíssima e o serviço da empresa é péssimo.

Os problemas são inúmeros, péssimo atendimento ao consumidor (no mínimo 40 minutos para falar com um atendente), problemas de infra estrutura, rede elétrica antiga e que oferece riscos aos consumidores.

Quando começa a ventar e chover são frequentes as quedas e cortes de energia. E aí o consumidor começa sua maratona para reestabelecer a luz em sua casa.

No dia 23/01/2011 foi assim na região do Jabaquara, o vendaval começou por volta das 15h e às 15h30 os moradores ficaram sem luz. A primeira ação é ligar para a AES Eletropaulo no 0800 um verdadeiro martírio, mais de 40 minutos para falar com um atendente que deu a previsão de reestabelecimento da luz para as 19h. Sem luz o jeito era esperar, as 19h40 nada de técnico da empresa, mais de 10 ligações foram feitas durante a madrugada e a cada atendimento um novo prazo era informado.

Todos os alimentos que estavam na geladeira e freezer já estavam perdidos.

Eis que , depois de 22 horas do ocorrido e do primeiro contato feito à empresa, aparece finalmente os técnicos da AES Eletropaulo. Para nossa surpresa era apenas uma chave desligada no poste e sua ligação demorou menos de 3 minutos!

É muita incompetência, sacanagem e falta de caráter da AES Eletropaulo com o consumidor! Um problema de fácil solução demora 22 horas para se resolvido!

São essas as sacanagens que temos que enfrentar diariamente, durante 8 anos em que a população de São Paulo está nas mãos de empresas (reféns) de incompetentes como a AES Eletropaulo que tem tarifas caras e péssimo serviço! É um desrespeito total ao consumidor.

Somos reféns das trevas da AES Eletropaulo!

Mas é claro que o problema se repetiu dia 12‎ de ‎fevereiro‎ de ‎2011, após mais de 12 horas sem luz chegou o carro da AES Eletropaulo para fazer o reparo. Foi quando gravei o vídeo acima eram exatamente ‏‎21:30:54. Como vocês podem observar para religar a luz era apenas ligar a chave do poste e o reparo foi feito em apenas 30 segundos.

 

 

Ontem dia 28/02/2011 a AES Eletropaulo fez um reparo programado, enviou um comunicado aos moradores que ficaríamos sem energia elétrica das 9h30 até às 14h30. Às 9h30 da manhã chegou um caminhão da AES Eletropaulo com mais de 10 pessoas (engenheiros com capacetes) para fazer o reparo nos fios, ficamos contentes, pois agora teríamos uma rede elétrica nova e reformada, ledo engano, a AES Eletropaulo fez o reparo e por volta das 16h30 terminou o serviço, percebemos atônitos que estavam indo embora sem religar a energia e questionamos os funcionários da AES Eletropaulo, disseram ser terceirizados e que não tinha autorização para religar a energia, e que esse serviço ficava a cargo da AES Eletropaulo.

Como assim? Sem nos dar ouvidos foram embora, começamos uma nova maratona para ter religada a energia elétrica, ligações (inúmeras) e cada hora era nos dado um novo prazo. Resultado agora são 8h35 da manhã e já estamos sem energia elétrica a quase 24h. É inacreditável que AES Eletropaulo não resolveu nosso problema, basta enviar uma equipe ao local e religar a chave do poste. Como vocês podem ver no vídeo vai demorar apenas 30 segundos para restabelecer a luz. A AES Eletropaulo é uma empresa incompetente e engana seus consumidores.

Já é a terceira vez nesse ano que perdemos todos os alimentos do freezer e geladeira. Não dá para aguentar mais tamanho desrespeito e incompetência da AES Eletropaulo!

Um morador desesperado conseguiu parar um caminhão da AES Eletropaulo que passava pela região e os levou até o poste para tentar resolver o problema. Segundo relatos dos moradores assim que religaram a luz houve uma explosão e estamos sem luz novamente.

Depois de 30 horas no escuro a AES Eletropaulo resolveu o problema dos moradores da Rua dos Buritis, no Jabaquara. Com direito a explosão e curto circuito! Em breve coloco os vídeos.

Conforme prometido segue os vídeos.

Algumas observações antes de assistí-los.

1- A empresa que fez o serviço é terceirizada e portanto não tem comprometimento algum com a AES Eletropaulo e muito menos com o consumidor. É importante destacar que provavelmente a AES Eletropaulo deve ter contratado por preço bem baixo essa mão de obra, aumentando seu lucro.

2- A empresa terceirizada deve ganhar por hora e por isso a enrolação toda para efetuar o serviço.

3- A AES Eletropaulo contratou uma empresa que não sabe o que faz, tanto na questão do reparo “programado” como também para solucionar o problema, perceba a dificuldade dos operários em resolver a questão.

4 – Além de todo um dos funcionários queria uma caixinha para cerveja.

5- O problema se deu, pois a empresa que fez o reparo montou os fios de forma errada e se mandou deixando todos no escuro. Além de expor os trabalhadores ao risco perderem a vida por falta de treinamento.

6- É visível que a AES Eletropaulo não tem competência para atender aos consumidores, a AES Eletropaulo apenas quer lucrar com a prestação de serviço público, mal feito por eles e por seus terceirizados.

7 – Como vocês podem observar a AES Eletropaulo não modernizou a rede elétrica, tudo está podre.

8 – Então o problema persiste e vai se repetir, enquanto a AES Eletropaulo não modernizar a rede elétrica da cidade e usar os recursos financeiros em prol da sociedade.

9 – Fiz denúncia no Ministério Público Federal e no Ministério Público Estadual contra a AES Eletropaulo e a  ANEEL que somente defende a concessionária.

10 – Outra medida que iremos adotar é entrar na justiça contra a AES Eletropaulo tanto no Procon como nas pequenas causas, porque não dá para se conviver com tamanha irresponsabilidade e com a sacagem que a AES Eletropaulo faz com seus consumidores.

11- Denunciem a AES Eletropaulo e faça com que o governador Geraldo Alckmin, pelo menos  
uma vez na vida parta em defesa dos cidadão do Estado de São Paulo que é refém de um deserviço prestado pela AES Eletropaulo.

 

 

 

Reclamação enviada no Reclame Aqui

http://www.reclameaqui.com.br/1108518/aes-eletropaulo/aes-eletropau...

Fonte:

Por Selene Gallucci Sidney do Blog Dilma Presidente

 http://dilmapresidente.wordpress.com/2011/03/01/aes-eletropaulo-inc...

 

 


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Respostas a este tópico

Quando a solicitação não é resolvida em tempo hábil depois de recurso administrativo, pode-se e deve-se abrir um processo na Aneel. Todo e qualquer dano deve ser pago pela distribuidora e isto também se faz por via administrativa, sem a necessidade de advogado. O problema é que não estamos acostumado a reclamar, se todos sistematicamente quando prejudicados, reclamassem, ficaria patente a má qualidade dos serviços e se teria mais argumentos sobre esta pseudo-eficiência da iniciativa privada quando opera uma concessão pública.

 

Rogério, já fiz 2 reclamações na Aneel e eles defendem a AES Eletropaulo alegando que é por conta do clima. Essa a resposta padrão que nos enviam a cada nova reclamação. Fizemos a reclamação e nada. Absolutamente nada! Descaso total!

Reportamo-nos à solicitação referente às freqüentes interrupções no fornecimento de energia elétrica à sua unidade consumidora.

Sobre o assunto, informamos que os sistemas aéreos de distribuição de energia elétrica, em face de suas características, estão sujeitos à ação de fatores alheios ao controle da distribuidora, o que torna algumas interrupções inevitáveis.

Eventuais faltas no fornecimento de energia elétrica têm seus limites estabelecidos pela freqüência e duração de interrupções, numa unidade consumidora ou no conjunto ao qual ela pertence. Lembramos que nem sempre a falta de energia pode ser atribuída à má qualidade de fornecimento da concessionária distribuidora, uma vez que os sistemas das concessionárias de geração e de transmissão também estão sujeitos a ocorrências fora do seu controle.

Para regulamentar a questão, os Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional - PRODIST, aprovados pela Resolução nº 345/2008 e alterados pela Resolução nº 395/2009, definem, em seu Módulo 8, os indicadores de continuidade do serviço prestado, a serem observados pelas distribuidoras, com base em indicadores específicos, denominados DEC (Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora) e FEC (Freqüência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora), referentes a cada conjunto (região) considerado. Por meio do DEC/FEC, que são índices gerais, é possível verificar a situação da continuidade do serviço prestado pela distribuidora.

O Módulo 8 do PRODIST define, ainda, os indicadores individuais DIC (Duração de Interrupção por Unidade Consumidora), FIC (Freqüência de Interrupção por Unidade Consumidora) e DMIC (Duração Máxima de Interrupção Contínua por Unidade Consumidora). Estes indicadores informam, respectivamente, o tempo, o número de vezes e o tempo máximo que uma unidade consumidora ficou sem energia elétrica durante um período considerado (mês, trimestre ou ano).

As distribuidoras são obrigadas a informar, na fatura de energia elétrica, os valores mensais de DIC, FIC e DMIC verificados na última apuração, os quais permitem ao consumidor o acompanhamento dos limites de continuidade do fornecimento de energia elétrica estabelecidos para sua unidade consumidora. Na hipótese de ter havido a ultrapassagem dos limites, o consumidor receberá, a título de compensação, um crédito na fatura de energia elétrica do mês subseqüente ao da apuração, no valor referente ao indicador que apresentar a maior violação.

As fórmulas detalhadas para o cálculo da compensação encontram-se no item 5.11.4 da Seção 8.2 do Módulo 8 do PRODIST.

Em caso de dúvida quanto à violação dos limites dos indicadores individuais (DIC/FIC/DMIC), o consumidor poderá solicitar a apuração dos mesmos à distribuidora, a qual deverá informar, por escrito, os referidos indicadores individuais, no prazo máximo de 30 (trinta) dias.

No seu caso, a concessionária informou que a Capital e a Grande São Paulo, foi atingida por instabilidades climáticas propiciando inúmeras ocorrências, este fato ocasionou maior tempo de espera para o atendimento, decorrente da simultaneidade de chamados à Central de Atendimento ao Consumidor, tornando-o temporariamente não condizente com o dimensionamento em vigor.

Mais informações sobre os referidos dispositivos legais podem ser obtidas na página eletrônica da ANEEL, na internet (www.aneel.gov.br), em Informações Técnicas / Distribuição de Energia Elétrica / Procedimentos de Distribuição.

Finalizando, colocamo-nos à disposição para os esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários.

Já tentaram o Ministério Público (contra a AES e contra a ANAEEL)?
Sim, meu pai acabou de ligar lá. Ainda não tenho novidades sobre o posicionamento deles.Vou atualizando as informações para vocês. Obrigada!
Além do meu pai também fiz uma reclamação ao Ministério Público. Um morador desesperado conseguiu parar um caminhão da AES Eletropaulo que passava pela região e os levou até o poste para tentar resolver o problema. Segundo relatos dos moradores assim que religaram a luz houve uma explosão e estamos sem luz novamente.
Depois de 30 horas no escuro a AES Eletropaulo resolveu o problema dos moradores da Rua dos Buritis, no Jabaquara. Com direito a explosão de curto circuito! Em breve coloco os vídeos.
A sugestão que faço é procures documentar o máximo possível, cuide dos números de protocolos, e quando telefonares anote o nome de quem atendeu e o horário do telefonema. Tenha um cuidado no formal, pois infelizmente o que vale no Brasil (e no nosso mundo atual) é o que está escrito e documentado, o resto são suposições.
Obrigada Rogério! Caso tenha mais novidades publico aqui.

Sobre a questão dos impostos na energia elétrica:

http://blogln.ning.com/profiles/blogs/impostos-e-encargos-podem?xg_...

Segue os melhores momentos (no meu canal do YouTube http://www.youtube.com/user/SeleneSidney):

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A banda larga é pública, esta é novidade, não sabia que a GVT, Telefonica, OI, NET e outras eram públicas?
Assim como as rodovias com pedágios são concessionárias isto é o poder publico concedeu uma autorização para prestar um serviço que antes era publico e "não funcionava" e agora nos cobram cada vez mais com autoriação das Agencias Reguladoras com índices bem acima da inflação....

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