No creo en brujas, pero que las hay, las hay...



Quarenta anos atrás, as palavras intuitivas de uma canção chamada Aquarius, trouxe o alvorecer da Nova Era ao Consciente Coletivo :

"When the Moon is in the seventh house
and Jupiter aligns with Mars.
Then peace will guide the planets
and love will steer the stars "

" Quando a Lua estiver na sétima casa
e Jupiter se alinhar com Marte,
Então a PAZ guiará os planetas
e o Amor varrerá as estrelas "

No alvorecer do dia 14/fevereiro, o Cosmos realmente vai personificar este perfeito alinhamento que irá apoiar nossa manifestação coletiva de Amor e PAZ, no alvorecer da Era de Aquarius.

SERÁ???

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Respostas a este tópico

tô no teu rastro...

fotoshop? inveja sua.

o nocaute foi antes...

se tiveres faro investigativo, verás que falo a verdade.
aliás, a minha incursão musical de hoje devo a você: ao ouvir o fundo musical da sua página. como a gente faz isto? foto eu já sei colocar. vídeo também. mas fundo musical, não.
Não ensina não.
Ela depois usa contra nós (quer dizer, mau uso).
Fala assim pra ela: "Te vira, mocinha!".
Luzete
A tua crítica não tem viés nacionalista nem xenófobo, é uma crítica consistente baseada em fatos. O povo americano não tem culpa (em parte) do que lhes ocorre. Se no terceiro mundo a pressão cultural já é horrível o que sobra para os norte-americanos.
Os movimentos sociais americanos sofreram e sofrem repressões a mais de uma centena de anos. A estigmatizarão de esquerdista nos USA é uma certeza de perda de emprego e mácula que seguirá por toda uma vida. Estou lembrado de um seriado que passava na nossa televisão a uns trinta e cinco anos atrás que mostrava o desempenho do FBI, na caça aos inimigos da América, se não fosse trágico seria engraçado. O uso de Hollywood começava por filmes ditos sérios e iam até Walt Disney (não é teoria da conspiração é real, ele era informante do FBI, e no depoimento no senado americano se livrou dos sindicalistas que infernizavam a sua vida com pedidos de aumento de salário e todas estas bobagens socialistas). Com toda esta pressão os movimentos sociais só puderam se manifestar por meio de esquemas mafiosos (Jimmy Hoffa,...) ou por movimentos típicos de classe média alta (Hippies,...), no momento em que apareceu coisas como Malcon X, panteras negras, e outros a resposta foi mais violenta.
Estou escrevendo tudo isto só para reforçar o que escreveste com muito mais capacidade de síntese do que eu, poderia simplesmente deixar a tua opinião sozinha pois que faço é mais um resumo expandido do que falas, entretanto não concordo, e por isto escrevo, no teu “mea culpa” de nacionalista e xenofobista.
Te livre de falsas culpas e siga adiante.
um pouco desta história rogério, eu tentei contar, em um estudo.

dei o título (que até hoje não gosto muito) de O Talento da Dominação. prestação de contas da hegemonia americana (olha a ousadia... não era... era espanto com a descoberta da "democracia" americana). e as histórias são muitas prá contar.

e, realmente, de verde o vale não tem nada não. tem gente que pensa que tem.
AnaLu
De novo uma pequena provocação acerca do por ti escrito sobre o movimento de libertação feminina ser uma conspiração para diminuir o salário dos homens, pois bem, vou te dar uma informação que talvez não saibas, na Suíça mulheres casadas (ou em regime de concubinato) com filhos quando trabalham pagam mais imposto e taxas que as outras que os homens, e sabes por que? Para não diminuir os ganhos das famílias! O cálculo é feito por necessidade do estado (no caso os cantões suíços) gastar mais em creches e acompanhamento das crianças.
No caso dos USA propagandeia-se a vantagem do trabalho feminino sem o apoio do estado (creches públicas), pois é uma boa forma de aumentar o lucro das grandes empresas.
No caso brasileiro temos o pior de tudo, as mulheres embaladas por uma propaganda mediática, se lançam a “produções independentes” os bonitos participam na parte mais divertida da produção e o sustento e a educação fica a cabo das mães. Como conseqüência de tudo isto se demanda ao estado a necessária educação pré-escolar.
Fantástico, a libertação feminina libertou mesmo foram os reprodutores masculinos irresponsáveis, são milhões de mães solteiras motivadas por uma cultura “rede globo” se lançando numa aventura que lhes custa a possibilidade de crescer como indivíduo e profissional.
Quantas mulheres com potencial de crescimento não tendo possibilidade de assumir uma posição na sociedade mais “digna” do que o trabalho doméstico em casas que não são as suas para sustentar seus filhos!
Falar desta forma é ser feminista, não é moralismo nem é um pensamento retrógada. As pessoas que provavelmente irão ler o que escrevo não estão neste grupo social de mães solteiras de classe operária, geralmente serão pessoas que tem uma “Maria” na sua casa, fazendo o trabalho diário para que mulheres libertadas possam trabalhar fora. Se quiserem cair de pau sobre a minha cabeça que caiam.
Estou falando mais da irresponsabilidade dos reprodutores do sexo masculino do que das mulheres em geral, utilizei a expressão “reprodutores” pois a maior parte desses senhores tem a mesma responsabilidade do que um reprodutor animal, ou seja, doação de esperma.
Feminismo, Ana Lu? Libertação do que? Do julgo paterno?
Se esta é a era de aquarius prefiro ficar com a anterior.
Assim sendo, é claro que também não encaro a observação da Luzete como xenófoba ou nacionalista (querendo se referir a nós, brasileiros, chinas e terceiromundistas ao mesmo tempo).

Estava fazendo uma piada com ela, porque justamente naquele momento, antes de entrar nesse assunto, ela tinha mandado um vídeo de Dylan novinho cantando Blowing In The Wind, que é representativo de uma geração imprensada entre a "informação" sobre revolução e a possiblidade prática de se fazer revolução a partir da alta classe média ilustrada amarrada às seduções consumistas do Éden capitalista.

Era barra, e esses impasses, imagino, colaboraram pra fomentar saídas heterodoxas. A New Left, imagino também, era nada mais que a resposta desordenada a uma esquerda que ainda analisava a maturidade relativa das massas para a luta revolucionária. O que perceberam? Que a classe operária doméstica (branca, bem entendido) tinha padrão de vida muito melhor que o operário "idealizado" e "mobilizável" à luta de classes. A ideologia de escalada social, da meritocracia (tão bem expressa até hoje pelo fenômeno Obama), superava a urgência em destroçar o modo de produção vigente, por este proporcionar vias ilusórias de ascensão social e cultural. A chave da questão: Imperialismo. Tanto que o proselitismo revolucionário fez efeito junto ao proletário do proletário: negros, chicanos, índios e orientais, esses sim, alienados de fato de uma condição humana, criadora, auto-referenciadora.

Na falta de fatores objetivos sobre os quais descarregar as contradições latentes de uma sociedade apoiada na colonização, na ingerência imperialista e no militarismo, os filhos da classe dominante wasp tinham que saída? O desbunde foi uma, os pequenos assassinatos (que até hoje perduram) foi outra, o misticismo, o cinismo, os cultos satânicos, o exagero fashion, o crime como diletantismo, a radicalização da extravagância comportamental. A outra face de Paz e Amor foi Charles Manson, a outra face de Woodstock foi Altmont.

Easy Rider foi exatamente isso, Kerouack levado aos extremos da dizimação do sonho americano. Sem Destino significando Sem Saída. Claro que de forma ingênua, despolitizada, desbundada. Mas abriria caminho a "Cada Um Vive Como Quer", "Taxi Driver", "Bonnie & Clyde" e ao portentoso grito de desespero encharcado de ópio e ódio de "Apocalipse Now".

Mais do que pedir respostas "Blowing in The Wind", Bob Dylan pedia "Shelter from the Storm".
A molecada acabou com um genocídio pra contruir o edifício da globalização que produziu mil Vietnãs. Ironias da história, mas como bem diz Maestri: eles não têm culpa. Culpa não faz o menor sentido nas reviravoltas da história; e sim, Luzete, temos que zelar pelo nosso próprio rabo.

Abraço e vamos em frente.
Pessoal
Esta vai ser a minha última intervenção neste assunto, por um simples motivo, estou me achando um chato, como diria a minha avó, um chato de galocha (não sei por que a galocha, mas devia acentuar a chatice). O astral estava ótimo, acho que cortei o barato de vários enchendo de minhas preocupações. Peço desculpa a todos por não ter “curtido o barato”.
Mesmo sabendo que sou um chato vou procurar me justificar. Quando leio de outro lado o que pessoas com capacidade acima do normal escrevem, com humor, coração e outros atributos que vejo em todos vocês, me animo e procuro corresponder a capacidade de todos. A AnaLu no início de toda esta discussão disse que eu estava pegando pesado, e estava mesmo. Peço desculpa a todos por talvez não corresponder por exemplo ao senso de humor da Graúna, a lucidez e sinceridade da Luzete e AnaLu e a capacidade de ligar os fatos do Liu. Não vou falar de todos para não ficar mais chato ainda.
De qualquer forma vou acompanhá-los privando-os de minha sisudez e caretice, em outro assunto mais pesado volto ao convívio.
Um abraço a todos e de novo, desculpe pela chatice.
nossa, fico triste, rogério.

acho que sua contribuição só está enriquecendo o debate. de verdade.
onde está a chatice? cada um, com o seu estilo próprio, com suas leituras, vai lançando as idéias. sem preocupação de estar numa academia. encaro aqui muito mais como um papo de boteco, sem um compromisso maior com sistematizações.

a construção do conhecimento se dá de forma mais livre e, talvez por isto, até com uma maior diversidade. tal como alguém disse, não sei se anísio teixeira, que o que salva a escola é a hora do recreio. assim como o que salva os congressos são os papos e articulações de corredor... porque a produção de conhecimento mesmo aconteceu antes... e, talvez, porque o recreio ou o corredor foram instigantes.

em frente pois. acho que a graúna, "dona" do tópico concorda. e a turma aqui também.
Ué, o que deu em você?
Bjs
AnaLú
Rogério, isso nem merece resposta, é provocação mesmo. Bom eram as mulheres dependentes dos homens para o sustento, tendo que aguentar o que fosse por impossibilidade econômica de se separar, etc. Que os homens dividam o cuidado das crianças com as mulheres, se nao as querem em creches. E que paguem pensao sobre os filhos que geram. Hoje há teste de DNA, nao é mais tao fácil fugir da raia. E você nao tem a opção de preferir a era anterior, porque vai ser difícil encontrar a Amélia que isso requer...
Em tempo!!!

Rogério, respondo-lhe, depois que todos já incursionaram sobre a sua pergunta, mas com esse meu babado oftálmico, não tá dando pra ler tudo como gostaria...

Mas, xá vê se a ave entendeu???

Já que tudo faz parte de tudo, tudo é reflexo de tudo, patátipatá...

Fico com tudo, uai, rsss, as feministas a seu tempo, precisaram queimar sutiãs, Sim, não se deram conta que conquistavam outra jornada de trabalho, à serviço do Capital... Não escapamos aos limites de nosso tempo... Se faz necessário um certo distanciamento para uma revisão crítica... por tal motivo, hoje, entendo que seja tão importante rever as novas feições do machismo, que insiste, persiste e com a anuência das muiés, sim, que ainda não entenderam sua subordinação aos “machos” & ao Capital, but... tudo, meio que farinha do mesmo saco, rsss

Concordo, que as mulheres que respiram os ares oprimidos da base da pirâmede, ainda não tenham se beneficiado “inteiramente” dessas pequenas conquistas, mas, acho que, mesmo lentamente, fluem, perpassam as barreiras classistas...

Então.. Isadora & Betty, cada uma a seu tempo & a seu modo, né não???



“A LIBERDADE OFENDE!!!

Afirma Isadora Duncan, mulher de olhos brilhantes, inimiga da escola, do matrimônio, da dança clássica e de tudo o que engaiole o vento...

Isadora dança porque goza; e dança quando quer, o que quer, onde quer...

E a orquestra se cala diante da música que nasce do seu corpo...”


(fragmentos de Eduardo Galeano)





* * *

Easy Rider... Sem Destino... Sem lenço, sem documento... FIM de linha.

“Eles não têm medo de vocês, mas do que vocês representam. Para eles vocês representam a liberdade. Mas falar dela e vivê-la são duas coisas diferentes. É difícil ser livre quando se é comprado e vendido no mercado. Mas nunca diga a alguém que ele não é livre porque ele vai tratar de matar e aleijar para provar que é. Eles falam sem parar de liberdade individual, mas quando vêem um indivíduo livre ficam com medo.“



Se é que lembre, depois de venderem a droga, o relógio é dispensado... alusão a uma tentativa de ruptura com a “régua & compasso” dos compromissos sociais, com as amarras do tempo...

Só que a tal cena do filme foi encampada pelo capitalismo, rss... o que não invalida o gesto...



* * * *

Viva Raí & Ana Lú!!!

“Viva a mudança !
Viva a revolução !
Viva nos, que começamos esta revolução!”

“É verdade. Mas tomara que no fundo de cada um de nós tenha restado uma sementinha do sonho. E do que o sonho representa de vontade de um novo mundo.”


Arkx

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKkkk (2)

Ocê ainda não respondeu o que diacho tanto faz com esse machado, é só pros tais pãezinhos, é???

Tô aguardando a receita dos pãezinhos da Ana Lú, pois esta ave é chegada à uma culinária... agora, como deixei de ingerir glúten, espero que sejam de farinha de arroz, pode ser com mel, amêndoas, nozes…. Também, salgadinhos... com tomilho, vão ficar uma delicinha, hummmm

Tem um filme sueco que se chama “Bem-vindos”

Acho que vale a pena assistir, ele faz uma reflexão sensível sobre os erros & acertos dessa época... acho que é por aí...



QUE TAL REVIRAR TUDO DE NOVO, AINDA ESTAMOS VIVOS, HE, HE!!! Agora, talvez, maybe, quizás mais madurinhos, seja possível reviver com "revisão crítica", o que de bom se plantou nessa época…

Até hoje, me orgulho que permanecer fiel ao que julgo que fizemos de positivo… Não sucumbi, nem “prostitui meus ideais”, podem me chamar de utópica, romântica, sou mesmo, e gosto disso… pago um preço alto por isso, mas, ainda não me arrependi…

Agora, de bate-pronto, me bateu um papo, talvez “careta”... de véia, que fica com o passado, como maior referência, sei lá...

Mas, minha filha de 23 anos, ouve o meu/nosso som, ADORA!!!...

Ela até curte, como eu, algo da produção atual de música, óbvio... mas ela não dispensa o nosso roquinho, de jeito maneira...

Agora, olho pros programas dela, em geral, acho um tédio... são uma geração filha da Rede Bobo, da “globalização”, que por sua vez, foi o maior legado dos anos de chumbo, que agora, eufemicamente passaram a se chamar de “ditabranda”... só se for no filófó deles... mas esse é outro papo...

QUE LÁSTIMA!!! Não têm discurso, nem pensam em mudar nada... estão completamente “anestesiados”... Então, apesar dos erros, tínhamos alguns ideais, não era só desbunde... e, em algo mexemos, SIM...

Maestri, graças ao que chamou de “caretice”, este tópico que, inicialmente postei “de onda”, como se fala em carioquês, ganhou vida, novamente… é na pluralidade que se caminha, né não?? VOLTEEEEEEE!!!

Ah!! Brigadinha pela ressalva do “bom-humor”, nem sempre se consegue, mas a gente vai tentandoooooo…

* * * *
Tadeuuuuuu, acredito, SIM, em astrologia, he, he

Luzete & Liu: Valeu!!!

Ana Lú:


Saudações saudosistas \♥/

Muito bom, Graúna!

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