No creo en brujas, pero que las hay, las hay...



Quarenta anos atrás, as palavras intuitivas de uma canção chamada Aquarius, trouxe o alvorecer da Nova Era ao Consciente Coletivo :

"When the Moon is in the seventh house
and Jupiter aligns with Mars.
Then peace will guide the planets
and love will steer the stars "

" Quando a Lua estiver na sétima casa
e Jupiter se alinhar com Marte,
Então a PAZ guiará os planetas
e o Amor varrerá as estrelas "

No alvorecer do dia 14/fevereiro, o Cosmos realmente vai personificar este perfeito alinhamento que irá apoiar nossa manifestação coletiva de Amor e PAZ, no alvorecer da Era de Aquarius.

SERÁ???

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Respostas a este tópico

Boas fotos! Sao reais, ou fotomontagens? Sao de agora?
Caro Arkx,sabia que você daria um ótimo cineasta,com tanta criatividade e criação,e que está,perdendo o seu tempo,com este machado na mão,apenas para demonstrar que "tem a fôrça"?
Brincadeirinha ! Mas que aqueles tempos de paz,amor,pouca preocupação com os olhares dos outros e compromisso só com a felicidade que a bebida e o cigarro nos trazia,era bem melhor que a preocupação de agora,com a inflação,com o mercado financeiro,com a crise,com o dinheiro(sempre curto)com os fihos,com a produção de alimentos(para quem ainda é praticante de machadadas)era bem melhor de se "curtir' que os atuais,ah isso era ! Né não ?
Caros companheiros e saudosistas dos tempos da "paz e amor" que bom que mesmo só nas palavras saudosas,voltamos a viver aquelas sensações de liberdade,e de que com amor,poderíamos mudar o mundo.
O tempo passou,os sonhos foram substituídos pela crua realidade de ter que trabalhar duro,para criar os filhos(alguns frutos da despreocupação com a prática do sexo livre)e de ter que prestar contas àquela sociedade,contra a qual lutávamos,porem que era preciso encara-la. e chegando lá,temos agora que nos preocupar com a sua formação,e a dever de ensina-los a ser íntegros e concientes.
É a vida !
Que bom que a vida nos fez ser assim !
É verdade. Mas tomara que no fundo de cada um de nós tenha restado uma sementinha do sonho. E do que o sonho representa de vontade de um novo mundo.
Vejamos o resto da notícia:

Quando a França se levanta, o mundo – mais cedo ou mais tarde – se agita

Nesta quinta-feira tem lugar na França a segunda greve geral em menos de dois meses. Os sindicatos reivindicam mais apoio ao emprego e ao poder de compra da população e as pesquisas de opinião indicam o apoio maciço do país aos grevistas. As mais de 200 manifestações previstas vão juntar milhões de trabalhadores nas ruas, mas o governo avisa que não aumentará o pacote de ajudas às vítimas da crise e do desemprego. As informações são do portal português Esquerda.net.

Ao início do dia, as complicações já afetavam o sistema de transportes com o aeroporto de Orly, anulando um terço dos voos e os ferroviários anunciaram adesão como da greve anterior. Os atrasos nos transportes estendem-se às principais cidades do país.

A grande mudança em relação a protestos anteriores é o clima de apoio que contamina a sociedade. Numa sondagem publicada pelo jornal Libération, 62% dos inquiridos (e 42% dos eleitores de Sarkozy) dizem-se "solidários" com a greve. Quando a pergunta é se os motivos justificam a greve, o apoio sobe para 78% (53% dos apoiantes do partido do governo).

A crise e o desemprego que afetou mais 90 mil franceses só em janeiro - o dobro do mês anterior - estão fazendo soar as campainhas de alarme na sociedade francesa. Depois da greve geral de 29 de janeiro, que juntou mais de um milhão nas manifestações de protesto, o governo Sarkozy apresentou um pacote de ajuda de 2,6 mil milhões de euros, entre benefícios fiscais e medidas pontuais de apoio ao emprego.

Mas na véspera do novo protesto, o governo de direita fez questão de dizer que não irá ampliar a ajuda às vítimas da crise. Apesar disso, o pacote é insuficiente para estabilizar a economia e o emprego, pelo que os sindicatos insistem em que não devem ser os trabalhadores a pagar a crise.


Nas últimas semanas, a notícia do desemprego de 555 trabalhadores da petrolífera Total, pouco depois da empresa ter apresentado lucros de 13,9 mil milhões de euros, incendiou ainda mais os ânimos dos franceses e fez aumentar o apoio aos grevistas.

O protesto social não é exclusivo dos trabalhadores e mesmo entre estes, a novidade é a forte adesão do setor privado, tradicionalmente avesso às greves nacionais convocadas pelos sindicatos. Desta vez, os trabalhadores do setor automotivo e de outras grandes empresas privadas vão engrossar ainda mais as manifestações. Também as Universidades francesas estão há meses em protesto contra a reforma do ensino superior, com metade das Universidades do país em greve nos últimos dias.

Os líderes da oposição de esquerda estarão presentes na manifestação de Paris, hoje, com o PS representado pelo presidente da Câmara, Bertrand Delanoe. Também Olivier Besancenot, do Novo Partido Anticapitalista, desfilará junto dos carteiros de Hauts-de-Seine antes de se juntar ao cortejo do partido. A secretária-geral do PCF Marie-George Buffet e o líder do Partido de Esquerda Jean-Luc Mélenchon, estarão juntos na manifestação. A lista eleitoral Europe-Ecologie, que junta Daniel Cohn-Bendit a José Bové, também integram os protestos desta quinta-feira.

Quando a França se levanta, o mundo – mais cedo ou mais tarde – se agita.


Foto de Robert Pratta/Reuters/Libération: Manifestante francesa levava cartaz hoje cedo, onde diz que "a crise são eles", referindo-se aos especuladores, financistas e rentistas, no alto do post.

Redator: Cristóvão Feil -
Como ninguém comentou vou descrever a primeira cena do Easy Rider. Na primeira cena Dennis Hopper (Billy) e Peter Fonda (Wyatt) compram uns quilinhos de cocaína da máfia mexicana (a máfia colombiana não existia na época) colocam no tanque das suas Harleys customizadas e atravessam a fronteira e vendem o seu produto, com o lucro do tráfico os dois seguem na sua “tranqüila viagem”.
Em resumo, os dois personagens, guapos rapazes americanos seguem, o seu belo caminho embalados pelo tráfico de entorpecentes.
Viram como eram românticas as coisas, hoje em dia se o traficante é um “neguinho” de uma favela qualquer, não tem uma Harley Davidson e ninguém acha romântico. Peter Fonda pode “fumacinha” do morro não?
Como somos revolucionários!!!
Fico até chorando de emoção quando me lembro que o filme foi aplaudido e premiado em Cannes, meus olhos ficam vermelhos de tanto chorar de ver quanto revolucionária foi àquelas pessoas que deram uma imagem romântica do tráfico de drogas! Sniff, Sniff, Sniff!
E o consumo de maconha, fantástico, o próprio Jack Nicholson declarou que fumou mais de cem baseados para filmar a suas cenas. Que capacidade de entrar no personagem, que profissionalismo. Imagino que ele não poderá jamais interpretar um suicida em qualquer filme!
Para completar a provocação geral vou comentar a última intervenção da AnaLu. Vivi três anos e meio na França, num período que não havia recessão nem crise (na França é claro, no resto do mundo é outra coisa), neste período os jovens franceses não saiam às ruas para protestar, achavam o máximo o Dr. Bernard Kouchner, co-fundador do “Medicin Sans Frontière” teorizar sobre o “droit d’ingerénce” pois eles eram bonitos. Em resumo durante o Governo “socialista” de François Mitterrand, o médico que participou do maio de 1968 (tudo se fecha), postulou e transformou em consenso a idéia que os europeus e americanos, por serem mais evoluídos, cultos e bonitos, tem direito de invadir e trucidar qualquer povo do terceiro mundo que não anda se comportando bem. Diga-se de passagem o Dr. Bernard Kouhcner foi um dos apoiadores de Bush na invasão “civilizadora” ao Iraque para que aquele ditador que matou algumas dezenas de milhares de pessoas fosse substituído por tropas ocidentais que matariam centenas de milhares de pessoas!
Voltando a mobilização popular francesa, agora eles estão protestando pois seus governos não estão conseguindo transferir a sua crise para os países do terceiro mundo.
“Quel horreur”, sujos e maltrapilhos operários do terceiro mundo estão tirando os empregos dos jovens franceses, além de tudo os exércitos dos países civilizados não poderão invadir a China para convencer que eles devem mais é fumar ópio em vez de produzir carros. É uma blasfêmia, eles tão cultos, mas tão cultos mesmos que a partir de um ano de idade quase todo o bebê francês já fala francês, estão perdendo o seu futuro para povos que se “procriam como ratos” (esta frase não é minha, me parece que foi de Edith Cresson, primeira ministra do governo socialista francês).
É chegada a hora dos jovens franceses saírem a rua e mais uma vez nós olharmos maravilhados para este civilizado povo!
Caro Maestri,

De acordo no quase-tudo referente à face oculta da colonização, encoberta por toneladas de hipocrisia charmosa e poseur.

Alguma restrição com relação às drogas e à contracultura ianque, e à própria evolução das barricadas de maio-68, observadas a distância e sob perspectiva diferente à do mercado metrossexual yuppie a partir da década de 1980. Ali o barraco mudou de endereço, certo?

Enquanto a intelectualidade de esquerda (vamos resumir como PC) debatia métodos e teorias revolucionárias, os empapuçados foram fazer "levitar" o Pentágono (ou enfrentar "gendarmes" apelando à imaginação e a subversão comportamental, que é o que mais apavora sociedades pretensamente "civilizadas"), invadir as salas de guerra pra promover happenings e levar borrachada da guarda pretoriana da maior democracia do planeta.

Há algo a separar a teoria cristalizada e a porra louquice generosa que se volta contra o próprio criador. Insisto, sem juízos de valor. Talvez Cannes tenha cometido o ato falho de celebrar sua própria impotência.

Voltamos ao tema?
Caro Liu
A tua observação, da qual concordo em 100%, as palavras PC’s, revolução e “porra loquice” generosa, me faz lembrar outra personagem francesa, Regis Debret, este ex-aluno e professor da École Normale Supérieure tornou-se um dos teóricos mais importantes do “foquismo” que propalava núcleos revolucionários em todos os países do terceiro mundo, formando quadros revolucionários (estou simplificando um monte) que após iniciar a revolução teriam apoio das massas, esta idéia levou a morte centenas de jovens idealistas na América e África, sem resultados práticos nenhum. Não critico nem os Hippies nem esses revolucionários, é muito fácil quarenta anos depois falar quem estava com a razão, mas “De volta ao Passado” para mim é nome de filme, e aqueles que ainda tem memória devem alertar sobre os erros do passado e não cair num “Como era verde o meu vale”.
Eras como momentos-marco de rompimento da consciência-limite.
A rebarba de Maestri é sobre a romantização do romantismo fabiano vislumbrado pela abertura das portas da percepção.
Havia imaginação, não havia operário. E voltamos ao velho "Antes da Revolução". A vanguarda aguardando no tesão da espera.
O foquismo, aderimos a ela quando vemos reaças pontificarem no conforto de seus sofás e protegidos por cerca elétrica: "Apanharam? Morreram? Quem mandou se meter em política, quando podiam estudar e fazer carreira?".
A cada momento, uma resposta. Só a crítica cura.
Maestri vai de bisturi, vamos de morfina.
Liu e todas as gentes, o papo aqui está alto astral...

mas me referindo ao que o rogério diz, uma coisa que eu li em algum lugar, e faz muito tempo, era que nos isteites, a escolha pela palavra marijuana/marihuana para designar a maconha (ou cannabis, como alguns se referiam) era uma forma de fortalecer o vínculo com os latinos-americanos. são os latinos, os pobres, o terceiro mundo os responsáveis pelas desgraças do mundo...

fui ver se achava alguma referência ao assunto e encontrei isto na wikepedia:

"A report by the U.S. Federal Bureau of Narcotics had found, "This abuse of the drug is noted among the Latin-American or Spanish-speaking population. The sale of cannabis cigarettes occurs to a considerable degree in States along the Mexican border and in cities of the Southwest and West, as well as in New York City and, in fact, wherever there are settlements of Latin Americans."

Quer dizer, entre os "americanos" nadica de nada.

às vezes me preocupa que a (minha) crítica possa encerrar algum viés nacionalista, ou xenófobo. mas não se trata disto. é contra esta coisa da fala do colonizador... easy rider, era easy rider, prá eles. e tinha que ser...

a consciência crítica, sobretudo na "América", nunca foi permitida. sempre conseguiram manter um controle vital sobre o modo de pensar. e hollywwod foi fundamental para este esquema.
Brigado, muy amiga Luzete,

Isso lá é apoio?
Depois de mandar um Blowing in the wind?
Você me paga!
Você reclama de mim, mas o rogério tá comigo e não abre...

mas eu sei, te nocauteei (nunca havia conjugado este verbo, mas também nunca tinha nocauteado ninguém...) . a música é linda mesmo. e vc viu que a chefia escolheu uma das músicas que postei hoje prô trivial? ele foi de Simon & Garfunkel.

e aí vc foge do ringue?

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