Boicote total a Folha de São Paulo pela infâmia ao presidente

Quem deu vóz ao cesar foi a Folha de São Paulo, que reportou a injuria e difamação.Os leitores e brasilerios querem jornais imparciais, sem julgamentos fascistas e torpes.A matéria não encontra se mais nos portais devido a indignação dos brasileiros sejam opositores ao Lula ou não, a vileza foi maior que a democracia que Lula com a sua dignidade democrática deixa rolar nas manchetes escandalosas e aviltantes.mas agora desceu a ribanceira com odor fétido lixo sem reciclagem.Que seja feita uma eleição ano que vem mas com decência, e postura de um País que ja esta nas manchetes internacionais admirado pelo presidente colocar a casa em ordem em um país de dimensão continental!

"Transformar o outro em coisa inferior, para se colocar numa essência superior, é negar simultaneamente a sua liberdade e a própria. Enquanto o olhar de alguém objetiva o outro em coisa essencialmente inferior, o outro, por sua vez, olha e constitui esse alguém num carrasco e ele terá vergonha desse seu olhar. " Náuseas- Sartre

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Respostas a este tópico

Oi, Dirce e todos

Em primeiro lugar, Dirce, benvinda de volta! Aqui é o seu lugar.

Depois, lembre-se (lembrem todos os paulistas do Portal) que o Eduardo Guimarães está tentando articular nova manifestação contra a Folha. Quem for de S. Paulo, procure ir; quem nao for, divulgue.
Ana,brigaduuuuuuuu não vou repetir que vc é porreta danada, em cima da notícia,cade o enderêço para divulgação?
Em frente à Folha de S. Paulo, sábado, dia 5/12 às 10 hs da manhã.


O cineasta Silvio Tendler
Tendler: "Só um débil mental não viu que era piada do Lula"
"publicitário" é o cineasta Silvio Tendler, que em 1994 trabalhou na campanha de Lula à presidência da República. De início, afirma Tendler:

- Ele diz não se lembrar de quem era o "publicitário", mas sabe muito bem que sou eu. Eu estava lá e vou contar essa história...

Sobre os fatos e a acusação, gravíssima, o cineasta, o documentarista Silvio Tendler conta o que viu e o que recorda daquele almoço em meio à campanha presidencial de 1994:

- Era óbvio para todos que ouvimos a história, às gargalhadas, que aquilo era uma das muitas brincadeiras do Lula, nada mais que isso, uma brincadeira. Todos os dias o Lula sacaneava alguém, contava piadas, inventava histórias. A vítima naquele dia era um marqueteiro americano. O Lula inventou aquela história, uma brincadeira, para chocar o cara...só um débil mental, um cara rancoroso e ressentido como o Benjamin, guardaria dessa forma dramática e embalada em rancor, durante 15 anos, uma piada, uma evidente brincadeira...

Silvio Tendler já fez cerca de 40 filmes, entre curtas, médias e longas-metragens. Além de vários prêmios é detentor das três maiores bilheterias de documentários na história do cinema brasileiro: "O Mundo Mágico dos Trapalhões" (1 milhão e 800 mil espectadores), "Jango" (1 milhão de espectadores) e "Anos JK" (800 mil espectadores).

Na 33ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, neste 2009, Silvio Tendler lançou o documentário "Utopia e Barbárie", no qual trabalhou durante 19 anos. Dentre os personagens ouvidos pelo documentarista mundo afora, o general vietnamita Vo Nguyen Giap, que derrotou os exércitos francês e americano. "Giap, o maior general do século XX", segundo o cineasta.

Esgoto corre nas páginas da "Folha": jornal da "ditabranda" mostra como será campanha de 2010
por Rodrigo Vianna






O que os dois fatos têm em comum?

Tudo a ver.
A "Folha" levou 18 anos para publicar a história sobre o filho que FHC teve com uma jornalista da Globo, enquanto estava casado com Dona Ruth.

O Cesar Benjamim - ex-militante petista - levou 15 anos para "lembrar" de uma história que teria ouvido de Lula: em 1994, o então candidato a presidente pelo PT teria contado que ele (Lula) tentou molestar sexualmente um colega de cela quando esteve preso em 1980.
Esgoto escorre nas páginas do jornal de "Otavinho"; outro que usa diminutivo, "Cesinha", ajudou a fazer o serviço

Por coincidência, o artigo em que "Cesinha" (agora compreendo o diminutivo que ele carrega há tanto tempo no nome) conta essa história sobre Lula foi publicado (advinhem?) justamente na "Folha".

Hum...
Há duas semanas, publiquei aqui um texto em que perguntava por que o filho de FHC apareceu só agora.


Levantei algumas hipóteses. A terceira era: 3) Fator denúncias contra o PT. Essa é a teoria já exposta no blog do Eduardo Guimarães - http://edu.guim.blog.uol.com.br/. A idéia é que a (ex) grande imprensa já teria na mão dossiês contra Dilma. Revelar, agora, o filho fora do casamento de FHC seria uma forma de mostrar "isenção". Na hora que aparecesse denúncia contra Dilma, ninguém poderia acusar a mídia de perseguir o PT. A diferença é que Dilma é candidata em 2010, e FHC só teve o filho revelado 8 anos depois de sair do poder.

Errei num detalhe: o foco não era Dilma, mas Lula mesmo.

A história sobre o filho de FHC foi uma espécie de antídoto preventivo. Ao chamar Lula de "molestador sexual", usando (corajosamente, característica dos Frias) um terceiro pra fazer o ataque, a "Folha" não pode ser acusada de "parcialidade", afinal publicou também a informação sobre o tucano.

Hum...

Detalhe: o filho de FHC existe. Mora no exterior. A revista "Caros Amigos" contou há dez anos a história completa.

Já a história do "Cesinha" é só uma história. Onde está o rapaz que teria sido molestado por Lula em 1980? Vocês acham que esse rapaz (ou um rapaz qualquer que cumpra o papel) vai aparecer nas páginas da "Folha" ou da "Veja"? Ah, a campanha de 2010 será linda.

Outro detalhe: a "Folha" ignorou a informação publicada semana passada, por Cláudio Humberto, de que FHC teria tido um outro filho fora do casamento, com uma empregada da família.


Mas a "Folha" abriu hoje três páginas para falar (mal) do filme sobre Lula: "O Filho do Brasil" (FHC, parece, também ele é um especialista em "filhos do Brasil").

Quem conhece um pouco como funciona o jornalismo sabe que o objetivo das três páginas era dar "peso" para a informação que apareceu ali pelo meio do artigo de "Cesinha". Nada mais interessava aos Frias, só a informação sobre o Lula "molestador".

Ora, uma informação dessas (se verdadeira) mereceria manchete, não acham? Por que foi publicada desse jeito, no meio de um artigo?

Porque uma manchete deixaria tudo muito explícito. O artigo na "Folha" é só parte do script, tenham certeza...

De outro lado, uma informação dessas, se falsa, deveria ir parar no lixo, no esgoto...

Bem, na verdade, foi o que aconteceu. Há algum tempo é esgoto jornalístico o que corre pelas páginas do jornal da família Frias. Nessa vala mal-cheirosa cabem: ficha falsa de ministra, editorial louvando a "ditabranda", ataques descabidos a professores respeitáveis (Benevides e Comparato) que criticaram a "ditabrabanda" da "Folha".

Último detalhe: na edição desta sexta-feira, a "Folha" simplesmente "escondeu" a notícia sobre denúncia do Ministério Público Federal. Os procuradores Weichert e Favero querem que Paulo Maluf, Romeu Tuma e outras autoridades da época da ditadura sejam responsabilizados pelo crime de ocultação de cadáver - http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=23189. A notícia (no jornal) apareceu "perdida" lá pela página 13, sem destaque nenhum, ao lado de um anúncio de turismo...

A "Folha" esquece os crimes da ditadura da qual foi parceira. Crimes concretos, abomináveis. Há mortos, desaparecidos. Há impunidade daqueles que foram sócios da "Folha" no apoio à ditadura.

A "Folha" não abre espaço para que Ivan Seixas publique as cartas contando o que aconteceu com o pai dele na OBAN (Operação Bandeirante) durante a ditadura.


Mas a "Folha" abre espaço para o "Cesinha" fazer o serviço sujo.

A "Folha" já abriu manchete para o sequestro (de Delfim) que não houve (o objetivo da matéria era atingir Dilma, lembram?). Agora, abre discretamente espaço para o "ataque sexual" que não houve.

Sobre os crimes de verdade, sobre os mortos e desaparecidos, sobre os torturadores, nenhum pio. Até porque a "Folha" teria que explicar porque os carros do jornal eram sempre vistos em frente à OBAN (centro de torturas em São Paulo).

Curiosamente, o "Cesinha" conta no tal artigo desta sexta-feira que escapou de ser abusado sexualmente por presos comuns quando esteve preso durante a ditadura. Ainda bem. O "Cesinha" foi vítima dos crimes abomináveis cometidos naquela época: ficou preso, incomunicável. Era um jovem de 16/17 anos...

Mas tantos anos depois, "Cesinha", você foi usado (e abusado) pela mesma elite que apoiou a ditadura. E, dessa vez, parece que você gostou.

===

P.S.:

PAULO DE TARSO DESMENTE "CESINHA"

Uma das pessoas que teriam "testemunhado", em 1994, a tal conversa (em que Lula teria narrado o episódio do "abuso") é Paulo de Tarso Venceslau. Ele foi militante do PT, rompeu com o partido, e tem críticas pesadíssimas ao setor que ainda hoje domina as principais instâncias partidárias. Veja aqui um exemplo das denúncias que Paulo de Tarso fez ao PT - http://www.terra.com.br/istoe/politica/144430.htm

Pois bem, a "Folha" não "lembrou" de ouvir o Paulo de Tarso sobre o caso do "abuso".

Ele, que teria todos os motivos para "bater" no PT e em Lula, acaba de divulgar uma nota, em que repudia e desmente o artiguinho do "Cesinha".

A nota está aqui, no site do Azenha - http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/a-nota-de-paulo-de-tarso/.

Depois dessa, alguém acha que há motivo pra seguir assinando um jornal como a "Folha"?

Acho que a "Folha" será "currada" pelos leitores.


Fonte: O Escrevinhador
danadinha!
beijo.
ontem alguém comentou lá no blog, sobre esta notícia, algo assim: é nestas horas que sinto falta da maria dirce! viu só?!
Folha, o jornal da “ditabranda”, oculta crimes da ditadura
O Ministério Público Federal acusa um Senador da República eleito por São Paulo e o deputado federal mais votado em São Paulo de acobertar cadáveres de militantes políticos no do regime militar (*).

Por Paulo Henrique Amorim, no Conversa Afiada
O deputado federal mais votado de São Paulo, um herói de São Paulo, portanto, é suspeito – segundo a denúncia do MPF-SP – de tentar construir um crematório como os de Auschwitz para adversários políticos.

Entre este deputado federal mais votado de São Paulo e a Folha (**) havia e há uma relação carnal: “seu” Frias (***), que cedia os carros de reportagem da Folha (**) aos torturadores, era amigo íntimo do deputado.

O resultado dessa aliança escrita em pedra é que a Folha (**) ocultou a notícia da decisão histórica do MPF-SP e seus procuradores Eugênia Fávero e Marlon Weichert.

A Folha (**) ocultou em minúscula nota na pág. A13, embaixo da manchete da página “Câmara se prepara para livrar acusados”.

Se depender do PiG (****), o Brasil não reproduzirá a Argentina: punir os torturadores do regime militar.

Como se sabe, o PiG (****) pediu a intervenção militar para derrubar um presidente eleito segundo as regras da Constituição, a recebeu com vivas !, com ela conviveu e dela se beneficiou (a Globo foi quem mais se beneficiou).

O PiG (****) é cúmplice.

A Folha (**), mais do que os outros.

(Não deixe de ler Cães de Guarda – Jornalistas e Censores, do AI-5 à Constituição de 1988, de Beatriz Kushner, da Boitempo Editorial)

Em tempo: O Globo, como o jornal nacional, ocultou a notícia na página 10, abaixo da manchete “Uso de avião da FAB segue critério de costume”.

Em tempo2: amigo navegante que trabalhou na época na Folha telefona para contar que, quando prefeito, Paulo Maluf praticamente despachava da Folha. Foi na gestão de Paulo Maluf como prefeito que a Folha mais ganhou dinheiro com a exploração de uma estação rodoviária que recebeu de presente do município. Ou seja, diz o amigo navegante, a Folha e Maluf são como a corda e a caçamba.


(*) O Conversa Afiada evita a expressão “ditadura”. No Brasil, um país singular, a expressão “ditadura” foi amplamente usada para transformar dois ditadores, Geisel e Golbery, em Heróis da Pátria.

(**) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; do câncer do Fidel; da ficha falsa da Dilma; de Aécio vice de Serra; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; e que, nos anos militares, emprestava carros de reportagem aos torturadores.

(***) “Seu Frias”, fundador da Folha, dá nome à ponte estaiada (?) que os paulistas pensam que é bonita. O autor da façanha foi o Zé Pedágio. Logo adiante, fica a Avenida Jornalista Roberto Marinho, que recebeu esse nome por decisão da prefeita Martha Suplicy. O interessante nessa homenagem a Roberto Marinho é que Paulo Maluf transformou sua construção na obra pública mais cara do Planeta, abaixo, apenas, do custo da construção dos Jardins Suspensos da Babilônia.

(****) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista. Paulo henrique Amorim
Folha esconde que privatização prejudicou os mais pobres
Escrito por beatriz, postado em 31 dAmerica/Sao_Paulo julho dAmerica/Sao_Paulo 2009

Fonte: Revista Forum

Por Dennis de Oliveira

No domingo, dia 19 de julho, o jornal Folha de S. Paulo publicou uma boa reportagem sobre a diferença do preço da energia elétrica que favorece as regiões mais ricas e prejudica as mais pobres. Resultado: quem ganha menos paga mais e quem ganha mais paga menos. Mais ainda: as localidades mais carentes que necessitariam de mais investimentos pouco atraem as empresas operadoras de energia elétrica.

A explicação dos economistas e mesmo de representantes de empresas é clara: é mais caro para uma empresa a operação de distribuir energia elétrica em locais com menor consumo (portanto, lugares mais carentes) do que aqueles em que há um maior adensamento e potencial de aumento de consumo. Daí que regiões metropolitanas ricas, como a de São Paulo, contam com uma tarifa proporcionalmente menor que do Maranhão, por exemplo.

Tudo certo, porém faltou algo importante na matéria da Folha: que isto é uma conseqüência da política de privatizações do governo passado. É evidente que ao transferir para a iniciativa privada a operação de um serviço essencial, como o da energia elétrica, este ficaria sob as regras do mercado e é justamente esta lógica que explica a diferença tarifária em prol dos mais abastados. Em outras palavras, ao contrário da propaganda neoliberal disseminada amplamente, principalmente pelos meios jornalísticos na era FHC, a privatização não foi boa para a população.

De forma envergonhada, parece, a matéria da Folha apresenta como alternativa o “modelo de privatização” da telefonia que obrigou as concessionárias a administrar uma região mais rica com outra mais pobre - mas quem garante que isto obrigará a empresa a investir a mesma monta na região mais pobre que potencialmente traria menos resultados? E por que a “pluralista” Folha não apresentou também a solução da estatização deste serviço ou mesmo fazer uma crítica ao modelo de privatização?

O jornalismo tem uma esfera de consenso e uma de controvérsia admitida. A controvérsia admitida na Folha de S. Paulo é aquela que não atinja o coração do modelo de Estado instituído no final dos anos 90 pela aliança PSDB/DEMO, tanto é que o destaque dado a obtenção de recursos pela Fundação Sarney via lei Rouanet não foi dado também pelo mesmo procedimento adotado pelo Instituto FHC que obteve, pelo mesmo sistema, dez vezes mais recursos, oriundos de uma estatal estadual (Sabesp) e de empresas beneficiadas pela política de terceirização e privatização da gestão demo-tucana em São Paulo, para “digitalizar a obra (importantíssima!) do sociólogo FHC”
Dirce
Vale a pena ler o Miguel do Rosário, do Óleo do Diabo.

César Benjamin atravessou o Rubicão

Por todos os lados em que se analisa a acusação de César Benjamin, de que Lula teria assediado sexualmente um companheiro de cela, temos um caso de mau caratismo sem limite. A história, obviamente, caiu no colo da blogosfera de extrema-direita, que agora vai tentar faturar o máximo. Reinaldo Azevedo, o blogueiro da Veja, está soltando fogos. Obrigado, Cesinha, pela ajuda que prestou aos trabalhadores brasileiros.

César Benjamin não escreveu uma resenha do filme do Lula, como era a proposta do artigo, conforme dão a entender as fotos e o título. Também não falou em política. Fez uma fofoca suja, que agrediu todas as famílias brasileiras e compromete a reputação do presidente da república no exterior; e ao enfraquecê-lo dessa forma vil, atacando-o por baixo da cintura, atrapalha a posição do Brasil nos grandes fóruns mundiais.

Se pegarmos a página onde o texto é publicado e torcermos, sairá um líquido verde e gosmento, o suco concentrado da inveja. Cesar Benjamin, com o pretexto de resenhar o filme de Fábio Barreto, fala apenas de si mesmo, como a indicar o absurdo que Lula, e não ele, fosse o protagonista de uma obra que promete bater recordes de bilheteria.

(leia mais aqui)…

Beijos.
helô
é exatamente sobre essa camuflagem jornalistica que escreveve Azenha, qdo chama Otavinho e Benjamin de cafajestes.Aproveitaram do filme lula filho do Brasil, para falar ja de caso pensado e premeditado entre os dois, sobre o estupro.leio na internet e pela força que tem a indignação sobre isso, mesmo os opositores não gostaram da infâmia do jornal Folha de Sp, que ja esta com seus dias contados!!

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