Boicote total a Folha de São Paulo pela infâmia ao presidente

Quem deu vóz ao cesar foi a Folha de São Paulo, que reportou a injuria e difamação.Os leitores e brasilerios querem jornais imparciais, sem julgamentos fascistas e torpes.A matéria não encontra se mais nos portais devido a indignação dos brasileiros sejam opositores ao Lula ou não, a vileza foi maior que a democracia que Lula com a sua dignidade democrática deixa rolar nas manchetes escandalosas e aviltantes.mas agora desceu a ribanceira com odor fétido lixo sem reciclagem.Que seja feita uma eleição ano que vem mas com decência, e postura de um País que ja esta nas manchetes internacionais admirado pelo presidente colocar a casa em ordem em um país de dimensão continental!

"Transformar o outro em coisa inferior, para se colocar numa essência superior, é negar simultaneamente a sua liberdade e a própria. Enquanto o olhar de alguém objetiva o outro em coisa essencialmente inferior, o outro, por sua vez, olha e constitui esse alguém num carrasco e ele terá vergonha desse seu olhar. " Náuseas- Sartre

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Respostas a este tópico

Quando Benjamin denunciou a Boitempo
1) Trabalhava na Boitempo na época RT:@FT_Sosa César Benjamin já foi processado por Emir Sader e Ivana Jinkings http://tinyurl.com/yee9ehn

2) Na época Cesar Benjamin e Fernando de Barros e Silva já mostravam um entrosamento de Pelé e Coutinho.E ecoavam no blog do Azedo e na Veja.

3) Aqui (p/ assinantes) Marcelo Beraba, então ombudsman, explica no item 3 a malandragem do FBS editor/colunista http://tinyurl.com/ylmalsl

4) Nem Sader, nem Boitempo, aceitaram responder aos repórteres da Folha, chefiados pelo mesmo FBS que denunciou sem ouvir o outro lado.

5) Resumindo: desde então sabia que o Benjamin era trevas e fazia par coma Folha/Veja. Mas não imaginava que era capaz de algo assim...

6) Um ano dps a Boitempo publicou a enciclopédia Latinoamericana. Muito criticada pela Veja/Folha. Ganhou o prêmio Jabuti de livro do ano.

Abaixo os dois textos que ele linka nos posts do twitter:

NOTA PÚBLICA DA BOITEMPO EDITORIAL

A Boitempo vem sendo alvo de ataques por parte de veículos da mídia conservadora. Estes se prestam não a informar mas a divulgar supostas denúncias, não apuradas, feitas por César Benjamin contra Emir Sader e a editora da Boitempo, Ivana Jinkings.

Esta nota pretende esclarecer as pessoas que se relacionam com a editora – autores, leitores, jornalistas, colaboradores, livreiros etc. – em relação às acusações, divulgadas de forma leviana por alguns meios de comunicação e jornalistas da dita grande imprensa, que (ainda) é grande em tamanho embora cada vez menor em ética. Certos jornalistas não entendem, e seus chefes já não toleram, uma editora que sobrevive e cresce com um catálogo coerente e de qualidade, não pautado pela tábula rasa do mercado. Querem desabonar a Boitempo justamente porque não aceitam que nem todos se pautem pela ética do dinheiro, da obediência de escriba aos senhores do capital. Os ataques visam ainda a envilecer a esquerda: os que se vendem não admitem a existência dos que resistem. Assim, para os da mídia comprometida, não devemos nenhuma explicação.

César Benjamin acusa a Boitempo de ter superfaturado a edição do livro Governo Lula: decifrando o enigma , feito em parceria com o projeto Outro Brasil, que Benjamin integrou, e que foi financiado com recursos da Fundação Rosa Luxemburgo. A acusação foi lançada em meio a outras – primeiro por correio eletrônico, em 2004, o que motivou a editora a iniciar um processo por calúnia e difamação contra Benjamin – e agora é retomada, associando-se à agenda de jornalistas da Folha de S.Paulo e da Veja , interessados menos em verificar a autenticidade da acusação e mais em destruir a imagem pública de intelectuais de esquerda e da editora Boitempo. Por essa razão, não respondemos a questões enviesadas feitas após a publicação da denúncia – sem procurar ouvir o outro lado – por Fernando de Barros e Silva, para não lhes emprestar uma aura de legitimidade e imparcialidade que não possuem.

Aos fatos: a edição do livro foi orçada em 31,5 mil reais. Por quem? Pelo projeto Outro Brasil, cujo coordenador na época era César Benjamin, para ser feita por sua editora, a Contraponto. Agora, o editor aparece na revista Veja , notória porta-voz da direita, dizendo que a produção do livro custaria apenas 10 mil reais. Mas a verdade é que Benjamin, ao ser informado de que teria de se submeter a uma licitação (exigência da Fundação Rosa Luxemburgo), desistiu da publicação. E lamentava que com sua desistência a edição perdia, entre outras, vantagens como "a praticidade e a confiabilidade, na medida em que eu [César Benjamin] me tornava completamente responsável, diante da equipe e da Fundação, por assegurar a melhor combinação possível de qualidade, velocidade e custos". Alegava, após reconhecer que conseguiu da Fundação uma verba de 100 mil euros, que não poderia ser licitado e licitante, o que é correto, mas considerava correto ser contemplado sem a licitação! Ou seja, gostaria de fazer o livro, mas não aceitaria confrontar seu orçamento com o de outras editoras.

A Boitempo teve aprovado um orçamento de R$ 29.800,00. É provavelmente o primeiro caso de "superfaturamento" em que o custo final revelou-se menor que o orçado. Para entregar o livro na data acordada, a Boitempo contratou profissionais experientes; alterou-se a programação da editora, suspenderam-se projetos, assumiram-se custos, levando em conta a urgência da edição. Não era um projeto da Boitempo e sim um serviço a ser prestado. Benjamin, ao contrário, integrava (na época coordenava) o projeto Outro Brasil, era remunerado por ele, e ainda assim preparava a edição, sem crises de consciência, por quase 2 mil reais a mais. Como disse Dostoievski e um certo editor costuma lembrar, se Deus não existe, tudo é possível...

O livro foi produzido e entregue, com a qualidade, a pontualidade e a competência que são características reconhecidas da editora. O projeto como um todo, incluindo relatório financeiro, foi aprovado e renovado pela Fundação Rosa Luxemburgo.

Há dois anos, Ivana Jinkings pediu a Benjamin que se retratasse, que enviasse a sua resposta para as listas em que divulgou o e-mail difamatório; diante da recusa na retratação, recorreu-se à Justiça. Em uma nítida e completa inversão dos fatos, a Folha e a Veja não só trataram o processo de calúnia e difamação como contrário à Boitempo, em vez de sinal claro de sua seriedade, como também encararam o arquivamento do processo como se isso desse alguma razão ao acusado. Não divulgaram a verdade, que o processo era da Boitempo contra Benjamin, e que foi arquivado por questões de prazo (ficou sem acompanhamento jurídico ao ser transferido para Brasília, porém sua retomada está em curso), sem que o mérito da questão pudesse ter sido julgado.

Notícias filtradas, editorializadas, e que merecem nosso repúdio. Sem democratização da mídia, não haverá democracia no Brasil. As acusações de Benjamin são mais um capítulo dos ataques que a direita faz há tempos à esquerda. Quiseram pautar as eleições e perderam. Condenaram um professor e conseguiram unir um amplo espectro contra a decisão do juiz em processo movido pelo senador Jorge Bornhausen, cuja imagem nunca poderá ser dissociada do regime militar, do governo Collor e dos interesses dos banqueiros. Sartre, se vivo fosse, poderia se basear nesse episódio para escrever A náusea 2 .

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ombudsma/om1911200601.htm

na época era o marcelo beraba o ombudsman
"Estuprado" desmente César Benjamin. E agora, Otavinho?
Da revista Veja, que escondeu o desmentido no fim do texto:

Por liderar greves no ABC paulista, Lula passou 31 dias preso no Dops, em São Paulo, em 1980, com outros sindicalistas. VEJA ouviu cinco de seus ex-companheiros de cela. Nenhum deles forneceu qualquer elemento que confirme a história de Benjamin. Eles se recordam, porém, de que havia na mesma cela um militante do Movimento de Emancipação do Proletariado (MEP). “Tinha um rapaz com a gente que se dizia do MEP. Tinha uns 30 anos, era magro, moreno claro. Eu não o conhecia do movimento sindical”, diz José Cicote, ex-deputado federal. “Quem estava lá e não era muito do nosso grupo era um tal João”, lembra Djalma Bom, ex-vice-prefeito de São Bernardo do Campo. “Eu me lembro do João: além de sindicalista, ele era do MEP mesmo”, conta Expedito Soares, ex-diretor do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. O João em questão é João Batista dos Santos, ex-metalúrgico que morou e militou em São Bernardo. Há cerca de três anos, ganhou uma indenização da Comissão de Anistia e foi viver em Caraguatatuba, no Litoral Norte de São Paulo. Por meio do amigo Manoel Anísio Gomes, João declarou a VEJA: “Isso tudo é um mar de lama. Não vou falar com a imprensa. Quem fez a acusação que a comprove
Stanley Burburinho: É tudo uma tentativa de mudar de assunto


Fui preso 3 vezes pelo DOPS do Rio quando eu era menor de idade. Fui levado para um prédio na Praça Mauá onde hoje funciona a PF, onde se tira passaportes. Como não havia cela para menor, eu sempre ficava circulando pelo corredor que era ladeado por várias celas.

Os caras do DOPS tinham uma preocupação constante: não colocar, na mesma cela, menores de idade com adultos. O Juizado de Menores ficava de olho e sempre aparecia por lá e me perguntava se estava tudo bem comigo. A minha ficha tinha uma marca bem grande com a palavra Menor feita por um carimbo.

Acho difícil terem colocado um menor de idade junto com adultos em uma mesma cela. Se colocaram o rapaz do MEP, que na época era menor de idade, em uma cela com adultos, o Tuma que era o chefão dos gorilas, deveria ser processado hoje porque isso é crime grave e não prescreve.

Isso tudo é cortina de fumaça da chamada grande imprensa que continua pautando muita gente.

Estão desviando o foco. Alguém viu estampada em alguma grande mídia alguma manchete falando das doações da Camargo Corrêa ao candidato do Serra ao governo de SP? E que o relatório diz que foram doados U$ 45 mil ao Palácio dos Bandeirantes? Isso é uma bomba e é muito mais grave do que a operação Caixa de Pandora que pegou o Arruda do DF com a mão na botija. E quem está à frente do processo é o De Sanctis.
Quando surge esse tipo de notícia, sem pé e sem cabeça, desconfio, e tento ver o que existe por trás fazendo as seguintes perguntas: com essa matéria, quem sairia perdendo e quem sairia ganhando e de que lado está quem publicou? E de quem são as digitais nessa matéria? É o suficiente para entender essa armação sobre um fato que teria ocorrido há 15 anos.
Stanley, nao vi isso no blog-mae, você postou lá tb? Porque isso precisa tb de visibilidade externa à Comuna...
Vicentinho: "A Folha foi irresponsável. Deve desculpas ao Lula e ao Brasil"
Atualizado em 28 de novembro de 2009 às 15:18 | Publicado em 28 de novembro de 2009 às 15:15

por Conceição Lemes

José Vicente de Paulo, o Vicentinho, deputado federal pelo PT-SP, ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema e ex-presidente da CUT (Central Ùnica dos Trabalhadores):

"O César Benjamin, todos nós sabemos quem ele é e do ódio que ele tem do Lula.

Maldade maior foi da Folha. Publicar uma matéria dessa sem checar, é irresponsável. A Folha deve desculpas ao Lula e ao Brasil".
a folha já boicotei há muito tempo,qdo eles reabilitaram o Maluf,
e ele se elegeu prefeito,fui percebendo aos poucos e cancelei.
Qdo surgiu o PIG-partido da imprensa golpista,devolvi a veja,
digo devolvi pq já estava paga e eles insistiam em me mandar,
e eu devolvia (e expliquei de próprio punho ).
Então,boicote à folha!!!!!!!!!!!!!!!!!



Obs-Enqto os vira -latas latem a caravana passa!!!!!
Lula tira foto com artistas que participaram do filme "Lula, o filho do Brasil", que conta a história de sua vida. O presidente do Brasil esteve em São Bernardo do Campo neste sábado para assistir ao vídeo
Dirce voltou com a corda toda! O tópico está ótimo!
Gilberto Maringoni


Caro Duarte:

Você sabe do respeito imenso que tenho por você, por seu discernimento político e por sua história.
Por isso quero falar-lhe como amigo e companheiro.
Não acho correto darmos credibilidade ao Cesar Benjamin neste episódio.
Ele tem também um passado de lutas e uma capacidade de elaboração respeitável.
Mas há tempos, Cesar resolveu buscar um espaço em voo solo, descolando-se de qualquer ação coletiva.
Não sei exatamente o que se passa. Não sei se é uma vaidade imensa, não sei se é alguma questão política, ou se um modo de se fazer política com o fígado.
Uma denúncia como a que ele faz não é uma denúncia pessoal.
Só encontro paralelo recente no caso Miriam Cordeiro. Levanta-se um pecado íntimo para se atacar uma vertente política.
Por que a denúncia não foi feita antes?
Por que a denúncia foi feita na Folha?
Por que ela é feita quando o governo tem uma atitude digna na questão hondurenha?
Por que ela é feita quando Lula recebe um inimigo figadal de Israel?
Por que ela é feita quando há um afrouxamento mínimo na política monetária?
Por que ela é feita quando se travam as privatizações dos aeroportos?
Por que ela é feita quando a direita faz uma ofensiva de conjunto na América Latina?
Por que a Folha abriu uma página inteira a ela?
Por que ele faz isso na boca de uma campanha eleitoral?
Por que ele faz isso quando o candidato da direita - José Serra - começa a cair nas pesquisas?
O caso me evoca outra lembrança triste.
No início dos anos 1970, alguns militantes da esquerda revolucionária, muito jovens, não aguentando as torturas a que foram submetidos na prisão, foram para a TV.
Afirmavam estarem arrependidos da luta.
Anos atrás eu os classificava com o epíteto seco de 'traidores'.
Hoje, pensando no fato de serem adolescentes, pondero meu tom.
Não fizeram um papel edificante.
Causaram prejuízos irreparáveis.
Mas eram meninos acuados.
O caso mais evidente foi o de Massafumi Yoshinagui, da VPR. Foi até capa de Veja, em 1971. Viveu atormentado com seu gesto, até se suicidar em 1976, aos 26 anos de idade.
Quase 40 anos depois, Cesinha - que não é mais um menino - vai para as páginas e holofotes da grande mídia, fazer o que as classes dominantes querem.
Recebi notícias que blogs da direita estão difundindo o texto.
Conheço o Cesinha há cerca de 25 anos.
Sinto que nós o perdemos irremediavelmente.
Fico envergonhado com o papel que ele está desempenhando.
Seu passado não merece isso.
Mas a História irá julgá-lo.
Por ora fica na ponta da minha língua o adjetivo que usei contra os que foram à televisão naqueles anos.
E não encontro atenuantes para César Benjamin.
Faço votos que ele se dê bem no outro lado.

Abraços,
Maringoni


Gilberto Maringoni de Oliveira

GILBERTO MARINGONI DE OLIVEIRA é jornalista, doutor em História Social pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (2006) e graduado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo pela mesma universidade (1986). Tem experiência na área de História, com ênfase em América Latina contemporânea, História da imprensa e História do Brasil Império. Tem estudos focados nos temas: imprensa, escravidão, relações internacionais, endividamento público e modelos de desenvolvimento. É autor de nove livros, entre eles Barão de Mauá, o empreendedor (Aori, 2007), A Venezuela que se inventa - poder, petróleo e intriga nos tempos de Chávez (Editora Fundação Perseu Abramo, 2004) e A revolução venezuelana (Edunesp, 2009). É professor de jornalismo na Faculdade de Comunicação Cásper Líbero, em São Paulo e bolsista do Programa Nacional de Pesquisas Econômicas (PNPE) no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).
(Texto informado pelo autor)
Maringoni,

Não esperava vê-lo aqui.
A palavra que você evitou eu posso dizê-la: joguete da direita, em bom português traidor.
As suas perguntas são oportuníssimas, e as reproduzo:
Por que a denúncia não foi feita antes?
Por que a denúncia foi feita na Folha?
Por que ela é feita quando o governo tem uma atitude digna na questão hondurenha?
Por que ela é feita quando Lula recebe um inimigo figadal de Israel?
Por que ela é feita quando há um afrouxamento mínimo na política monetária?
Por que ela é feita quando se travam as privatizações dos aeroportos?
Por que ela é feita quando a direita faz uma ofensiva de conjunto na América Latina?
Por que a Folha abriu uma página inteira a ela?
Por que ele faz isso na boca de uma campanha eleitoral?
Por que ele faz isso quando o candidato da direita - José Serra - começa a cair nas pesquisas?
Aqui fico, matutando, é mesmo o desespero, são os últimos petardos do arsenal estabilishment -Serra+Mídia+Capital Financeiro - é o momento da inflexão.
Explico é agora que o Governo Lula reúne as condições de objtivas de dar um salto de qualidade.É a hora é agora de aprofundar e avançar ; melhorar a política monetária com maior força para a política de afrouxamento, evitar a valorização do real com medidas de política monetária, onde fica, mais e mais, clara a importância e a liderança do min. da Fazenda. A perspectiva que se desenha, alvissareiramente, é de que Dilma Rousseff desempenhará, com o preparado já demonstrado, o seguimento desta política exitosa no front interno e com certeza na política externa.
Como você disse é dentro de um contexto de muitas vitórias do Governo Popular e Democrático que se coloca a mais esta manobra sórdida urdida pelo conservadorismo desesperado .
Grande Abraço.
Adnan El Kadri


Lula se emociona ao assistir filme sobre sua trajetória.


Devanir Ribeiro é deputado federal pelo PT-SP, ex-metalúrgico e ex-dirigente sindical.

31 dias na mesma cela que Lula
Disse-è revanchismo

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