Boicote total a Folha de São Paulo pela infâmia ao presidente

Quem deu vóz ao cesar foi a Folha de São Paulo, que reportou a injuria e difamação.Os leitores e brasilerios querem jornais imparciais, sem julgamentos fascistas e torpes.A matéria não encontra se mais nos portais devido a indignação dos brasileiros sejam opositores ao Lula ou não, a vileza foi maior que a democracia que Lula com a sua dignidade democrática deixa rolar nas manchetes escandalosas e aviltantes.mas agora desceu a ribanceira com odor fétido lixo sem reciclagem.Que seja feita uma eleição ano que vem mas com decência, e postura de um País que ja esta nas manchetes internacionais admirado pelo presidente colocar a casa em ordem em um país de dimensão continental!

"Transformar o outro em coisa inferior, para se colocar numa essência superior, é negar simultaneamente a sua liberdade e a própria. Enquanto o olhar de alguém objetiva o outro em coisa essencialmente inferior, o outro, por sua vez, olha e constitui esse alguém num carrasco e ele terá vergonha desse seu olhar. " Náuseas- Sartre

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O desespero da Folha é pior do que a mente de Benjamim


Cesar Benjamim é uma mente doentia. Alguém que inventa histórias e constrói tramas para desqualificar aqueles com os quais por muitas vezes teve longo relacionamento.

Para quem não se lembra, esse é o sujeito que “denunciou” Emir Sader quando a editora dele não foi escolhida para fazer um trabalho que o sociólogo coordenava.

Era amigo de Sader por muito tempo, mas como seus interesses comerciais não foram atingidos, decidiu acusá-lo publicamente de corrupto.

Este Cesar Benjamim também é o mesmo que trabalhou no programa de governo de Garotinho quando imaginava que aquele poderia ser o candidato do PMDB à presidência da República.

Era um dos “cérebros” do ex-governador na construção de um programa nacionalista.

Mas como a candidatura do ex-governador não emplacou pelo PMDB, este mesmo Cesar Benjamim se filiou ao PSol e saiu candidato à vice-presidência da República na chapa de Heloísa Helena.

Provavelmente porque passou a achar que Garotinho não era mais o caminho a verdade e a vida. Mas sim HH.

Não foi só do PT, partido ao qual foi filiado, que saiu atirando. Também tretou com Garotinho e com o PSol. Benjamim não é só craque em produzir inimigos. É especialista em delação pública sem provas.

Se alguém com um currículo desses procurasse seu jornal para denunciar o presidente da República de ter tentado enrabar (vamos usar o português claro) um jovem nos dias em que era preso político, o que você faria? Publicaria o artigo?

E se essa mente doentia ainda citasse nominalmente uma única pessoa como testemunha, o que você faria? Não ouviria a testemunha e publicaria o artigo?

Cesar Benjamim é uma pessoa sem caráter, um psicopata da política. Pessoas assim existem. E vivem buscando jornais para acusar seus adversários. Jornais, em geral, as ignoram.

Por isso, neste episódio, o que mais me assusta é ver a Folha valer-se de uma mente insana para tentar atingir a reputação de alguém a quem se contrapõe politicamente.

Se a direção deste jornal considera isso válido para atingir seus objetivos, por que não sustentaria um golpe para derrotar esses mesmos adversários políticos?

A iminente derrota da oposição em 2010 e a falta de perspectiva política desse grupo nos próximos anos estão levando a uma radicalização midiática que não é só nojenta. É preocupante.

É bom os partidos da base do governo ficarem atentos a isso.

(Blog do Rovai)
Maria Dirce,

O boicote é total à Folha, que se prestou A MAIS este papel sórdido de denegrir e sujar a figura do Presidente da República. É a mesma turma do Entreguismo, que esta a rilhar os dentes de raiva e inveja dos acertos de um grande governo exitoso.
A mais esta tentativa vã, soez e sórdida, de sujar o brilho dos êxitos deste Governo, atacando de forma fraudulenta a sua figura máxima. É dessa oposição no seu conubio incestuoso com a gde mídia (no caso essa Folha, que deve ser impressa com côco).
A reação foi pronta esse fracassado raquítico, que assaca as injúrias, contra a figura maior do Presidente da República, deve estar matando os seus fantasmas de seus sem números de fracassos, se prestando a marionete da nossa direita atrasada e oportunista.
Fico aqui pensando e um sujeito desses, ainda posa de intelectual de esquerda.
Bom o predidente sociólogo, nos enganou por décadas e hoje defende a maconha.
Atenção companheiros democratas e progressistas, cuidado com os traíras e trânsfugas, estes, por certo nem no Inferno de Dante terão lugar e de nós só merecerão um olhar de indiferença.("Guarda e passa.")
Já estamos boicotando a publicação fraudulenta.


Segundo a assessoria do presidente, Lula se emocionou em diversos momentos da história. Mas, ainda conforme a assessoria, estava muito cansado e, por isso, não quis comentar o filme com a centena de jornalistas que o aguardava
Texto do Alípio Freire que achei genial sobre esse episódio (extraído do Azenha):

Grande camarada Maringa,
meu Irmão,

esta sua mensagem sobre o César Benjamin foi - até este momento - a melhor e a mais adequada e equilibrada reflexão e manifestação que li a repeito (não incluídas aqui as manifestações testemunhais, como as de José Maria de Almeida, Silvio Tendler, Oded Grajew, etc.).

Pretendo me manifestar sobre o assunto, que considero de uma gravidade imensurável, de desdobramentos que se estendem muito além dos eleitorais, e que emitem os mais sinistros presságios. Mas, não extamente agora.

Desde o primeiro momento, o episódio me fez lembrar repetidas vezes o livro "A honra perdida de Catarina Blumm", do alemão Heinrich Böll (posteriormente transformado em filme "A honra perdida de uma mulher", que não assisti, e cujo diretor não lembro quem tenha sido).

Você e vários outros camaradas conhecem muito bem a minha posição crítica e reservas com relação às políticas desenvolvidas pelo PT (do qual sou um dos fundadores, e ao qual permaneço filiado) e pelo Governo. Não me deterei em discutir o suposto episódio ao qual se refere César Benjamin.

Primeiro, por que não acho que este seja o centro da questão; segundo, por que me sinto absolutamente esclarecido com os depoimentos dos demais companheiros que estavam na reunião invocada por César e, mais ainda, pela declaração do companheiro Zé Maria, do PSTU.

O centro da minha preocupação é a "naturalização" e "banalização" das práticas de matriz fascistóide, onde se despolitiza a política, e se a substitui por escândalos (ou supostos escândalos - como neste caso) sobre a vida privada dos sujeitos políticos.

Esse tipo de banalização é ainda mais grave, quando (por estarem "naturalizados") esses métodos passam a ser praticados até mesmo por pessoas que se propõem de esquerda, ou assim se apresentam; e até por militantes de longa história de luta - como o caso César Benjamin.

Espantam-me também alguns textos que, na sua legítima ansiedade de defender o presidente Luiz Inácio Lula da Silva da acusação (calúnia/difamação) de que foi alvo, invertem o sinal da equação, e procedem acusações semelhantes contra o proprietário/herdeiro do Pasquim da Barão de Limeira.

Decididamente não nos interessam os segredos e práticas privadas de alcova de qualquer cidadão enquanto espetáculo público, voyeurismo, prazeres solitários, ou o que quer seja. Trazê-los para a discussão, é igualmente (e muitas vezes sem perceber - obviamente) dar seqüência aos métodos e práticas fascistizantes aos quaos nos referimos acima. O essencial é exatamente mudarmos esse tipo de lógica (em nossas cabeças) e de prática (em nossas ações políticas - ou ações de qualquer ordem).

Deixar também que a nossa indignação se limite à questão eleitoral, e tentarmos inverter apenas o jogo dos votos, esbarra no mesquinho, no imediatismo, no oportunismo. É preciso irmos sempre mais fundo, pois - numa questão desse tipo - o debate e disputa não são apenas político-eleitorais, ou simplesmente políticos (no sentido restrito). Em coisas desse tipo coloca-se claramente uma disputa de valores, uma disputa ideológica. E, ou estamos atentos para isto ou, imbuídos dos mais nobres sentimentos e intenções, estaremos reproduzindo de forma ampliada os valores e métodos do inimigo, valores que devemos sepultar, se queremos uma sociedade igualitária e livre.

Aliás, diz-nos um velho camarada de boa cepa que, "esquecer os objetivos maiores e de longo prazo, em função de pequenas vitórias imediatas, sempre foi e será oportunismo" (Teses sobre Feuerbach - citado de memória).

Ou seja, para além da inverdade da acusação, o que desqualifica funtamentalmente o texto "Os filhos do Brasil" e o jornal que o publicou, é sua matriz ideológica fascista - e este é o mais sinistro sintoma dos tempos que vivemos. É desse ponto de vista que devemos partir, até mesmo para nos defendermos dos danos eleitorais, que é o óbvio objetivo do texto e de sua publicação no atual contexto.

Putabraço a todos,
Alipio Freire
Katharina mantinha um romance com um homem casado,ela não sabia que tinha acabado de se envolver com um dos criminosos mais procurados pela inteligência alemã, um assaltante de bancos.
De um simples caso de polícia, a história de Katharina vira um escândalo nacional quando o repórter Werner Töetges, do jornal sensacionalista Zeitung, passa a cobrir o caso. Sem escrúpulos e em busca apenas de fatos chocantes para publicar – sendo verdade ou não – o jornalista passa a perseguir todas as pessoas que faziam parte da vida pessoal da jovem: seu chefe, seu ex-marido, vizinhos, a mãe doente na Unidade de Tratamento Intensivo de um hospital.

fui no google ver a resenha e aqui esta.
Na arte como na vida, esqueci de escrever.
Trabalho rápido! Viva a Dirce!
Tb gostei muito do texto, quando o li no Azenha. Porque acho que há uma questao de valores nesse caso. Nao dá para desculpar ignominias em nome do passado, ou das posições dos seus autores. E nao se trata de moralismo, mas sim de defesa daquilo que queremos, por isso gostei do texto. Se abdicarmos disso, entao estamos abdicando tb do que dizemos pretender.

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