Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) publicaram na última edição da revista especializada "Science" uma carta sobre os impactos do novo Código Florestal para a preservação das comunidades de anfíbios.

 

De acordo com os cientistas, mesmo os pequenos fragmentos de matas ciliares ou das propriedades rurais são importantes para a biodiversidade desses animais. Essas áreas oferecem, além de refúgio, corredores de dispersão que ligam regiões importantes para a busca de alimentos e reprodução. Qualquer alteração que se traduza em redução de vegetação nativa pode gerar perdas de espécies, homogeneização da fauna e diminuição das populações.

 

"Pretendemos estimular um conjunto de reflexões integrando ecologia, sociedade e políticas públicas", disse à Folha um dos autores do documento, o biólogo Fernando da Silva, da Unesp de São José do Rio Preto. A ideia, de acordo com Silva, é informar os cidadãos "e estimulá-los a pensar e agir sobre problemas ambientais com base em dados científicos, e não em especulações".

 

O novo Código Florestal foi votado e aprovado há uma semana na Câmara.

 

Alterações - O texto prevê, entre outras mudanças em relação ao vigente, o fim da proteção à mata nativa em pequenas propriedades rurais e a diminuição da mata ciliar. Ele ainda tem de ser aprovado no Senado antes de entrar em vigor. Para os autores da carta, essas medidas levam a uma maior fragmentação ambiental, colocando os animais sob risco de perder sua diversidade genética, já que terão dificuldade de achar parceiros com bom nível de diferenças genéticas, por estar isolados.

 

Os cientistas lembram também que a regulação da qualidade das águas, a polinização de lavouras e o controle de pragas são serviços gratuitamente fornecidos pela vegetação natural. Com a diminuição das matas, muitos desses serviços seriam perdidos, prejudicando a todos, argumentam. De acordo com os cientistas consultados, a repercussão internacional da carta está sendo bastante "positiva".

(Folha de S. Paulo, e publicado no Jornal da Ciência, da SBPC, em 31/05/2011)

 

Em tempo: quem irá se preocupar com meia duzia de sapinhos e pererecas se isso for de encontro ao GRANDE PROJETO DE DESENVOLVIMENTO DO BRASIL, né mermo?

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alexandre,

como a imprensa, com seu filtro nojentamente ideológico, está sabotando as informações, acho importante esta declaração que recebi acompanhada do seguinte preâmbulo:

 

"Companheiros,

no congresso nacional estamos em minoria em relação ás questões que envolvem o código florestal. O PT, junto com os pequenos PSOL e PV, ficou isolado na defesa de um código que ajude a preservar o que resta das florestas. Alguém ouviu alguma coisa dos tucanos verdes paulistas? Onde se meteram o Xico Graziano, Bruno Covas, Tripoli, Feldman, Eduardo jorge, etc.? Sobrou pro paulo teixeira (e pasmem, vacarezza) defender uma posição mais avançada! É profundamente injusto critica-los."

 

A DEFESA DO CÓDIGO FLORESTAL

A bancada do PT defende uma proposta de Código Florestal equilibrada, que respeite nossas condições naturais de potência agrícola e ambiental. Nessa primeira etapa da batalha pelo Código que queremos, não obtivemos sucesso. Quem perdeu não foi o governo, nem o PT. Perdeu o Brasil. Mas confiamos na força de mobilização da sociedade e nas negociações ainda no Senado e no retorno do texto à Câmara, para chegar a um texto mais equilibrado.

 

Se, após passar por todos as votações do Congresso Nacional, não conseguirmos evitar um texto que contenha anistia a desmatadores, já pedimos à presidenta da República o veto.

 

Como l íder do PT, trabalhei para que o governo tivesse uma posição. Ao fechar posição, a bancada do PT seguiu a orientação de governo.

 

Histórico do projeto

Primeiro, é preciso lembrar que o PT votou contra o relatório de Aldo Rebelo (PCdoB-SP) na Comissão Especial que analisou o tema em 2010. Avaliou, na época, que o texto apontava vários retrocessos na política ambiental brasileira.

 

No início deste ano, a bancada do PT pediu e o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), criou uma Câmara de Conciliação. O instrumento foi importante para que o maior número possível de vozes fossem ouvidas: ambientalistas, produtores rurais e cientistas, ponderando melhor todas as consequências da alteração do Código.

 

Como partido de governo, o PT também trabalhou para que o Poder Executivo tivesse uma posição única, que representasse as visões dos Ministérios da Agricultura, do Meio Ambiente, e do Desenvolvimento Agrário.

 

A partir desses movimentos, o relatório melhorou consideravelmente. Voltaram ao texto a reserva em topos de morro – que antes havia sido retirada e foi mantida a Reserva Legal em 80% na Amazônia Legal, 35% no Cerrado e 20% nos outros biomas. A Área de Preservação Permanente (APP), que antes havia reduzido para 15 metros, voltou a ter 30 metros nas margens de rio.

 

Ao mesmo tempo, o governo trabalhou pela inclusão de temas caros aos pequenos agricultores. Além disso, foi construída uma solução que traz para a legalidade os plantios de café, uva e maçã em áreas de relevo, sem abrir mão da preservação dos topos de morro. Também fica regularizado o cultivo do arroz em áreas de várzea.

 

Posição da bancada

Com esses avanços, a bancada do PT decidiu seguir a posição de governo e votar com o relatório, mesmo mantendo profundas críticas ao projeto, que foram apresentadas em Plenário e que vamos continuar lutando para alterar.

 

O relatório de Aldo ainda define como “área consolidada” os terrenos desmatados até julho de 2008, liberando, na prática, os produtores rurais de fazer o reflorestamento. O texto também exime da recomposição os proprietários de terrenos de até quatro módulos fiscais – o que pode chegar a até 400 hectares na Amazônia.

 

Além de seu efeito prático para as áreas já desmatadas, a medida estimula novas queimadas e até o fracionamento de grandes áreas em propriedades menores, de até 4 módulos para permitir desmatamento.

 

Optamos por destacar, e votar contra, esses trechos, que consideramos extremamente nocivos ao país, e votar o restante do texto, resultante das negociações entre parlamentares e governo.Continuaremos lutando para suprimir as partes do texto que atentam contra nossa biodiversidade.

 

Concentramos nossas forças em derrubar a emenda 164, do deputado Paulo Piau (PMDB-MG), que consolida atividades agrosilvopastoris desmatadas descaracterizando as Áreas de Proteção Permanente (APP) no meio rural.

 

A emenda transfere aos estados o poder de decidir quais atividades podem justificar o desmatamento de Áreas de Preservação Permanente (APP) e anistia multas.

 

Para derrubar essa emenda, extremamente nociva ao meio ambiente e ao futuro de nosso país, faltaram menos de 50 votos. Nós, do PT, continuaremos tentando derrubar essa emenda no Senado, ou então pedirei à presidenta da República o veto dessa medida.

 

Queremos um Código Florestal equilibrado, que garanta nossa produção agrícola sem abrir mão de nossa biodiversidade. Para isso, continuaremos fazendo o debate com a sociedade civil, comunidade científica, agricultura familiar e outros setores para oferecer finalmente ao país um Código Florestal que mantenha o Brasil como potência agrícola e ambiental.

Paulo Teixeira
Deputado Federal e líder do PT na Câmara dos Deputados

 

Luzete, vou republicar pela rede esta carta do Deputado Paulo Teixeira.
O voto a favor deste criminoso Código Florestal, encabeçado pelo deputado Aldo Rebelo do Pc do B e sua tropa, da "ruralista Kátia Abreu e seus comparsas, foi o voto da insanidade e do partidarismo corrupto. Em jogo o nosso Meio Ambiente e pessoas como Popós, Tiriricas, Romarios, Beneditas, Jandiras, Stephans, e tantos que não entendem nada de Meio Ambiente e, ainda tiveram como exemplo a seguir o nosso Vice-Presidente Michel Temer do PMDB, que por divergências com o Palocci, a ser resolvido em outras instâncias, faz com que a totalidade do seu partido desse o voto sim a esta vergonha nacional. Com um vice birrento assim, este país não vai pra frente. É seu Temer teu nome entra para a listra negra da História do Brasil.
O problema é que o debate com a comunidade científica não houve. Os Centros de Ciências Biológicas das universidades brasileiras estão se mobilizadno para levar um manifesto nacional à presidenta, no sentido de, ao menos, olhar com carinho o Código e vetar o quer for necessário.

Caro Alexandre

Depois voce não tem paciencia comigo, coloca um topico desse, e espera que o Tião não dê nenhum pitaco nisso, insisto, não desisto, não quero que fique nisso, tambem não quero rebuliço, apenas escrevo com a melhor das intenções, porem, sem provocações, que fique claro minhas colocações.

Apesar das pauperrimas rimas, tenho pitacos pra voce aqui, como segue:

Quando voce reclama que não houve discusão academica e entre profissionais da area, não houve mesmo, só são publicados assuntos que interessam aos grandes dominadores, (voce ja ira pensar, la vem o Tião com sua teoria da conspiração) como vê estou em prosa e versos hoje, não me provoque.

Quem e quais foram os cientistas que divulgaram isso? voce teve curiosidade de procurar ?

Isso saiu publicado no IHU Instituro Humanista Unisinos, como tinha um assunto muito interessante, voltaram a publicar na Folha de s.Paulo, "cientistas", basta o Tião escrever algo que interessa aos dominadores da informação, não demora muito e passarão a informar que Dr Tião escreveu que .....

Agora como o tiãzinho não pensa assim, jamais poderemos esperar algo do tião publicado em qualquer lugar se não esse democratico espaço do nosso eximio cavaquinho chorão. Primo Luis.

Como ja disse uma vez, os caras promovem a cientista qualquer curioso que se disponha a escrever o que estão precisando publicar, e mais se voce tiver um cracha de algum instituto ou repartição publica de qualquer nivel, federal, estadual ou ate mesmo municipal, ai fica muito facil ser elevado a categoria de cientista, com direito a publicação no "Science", experimente escrever algo interessante e encaminhe para os caras, duvido se não sera publicado com o titulo de Dr Alexandre, cientista famoso de SC, esceveu .....

 

 

abraços

Sebastião, não entendi nada.

Quero dizer que sou um cidadão brasileiro. Sou socialista. Sou biólogo. Sou pai de família. Apenas algumas coisas, de outras que não cabem aqui, que me credenciam a estar preocupado com o futuro. Sou preocupado, sim, com isso. Do que será daqui pra frente e o que podemos fazer para viver melhor. Nós e nossos filhos e os filhos deles ad aeternum.

Viver melhor não significa ter cartão de crédito, ir a xópins, ter vaga na garagem, poder comer camarão e lagosta e beber um blue label.

Eu não frequentei uma faculdade para dizer aos amigos que tenho um diploma na parede, ou que posso ter prisão especial. Nem para sair garganteando uma vaidade tosca. Ao contrário, foi para obter conhecimento e aplicá-lo na vida melhor do lugar onde moro, dos meus que conheço e dos que não conheço.

Não estou preocupado, por isso, em dizer e defender as coisas que digo para parecer bacaninha, ter um DR. à frente do nome, em ser o cara. Nada disso. Minhas inclinações são outras. Se você entende tudo isso diferente, lamento por você. E, a propósito, felizmente muita gente que conheço está no mesmo barco que eu. E somos a maioria.

Alexandre

 

Felizmente a prisão especial acabou para quem tem nível superior, ou seja, qualquer coisa, vamos para vala comum (como sempre deveria ser).

 

Agora, sobre a provocaçãozinha (citação de frase minha feita noutro assunto) é antes de tudo, falta total de observação de tua parte, em nenhum momento em qualquer fórum, neste e em outros opinei sobre o código florestal.

 

Não acharás opinião minha sobre o assunto em qualquer local! E continuarei sem opinar. Por que? Simples, como não conheço o assunto, não gosto de escrever besteiras só para aparecer minha foto com ou sem chapéu ao lado.

A que você se refere?

Alexandre, eu vou republicar pela Rede este post.

Tenho lido a discussão dos senhores neste fórum do CÓDIGO FLORESTAL ! !

Gostaria de poder ajudar na reflexão dos fatos e pensamentos, sem querer ofender gratuitamente/pessoalmente.

 Sou agrônomo, e fiz muitas averbações de RL (reserva legal), identificações de APP e Soluções ambientais para empresas, proprietários rurais pequenos familiar e grandes em vários estados. Área especifica é Geoprocessamento mais voltado a área rural e agrimensura. Minha dissertação de mestrado esta no Grupo "Teses e dissertações" aqui no blog do Nassif para quem tiver maiores interesses na área. ok?

 A dissertação tem muito a ver com as questões ambientais e a discussão do novo código florestal. Nela "apresento" a tecnologia "GIS/SIG" de forma um pouco mais especifica voltado para o caráter multidisciplinar. Não quero fazer propaganda, pois este não é o objetivo e a dissertação nem é para isso. Tenho caráter.

A relevância desta discussão é enorme!

Não estão em jogo nesta conduta apenas RLs, APPs, Larguras, Biomas, Soja, Alimentos, Preços, Exportações, Fazendas, ONG´s, Erosão, Mídia, Preconceitos, Safras e conjunturas políticas.

Sim toda “Cultura Agrícola Brasileira”.

A bandeira deve ser hasteada com orgulho de ser o que somos!!

Os votos devem ser agora cobrados!

“TIRO NO PÉ-2”

Vou repetir a parte importante que coloquei no primeiro texto:

“A relevância desta discussão é enorme!

Não estão em jogo nesta conduta apenas RLs, APPs, Larguras, Biomas, Soja, Alimentos, Preços, Exportações, Fazendas, ONG´s, Erosão, Mídia, Preconceitos, Safras e conjunturas políticas.

Sim toda “Cultura Agrícola Brasileira”.

A bandeira deve ser hasteada com orgulho de ser o que somos!!Os votos devem ser agora cobrados!”

A relevância da discussão refiro a sua importância e o efeito que possam ocorrer após a aprovação deste novo código florestal. Não podemos ignorá-lo nem fingir que não estamos sabendo. Temos que atuar de forma sábia e racional sem temer a marcação de uma posição sólida tranqüila leal as nossas convicções.

O comportamento das nossas ações e atitudes sempre comprometidas com o que pensamos. Na realidade não só com argumentos mas fatos e exemplos que possam ratificar e provar o que queremos.

“Apenas RLs, APPs, Larguras, Biomas, Soja, Alimentos, Preços, Exportações, Fazendas, ONG´s, Erosão, Mídia, Preconceitos, Safras e conjunturas políticas”.

Na conduta para as mudanças deste código não podem ficar reduzida apenas nestes fatores. Estes pontos do código que me referi não deixam de ser importantes e discutidos “ponto a ponto”. Tenho interesse em discuti-los um a um.

A cultura agrícola brasileira em um contexto amplo histórico foi colocada sim, entendo que ela sim deve ser discutida, debatida e entendida. Concordo com as colocações de que devemos mudar de estratégia e entrar num confronto direto com a antiga visão de que seremos o “seleiro do mundo”. Aquele pensamento colonialista impera no meio rural. “Temos que dar nomes aos bois”.

A bandeira deve ser hasteada com orgulho de ser o que somos!!Os votos devem ser agora cobrados!”

Temos orgulho de ser o que somos não concordamos com a estratégia que colocou no debate “ONGs internacionais” um verdadeiro “tiro no pé” da nação brasileira.

http://www.4shared.com/audio/kTvyhRIO/meu_pas.html

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Estarrecido, talvez seja a palavra correta!

 

Numa entrevista entre o deputado Aldo Rebelo, do Pc do B, com repórteres da Rede Bandeirantes de Televisão, domingo, dia 05 de junho de 2011:

O entrevistado falou o que quis, dando como verdadeiras as suas opiniões, idéias sobre o Código Florestal Brasileiro. Fiquei estarrecido!!!

Como um sujeito deste pode ser tão hipócrita e mentiroso, descarado nas suas afirmações, convictas para ele e seus interessados.

O maior descalabro: "98% da Floresta Amazônica esta intacta", quando sabemos que é a região que mais vem sendo agredida no país. As imagens dos satélites provam isto.

Criminoso  ao dizer que a Presidenta Dilma Rousseff não esta a par sobre os problemas ambientais da Região Amazônica, se o mesmo fala em "problemas ambientais" é porque eles existem. É muito cinismo.

Quando em votação do Código Florestal na Câmara dos Deputados em Brasília, é anunciado os assassinatos dos extrativistas e defensores da Floresta Amazônica, Sr. José Cláudio Ribeiro da Silva e sua mulher Maria do Espírito Santo da Silva, foram aos gritos, ovacionados, pelo Deputado Aldo Rebelo, pela ruralista Kátia Abreu e sua tropa. Vergonhoso, triste espetáculo. Estas são as pessoas que querem o bem do Brasil? Popós, Tiriricas, Romarios, Jandiras, Beneditas, Garotinhos, Stepans e tantos que não entendem nada de Ecossistemas, Biomas, Biodiversidade, Desequilíbrio Ecológico!!!

Um país continente tem terras suficientes para o pasto e a agricultura, não precisa desmatar encostas, morros, montanhas, matas ciliares, Áreas de Proteção Ambiental Permanentes, nossas riquezas naturais.

Foi muito bom ouvir este hitler do Meio Ambiente, escutar tanta ignorância, sutileza e descaso com a soberania brasileira. Políticos que só visam seus bolsos fraudulentos e não estão nem aí para a sociedade brasileira.

O que vem ocorrendo claramente nos estados de Matogrosso e Matogrosso do Sul, o paraíso das madeireiras, sem falar do Pantanal, onde impera a ilegalidade, a caça e pesca predatória da nossa fauna em extinção.

Os ex-Ministros do Meio Ambiente Marina Silva, Carlos Minc e outros, segundo o deputado Aldo Rebelo, são mentirosos?

O que esta acontecendo na Região Amazônica é caso para a Polícia Federal e Forças Armadas.

Exemplos deixados por Orlando e Cláudio Villas Boas. Chico Mendes e Doroty Stang que deixaram em solo brasileiro o seu sangue, covardemente assassinados por defender a natureza e as minorias marginalizadas. E a situação se repete com a morte dos extrativistas José Cláudio Ribeiro da Silva e sua mulher Maria do Espírito Santo da Silva, também assassinados.

Restam 20% do Cerrado. 7% da Mata Atlântica. Caatinga.Araucárias. Pampas. Biomas únicos no planeta, sendo arrasados.

Como disse o Marechal Rondon:"Morrer se preciso, matar nunca".

Nesta "entrevista" falou-se sobre o Rio São Francisco e tudo bem, ótimo. Só não disse que o rio esta assoreado em vários estados por onde percorre em virtude da derrubada de suas matas ciliares, que ocasionam a diminuição do seu volume d'água e de outro importantes rios brasileiros que estão agonizando. Em momento algum ouvi falar de reflorestamento e de perdas de manaciais.

Nós, o povo, a sociedade brasileira, homens e mulheres de bem, Cientistas, profissionais, dizemos Não a este Código Florestal Brasileiro, que só favorece a interesses escusos e a destruição da maior biodiversidade do planeta.

"98% da Floresta Amazônica esta intacta"! Conta outra Sr. Aldo Rebelo. Isto é caso de polícia!!!

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