Gente, só fiquei sabendo disso hoje. Tô passada! Aguém do RJ pode me dizer se essa emenda foi mesmo aprovada?
Emenda da deputada Myrian Rios destina R$ 5 milhões para jornada que trará Papa ao Rio
Marcado para acontecer em 2013 no Rio de Janeiro, a Jornada Mundial da Juventude, um evento católico que trará o Papa Bento 16 ao Rio de Janeiro, provoca polêmica e já arranca críticas da população. O Aterro do Flamengo será o palco principal, mas ocorrerão atividades paralelas em diversos pontos da cidade.
Os cariocas já reclamam do possível caos que toda essa movimentação deverá trazer a cidade. Mas o que chama mais a atenção dos cariocas é que a Jornada Mundial da Juventude poderá ser financiada com dinheiro público, recursos que poderiam ser destinados a hospitais, escolas e outros benefícios.
A emenda que prevê esses recursos foi apresentada pela deputada Myrian Rios e aprovada na Assembleia Legislativa do Rio em 28 de novembro. A emenda determina que o governo do Estado gaste R$ 5 milhões do orçamento do ano que vem para a Jornada. A deputada faz parte do movimento da Renovação Carismática ligado à Igreja Católica.
Para a verba ser liberada, só falta a sanção do governador, que tem até o dia 22 deste mês para aprovar o orçamento para 2012. São 8.000 emendas para serem analisadas, incluindo a da Jornada Mundial da Juventude. De acordo com o teólogo Rubens Teixeira, “é um absurdo privilegiar uma religião em detrimento de outras”.
O texto é claro: são R$ 5 milhões para a realização e divulgação da Jornada. O deputado estadual Édino Fonseca é contra a utilização do dinheiro do contribuinte para a promoção de um evento católico, advertindo que o Estado é laico. A deputada Myrian Rios, autora da emenda, foi procurada, mas não se pronunciou sobre o caso.
Fonte: R7
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Analú,
Não vi nenhum concerto ao ar livre aqui no Ibirapuera, vazio e com pouco público. Sempre muito variado, atento e gostando do que vê.
É evidente que tem que haver uma certa adaptação de repertório para estes concertos, até por serem ao ar livre. Gosto, como tudo o mais se forma. É preciso ao menos dar a chance.
Há música popular de alto padrão técnico e de gosto popular (seja lá o que for isto).
Se você só oferece axé, é axé que vai ser popular...
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Que sacana, hein, Alexandre? Tentando empurrar meus tópicos lá pra baixo... Atitude de petista.
kkkk que bonitinho!
Vamos abrir mais tópicos culturais e/ou de lazer? Ah que maçada estar com pouco tempo por esta temporada...
Um de charges seria legal...
Viva ele! Benvindo de volta! Abs
@Gil, acima: Gil, concordo que deva ser oferecida uma programaçao com preocupaçao de qualidade. Mas nao só, e sobretudo o povo tem direito a escolher o que quer ver. É preciso oferecer várias coisas para que ele possa ter escolha. Mas nao pode ser imposto um padrao de "bom gosto".
Você sabe que Adorno já achava o jazz uma merda comercial? Boa para ele era a música dodecafônica... Meus pais achavam Beatles barulho puro (e eu confesso que tendo a achar uma merda a música brasileira pós Djavan, já com boa vontade...). Mas estamos ficando velhos, sabe? E os jovens gostam de coisas novas, que os reflitam. Detesto funk e rap, mas reconheço que tem um valor positivo para a auto-estima de alguns grupos populares. A realidade é dinâmica, Gil, e nao devemos nos pôr no lugar de quem sabe o que é bom para o outro...
Analú,
Não quero indicar o que é bom para os outros. Quero que todos tenham oportunidade de conhecer, tirar suas conclusões e fazer uma REAL escolha. A música clássica tem quebrado alguns parâmetros, o sucesso da orquestra de Heliópolis demonstra o que eu estou falando. Existem, felizmente, outras iniciativas semelhantes.
Concordo com que devam ter oportunidade de ouvir. Mas tb funk, e até axé (que eu detesto, mas muitos gostam). E, francamente, mais importante do que música clássica, para mim, seria música brasileira de diferentes tipos, nao só a música comercial de hoje: samba, choro, mambo, maracatu, baiao, xote, frevo, tropicália, bossa-nova, funk, axé (rs, rs). Muito Brasil na veia.
Analú,
Nazareth, Villa-Lobos, Pixinguinha, Cartola, Jobim para mim são clássicos populares. Manuel de Falla, Bartók, para ficar em dois exemplos estrangeiros são clássicos populares. Toda a boa música, será um clássico algum dia...
Meu tio diz que essa é a definiçao do que é ser clássico.
Agora, que sua lista ainda é um bocado elitista... é. Pô, pelo menos um Novos Baianos...
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