PREZADOS O ENEM NO BRASIL É UMA TRAGÉDIA !  LI TODAS AS MATÉRIAS SOBRE O ASSUNTO. NÃO VI NENHUMA MANIFESTAÇÃO DA UNE- UNIÃO NACIONAL DOS ESTUDANTES.
PARA QUE SERVE A UNE? PARA FORMAR BABACAS COMO O JOSÉ SERRA QUE JÁ FOI PRESIDENTE DA UNE, OU LINDEBERG QUE TAMBÉM FOI PRESIDENTE?   PARA QUE SERVE UMA UNE QUE ESTÁ VENDIDA PARA O MEC? SE FOSSE EM 64, 65, OU 70 ELA ESTARIA NAS RUAS, MAS NÃO ESTÁ. ESTÁ SILENCIOSA CONIVENTE COM O QUE ESTÁ ACONTECENDO E VENDENDO SUAS CARTEIRINHAS PARA PAGAR MEIO INGRESSO NOS CINEMAS  E OUTROS ESPETÁCULOS. E QUANTO GANHA A UNE DO MEC POR ANO PARA FICAR CALÇADA???????
A VERGONHA CONTINUA.....

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para palanque político, e pouco se faz na luta pela categoria que representa, se já fez, não vivemos de passado, mais hoje, faz mui pouco.
Caro Alexandre
A UNE sempre que esteve à frente de algum movimento era porque estava sendo direcionada por forças externas à mesma.
Sempre foi assim e sempre será, o que voce espera de estudantes com dezoito ou vinte anos de idade, com sua formação intelectual incompleta, certamente terá suas ações influenciadas por algum outro movimento que agirá como suporte a esses supostos interesses.
Os dois exemplos que voce citou, José Serra na ocasião como presidente da UNE teve fortes influencias de partidos e movimentos politicos na epoca em ebulição, enquanto o Lindemberg teve um congresso inteiro assim como forças economicas no fabricado movimento dos caras pintadas contra Collor.
E assim seguem nossos movimentos socio-politico-economico.

abraços
Em funcionamento desde às 9h da segunda-feira (9), a central de atendimento da UNE e da UBES, lançada para colher informações sobre o ENEM 2010, recebeu até às 12h desta terça-feira 812 reclamações. Foram contatos de todo o Brasil. A maior parte vem do Sudeste (54%), seguido por estudantes do Nordeste (19%). Da região Sul do país foram 17% do total, do Centro-Oeste 6% e do Norte 4% das ocorrências. Inversão de gabarito, falhas de impressão na prova amarela e tumultos durante o exame foram as principais queixas recebidas pela central.
As reclamações apontadas pelos estudantes que recorreram à central reforçam também a opinião da UNE e da UBES que, em nota oficial (www.une.org.br), reivindicaram o direito de o estudante realizar um novo Enem opcional. O levantamento parcial das entidades mostra que a maioria dos estudantes (93%) daqueles que se queixaram à central são a favor da aplicação de uma nova prova para opcional para quem se sentiu lesado.
“Fica claro diante do que apuramos que é difícil estabelecer critérios para avaliar quem teria sido mais ou menos prejudicado no exame. Muitos dos estudantes que receberam a prova correta foram afetados pela confusão nas salas e pelo tempo perdido pela interrupção do exame”, declarou o presidente da UNE, Augusto Chagas.
A central recebeu denúncias e registros sobre os seguintes casos:
- em relação ao gabarito invertido
- em relação a falhas na prova amarela
- queixas de tumultos durante a prova
- despreparo dos fiscais que estava aplicando as provas
- uso de materiais proibidos pelo edital do exame (celular, lápis relógios e outros)
A posição da UNE e da UBES
As entidades estudantis já solicitaram uma audiência com o ministro da Educação, Fernando Haddad, para que representantes da UNE e da UBES e também alguns alunos lesados possam expor os problemas ocorridos e reivindicar medidas urgentes.
A UNE e a UBES vão apresentar ao ministro a reivindicação de um novo ENEM opcional para aqueles que se sentiram prejudicados. A posição das entidades é baseada, principalmente, no número de reclamações constatadas durante os atendimento da central.
“Seria viável repetir a prova para aqueles que se sentiram lesados, e não cancelar o Enem. É preciso levar em conta que muitos não realizaram a prova em suas cidades. O tempo de deslocamento e o estado emocional têm que ser levados em consideração”, sugeriu a estudante F.A, que enviou e-mail para a central dia 09/11 às 11h46.
“Muitas pessoas marcaram o gabarito de forma invertida e depois, seguindo nova orientação, começaram a marcar ignorando o subtítulo das questões. Elas ficaram bem nervosas”, declarou a estudante M.P, em e-mail enviado para central dia 09/11 às 12h02.
“Não peguei a prova amarela [com gabarito invertido], mas fui prejudicado. Quanto tempo perdemos com a confusão na sala? Quanto tempo a gente não se desconcentrou por causa da bagunça?”, desabafou o estudante pernambucano R.P, que envio e-mail para a central dia 09/11 às 12h36.
“Deu para perceber claramente a falta de preparo dos coordenadores de prova visto que o corre-corre nos corredores do prédio e o falatório eram intensos atrapalhando o andamento da prova e prejudicando os candidatos”, constatou a estudante de Curitiba L.M, que enviou e-mail para a central dia 09/11 às 13h15.
“Fui prejudicada pois perdi muito tempo de prova e acabou que não tive o tempo necessário ara fazer a prova com traquilidade”, também reclamou a estudante I.S, que enviou e-mail para a central dia 09/11 às 16h39. Fonte: UNE.
Nota oficial - UNE e UBES defendem novo Enem opcional a todos os prejudicados

Na proposta das entidades, aqueles que fizeram o exame aplicado no último final de semana, terão sua nota garantida. Já os estudantes que se sentirem prejudicados teriam o direito a pedir nova prova

Diante dos fatos ocorridos na aplicação das provas do Enem no último final de semana, as entidades estudantis UNE e UBES voltaram a se manifestar publicamente nesta terça-feira. Leia a íntegra da nota:

1. A UNE e a UBES se posicionam contra a anulação do ENEM 2010. Milhões de estudantes realizaram a prova em condições adequadas, prepararam-se, e a anulação da prova seria cometer uma injustiça com esta grande maioria.

2. A UNE e a UBES são intransigentes na defesa de que os estudantes prejudicados tenham o direito a realizar uma nova prova. Nenhum estudante pode ser prejudicado sob o risco de descredibilizar o ENEM.

3. A UNE e a UBES exigem que o MEC determine OBJETIVAMENTE os critérios para que os estudantes tenham direito a este novo exame. Se o MEC não tiver condição de determinar estes critérios, a UNE defende que o critério seja opcional, ou seja, todos aqueles que se disserem prejudicados devem ter o direito a esta nova prova. O estudante que optar por não fazer esta nova prova deve ter garantida a sua nota inicial.

4. A UNE e a UBES permanecem aguardando a retratação do MEC em relação ao post publicado no twitter da Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Educação.

5. A UNE a UBES reivindicam a criação de um Instituto Federal que será o responsável pela aplicação das provas do ENEM.

6. A UNE a UBES reivindicam ainda a marcação de uma audiência com o ministro da Educação para que representantes das entidades estudantis e um grupo de estudantes prejudicados possam discutir os pelos problemas ocorridos no ENEM.

7. Defender o Enem é, antes de tudo, corrigir os seus erros. A UNE e a UBES voltam a ressaltar que NÃO se somam àqueles que se utilizam de equivocos para derrotar o ENEM. Na opinião da UNE e da UBES, o ENEM deve se consolidar na direção da democratização da universidade brasileira como são os casos do ProUni e da seleção de dezenas de universidades federais pelo país, superando o velho modelo do vestibular, cruel método de acesso ao ensino superior no pais. O Enem é também elemento fundamental na construção do Sistema Nacional da Educação.

9 de novembro de 2010
União Nacional dos Estudantes (UNE)
União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES)

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