Educação no Brasil: da triste realidade à esperança

De forma geral, há um grande abismo entre a educação pública e a particular no Brasil, isso apenas expõe as mazelas do nosso sistema educacional e como estamos anos luz distante de uma educação efetiva e de qualidade.

O Brasil, um país emergente, que pertence ao BRICS, grupo dos países em desenvolvimento, ocupa um constrangedor 88ª lugar no ranking educacional mundial, e tem a incrível marca de 13,2 milhões de analfabetos, somos o oitavo país com maior número de analfabetos adultos, com 8,7%.

E se engana quem acha que temos estes índices pífios por conta de baixo investimento na educação, o valor investido pelo governo é de 114 bilhões, acontece de termos um governo com graves problemas gerenciais, principalmente neste âmbito. Boa parte desta quantia sequer chega ao setor, enquanto uma outra gorda fatia é investida de forma errônea e ineficiente. Mas mesmo assim, não é o suficiente, investimos menos que Argentina,  México e Chile, por exemplo.

Temos necessidade urgente de investimento em professores, desde sua base profissional até o aperfeiçoamento e especialização, a contemplação do seu trabalho com salários condizentes e justos, dando condições e incentivo para criarmos uma nação de alunos com bons índices de desempenho, diferente dos que colhemos atualmente, quando amargamos índices baixíssimos no IDEB, muito abaixo do 6.0 almejado.

Basta darmos uma olhada nas manchetes. 9 entre 10 alunos saem da escola sem saber matemática, deixam o ensino médio sem saber o básico. 70% saem também do ensino médico sem aprender português satisfatoriamente.

Um plano nacional de educação funcional e bem planejado é necessário, o governo precisa fazer reformas emergenciais no quadro educacional, e não relegar como não prioridade uma das bases da sociedade.

E para mudar este cenário é necessário mudar quem está conduzindo nossas políticas públicas educacionais, escolhendo um novo presidente que tenha soluções para a área. Aécio Neves em suas 12 diretrizes para as eleições de 2014 listou: EDUCAÇÃO. De qualidade como direito da cidadania, educação para um novo mundo.

Ou seja, temos como escolher um índice melhor para nos orgulhar frente aos demais países.

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Respostas a este tópico

Essa troll profissional nao descansa. Invadiu mesmo o Portal. Um presentinho para ela: 

114 bilhões investidos em educação? Mas com esse dinheiro poderíamos ter uma educação de qualidade, e se não temos é porque o dinheiro está indo para outro lado. Mas e que lado? São muitas perguntas, mas a solução é uma só: É HORA DE MUDANÇA! COM O PT FORA NOSSA EDUCAÇÃO VAI FICAR ONDE ELA SEMPRE DEVERIA ESTAR, NO TOPO. AÉCIO FARÁ MUITO MAIS POR NÓS, PELA EDUCAÇÃO, PELO BRASIL!!! 

É. Aécio vai ensinar a evitar bafômetro, mostrar carteira vencida, e dar umas cheiradinhas, que ninguém é de ferro. Tb pode ser professor em um curso de turismo que trate da noite carioca. Apesar de teoricamente nao morar no Rio. 

Ha um ano e pouco, um brasileiro que retornou do exterior escreveu sobre o assunto fazendo propostas cabiveis, interessantes e bem delineadas acerca do mesmo assunto, com poucas excecoes, nao teve nenhuma resposta.

Seria interessante saber quem sao as pessoas interessadas neste assunto, desejosas de realmente se encontrarem e comecar a buscar solucoes descentralizadas e realistas.Ja jogamos bastante dinheiro fora na area de educacao e temos que avancar outra alternativa.

A coisa esta feia. Educacao e como futebol, muitos experts e pouco senso comum.

Me lembro de uma professora que tive no primario. Dona Pudina. Ela ensinava em casa. Colocava os que sabiam ler e escrever para ensinar os que nao sabiam e ela supervisionava tudo. Alunos de varias series trabalhando juntos.

Assim que sem uniao nao ha forca e sem direcao nao ha solucao.

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