Uma nação que se quer emancipada precisa, definitivamente, tratar a educação como uma questão de Estado. A educação não pode depender, exclusivamente, da boa-vontade de governos passageiros, de programas eventuais, de projetos específicos, de movimentos sociais com interesses os mais diversos, de receitas milagrosas para promoção do rendimento escolar.

As nações que lograram grandes êxitos colocaram a educação como meta a ser perseguida, independentemente do governo de plantão. Pegue-se o exemplo dos Estados Unidos. Hoje um péssimo exemplo em termos de economia, mas que tiveram, desde a Primeira Guerra, um projeto de nação onde a ciência, a tecnologia, a cultura, a escolarização formaram a base daquilo que ela representou por todo o século 20.

Os Estados Unidos, à despeito do uso político que fizeram das conquistas científicas e tecnológicas ( e isto pode-se fazer diferente) não economizaram. Souberam reunir em torno das suas universidades, privadas na gestão, é verdade, mas com fortes subsídios estatais, os maiores cérebros da ciência em todo o mundo, transformando-as em verdadeiras fábricas de conhecimento. Muitos descontentes não se submeteram a ideologia deste desenvolvimento. Na área da filosofia é conhecido o exemplo dos egressos da Escola de Frankfurt que, fugindo do nazismo, não quiseram se moldar a uma ideologia que tinha na indústria bélica o grande motor do desenvolvimento e, no silenciamento do pensamento crítico, a forma de trabalho.

Não se trata, portanto, de copiar a ideologia americana, mas o conteúdo desta visão. Compreender que educação exige investimento e de longo prazo. Sem retirar a autonomia dos estados, municípios e sem desqualificar experiências exitosas de inúmeros movimentos sociais, o Brasil exige sair desta colcha de retalhos e se impor metas e recursos capazes de dar unidade e garantir a continuidade daquilo que vem se anunciando numa série de medidas eventuais e tópicas.

Somos uma nação que tem tudo para dar certo: território grandioso com lugar para todos, clima propício, povo trabalhador e generoso, cultura vigorosa e extasiante. Só falta coragem para enfrentar a elite perdulária e transformar o Estado num agente capaz de representar o interesse de todos os homens. E, para isto, a educação, no seu sentido mais amplo, é questão estratégica.

Não é esta uma boa plataforma de campanha eleitoral? Fazer do Brasil grande, um grande Brasil?

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Respostas a este tópico

Onde, Tadeu, não deram certo?
Uma referência seria examinar o percentual aplicado em educação pelos países. A relação é direta, entre investimento e desenvolvimento.
quanto ao negrito: é não sair dele. a idéia é esta mesmo: ser uma decisão de Estado, para não depender dos humores e modismos (alguns nem tanto, só mudam os rótulos ára sonegar o direito à educação) de governantes.
Se educação for de fato algo mais do que experiência de governantes, para começo de conversa, o início do ciclo escolar, nas escolas públicas, não pode prescindir de:
-escola de tempo integral, o que inclui alimentação;
-espaços físicos equipados, limpos, amplos;
-professores com salários correspondentes à qualificação e regime de trabalho;
-atendimento especial aos alunos que assim o exigirem;
-currículo que, sem abrir mão dos fundamentos da ciência, leve em conta a cultura local, elevando-a à referência do processo de conhecimento;
-amplo e irrestrito compromisso/parceria com a comunidade;
-gestores comprometidos com a vida/sucesso da comunidade.
(se tudo isto acontecer, podemos aprovar, sem medo de errar, o aluno que não conseguiu vencer as etapas convencionais de ensino. Aprovar, oferecendo o ensino precário que vemos, é apenas uma forma de desobrigação com o ensino de qualidade)

O Ensino Médio indica o equilíbrio entre a formação e a qualificação profissional, se for o caso, sempre ouvindo a região e com olhos no futuro.

O Ensino Superior, a vocação científica, tecnológica, a filosofia, exigem unidade e um apurado olhar para o presente e para o futuro. O que somos e o que queremos ser. Aqui se trata de aprimorar mecanismos que hoje já estão em curso. Mas carecem de controles sociais mais efetivos e de ousadia.
Oi, Tadeu
Tb acabei de ler isso. Bom, né?
Luzete, tratar Educação como questao de Estado, independentemente do Governo de plantao, exigiria uma profunda mudança na cultura política deste país... (nao que eu nao concorde com você; só que acho isso dificilímo de acontecer...)
Bjs
AnaLú
Claro que é difícil, AnaLú. Muiiiiiiiito difícil, mas tem governantes que sabem disto e, talvez, martelendo no tema, a gente provoque algum resutado e, definitivamente, acabe com esta conversa de querer fazer a educação com os restos das migalhas que caem da mesa dos ricos.
Li o tópico Tadeu. E lá eu registrei umbreve testemunho deste fato, ditado pela minha experiência, sobretudo em Olinda e Recife.
Mandar prá Dilma? Ela sabe disto. Nós, talvez, é que precisemos de mais gente falando a mesma coisa prá que se dê sustentação ao grande projeto. a mais este projeto. afinal, outras grandes reformas precisam. a reforma tributária é uma delas. bom, falo em reforma e acho que é isto mesmo.

vamos, como pais e país, acalentar esta idéia? e avançar?
Vamos começar por nos juntar aqui. Fazer renascer os tópicos sobre Educação! Ajudar a formar uma consciência crítica a respeito!
Bjs
AnaLú
Que cara presunçoso, pô! (rs rs). Quer dizer que consciência crítica você já tem. Já sabe tudo sobre as causas dos problemas, está certo de ter os diagnósticos corretos, tudo. Me ensina, Tadeu, que eu estou muito longe disso...

Além do mais, nao somos só nós em jogo. Aquilo que julgamos saber, é importante que divulguemos. Dissolvamos MITOS, falsas verdades super difundidas. Travemos uma luta ideológica, nao em termos estritamente políticos (Lula, Psdb, patati, patatá), mas em termos de visões tecnicistas de Educação, práticas profissionais obsoletas (e proposição de outras melhores...), coisas assim.

Até porquê, é o que podemos fazer, nao? Você tem algum meio de incidir de modo mais direto sobre as políticas que serao ou nao implantadas?

Bjs
AnaLú
Tadeu, temos, de fato, uma consciência crítica, mas, talvez mais precisamente, temos uma determinada consciência crítica. Este é um primeiro passo. E, acho eu, é neste primeiro passo que ainda nos perdemos. Nossa consciência crítica sofre as mais variadas influências, de modo que, ainda hoje, conseguimos ser moldados por aquilo que a rede globo (falo disto como metáfora) nos impõe.

Quando vemos que as circunstâncias fizeram de sarney (veja só sarney) uma figura relevante da nossa cultura política, é porque ainda engatinhamos.

Se a gente sabe que a sociedade não se põe problemas que não pode resolver, fico pensando quanto ainda temos que caminhar para mostrar a relação entre o nosso voto e o futuro nacional. está melhor, mas ainda há muito o que fazer. e, enquanto isto... enquanto isto... ação. aqui no blog um tipo de ação, lá fora outras ações...
Luzete, Tadeu e Analú, pra começar já é difícil definir a educação como prioridade. Segundo, a ação do Ministério da Educação tem dois caminhos: administrar o espólio dos governos anteriores, traçando metas administrativas e exercendo seu papel de articulação com Estados, Municípios e Movimentos Sociais (o que já é muita coisa); garantir o piso nacional aos professores, universalizar a freqüência, equipar as escolas com computadores. Em resumo: garantir presença das crianças na escola, ampliar a infra-estrutura (nesse item cabe tudo: escola de tempo integral, refeições, uniformes, quadras de esporte etc..) e garantir um piso para os professores. Ou, o que trata da qualidade do ensino: repensar a escola e seu método tanto em alfabetização como em transmissão de conhecimentos, a nova relação do professor com o aluno, a qualidade da informação e a perspectiva de inclusão da produção cultural local (particular) e da informação mundial (universal) como elemento indutor na apropriação do conhecimento.
Há 50 anos temos o mesmo padrão de ensino (com método fônico ou construtivista) e continuamos em posição desigual. A educação é o fator principal para mudar a posição do Brasil no mundo. Por onde começar? Pela tecnologia, a massificação ou pelo método? Método não é meio nem técnica, é corte epistemológico, paradigmático.
Ivanisa,
compreendo o quanto é difícil administrar este triste espólio da educação pública no país.
Quanto à definição da educação como prioridade ela pode ser muito bem definida, por exemplo, a partir dos recursos (não) alocados. Do ponto de vista administrativo, a articulação entre os diferentes níveis, sei, não é fácil, dada a dimensão continental e as mais graves disparidades entre os entes federativos. mas, sobretudo, dada a visão estreita que ainda tem que se combater junto a governos estaduais e municipais. lembro-me do embate quando da definição do ainda ridículo piso salarial... quanto às instalações físicas das escolas, melhor não falar... sobretudo no Norte e Nordeste do país.

são estados e municípios sem plano de carreira, ou planos de carreira que não contemplam a elevação da qualificação profissional, o horário de trabalho extra-classe. e tomemos ainda o exemplo do salário inicial nas universidades federais.

Agora, Ivanisa, do ponto de vista pedagógico, posso te assegurar que as "invenções" metodológicas parecem querer criar a roda a cada governante que entra. acho que se troca o substantivo por adjetivos.
um educador, com uma sólida formação geral, numa escola "digna" (se é que você me entende: limpa, inteira, com uma quadra, com uma boa biblioteca) com um bom gestor, com um claro compromisso com a comunidade, faz toda a diferença.

se quisermos ainda avançar: se pegarmos as "experiências" dos movimentos sociais do entorno (muitas delas riquíssimas e exemplares) e, com tudo isto, fazer um belo de um caldeirão cultural, não há violência, não droga que seduza nosso aluno. respeitado, com as exceções mais patológicas, o aluno dá o salto.

é fácil? ninguém diria que é. mas que é possível, isto é. se o Estado, através dos seus representantes, reconhecerem que através da educação, não, não se faz revolução, mas se dá um jeito legal no país.
Luzete,

Concordo contigo. Educação é programa de Estado. Dá uma olhada no último PISA e a classificação do Brasil no mesmo. O próximo é agora em 2009. Esses dados são fornecidos pelo INEP -www.inep.gov.br-. Será que não dá nem um pouquinho de vergonha, estarmos atrás do QUIRZIQUISTÃO?

Quanto à sua referência aos Estados Unidos, concordo plenamente. Tirando todas as más influências digamos assim, dos irmãos do Norte, êles primam pelo saber. E fazem jus ao retorno que recebem. Você quer mandar um filho fazer uma faculdade no Quirziquistão? Ou em Yale, Princeton, Harward, UCLA, em suma, onde seus recursos permitirem. O mês passado o governo anunciou um corte de 18% no orçamento do Ministério da Ciência e Tecnologia. Por que não cortam as verbas da propaganda? Que são gastas de forma insana. E usadas na maioria em prol dos políticos (?) e partidos.

Luzete, morei em São Paulo 42 anos, tenho 50 e há um ano e 3 mêses resido em Natal. O que vejo de falta de infra estrutura na parte educacional aqui, é gritante. Com poucas excessões, vemos uma comunidade carente de informação em tudo. No ensino, nos esportes e na cultura. Isto é uma coisa que me abalou muito no começo. Por que? Porque não há educação para o cultivo permanente da educação. A palavra educação como um todo é "entendida" pela elites locais. O povo ....
Você também têm razão ao dizer da grandiosidade do nosso país. É fato. Só que enquanto os interesses próprios de alguns ou de grupos sem um mínimo de patriotismo persistirem, seremos sempre o "País do Futuro". E quando o futuro (que já bate à nossa porta) nos cobrar o presente? Somos elite, temos privilégios em educação. Mas e grande maioria desse país? E as crianças que eu vejo no interior na porta de casebres, tendo como pano de fundo os canaviais de Senadores? E as crianças que via e vejo em São Paulo, vendendo dôces, roubando, cheirando cola na Sé, na Cracolândia, embaixo dos viadutos, nas favelas? E os adoslescentes das favelas? Que crescem vendo as novelas das Organizações, e achando que o mundo é isso. E quem luta feito um cão danado para passar em um vestibular, andando 4/5 horas em transportes públicos deploráveis, correndo ainda toda a sorte de riscos? Seria uma bela plataforma de fato, se alguma boa alma pública amasse de fato esse país. No mais, mercantilismo puro. No viés da esquerda e da direita.
Um beijo
Soledad




Pisa
Resultados do Desempenho em Ciências

2000 2003 2006
Clas. País Média
1 COREIA 552,12
2 JAPÃO 550,40
3 HONG KONG 540,81
4 FINLANDIA 537,74
5 REINO UNIDO 532,02
6 CANADA 529,36
7 HOLANDA 529,06
8 NOVA ZELANDIA 527,69
9 AUSTRALIA 527,50
10 AUSTRIA 518,64
11 IRLANDA 513,37
12 SUIÇA 512,13
13 REPUBLICA TCHECA 511,41
14 FRANÇA 500,49
15 NORUEGA 500,34
16 ESTADOS UNIDOS 499,46
17 HUNGRIA 496,08
18 ISLANDIA 495,91
19 BELGICA 495,73
20 SUIÇA 495,67
21 ESPANHA 490,94
22 ALEMANHA 487,11
23 POLONIA 483,12
24 DINAMARCA 481,01
25 ITÁLIA 477,60
26 LIECHTENSTEIN 476,10
27 GRECIA 460,55
28 RUSSIA 460,31
29 LETONIA 460,06
30 PORTUGAL 458,99
31 BULGARIA 448,28
32 LUXEMBURGO 443,07
33 ROMENIA 441,16
34 TAILANDIA 436,38
35 ISRAEL 434,14
36 MÉXICO 421,54
37 CHILE 414,85
38 MACEDONIA 400,71
39 ARGENTINA 396,17
40 INDONÉSIA 393,33
41 ALBANIA 376,45
42 BRASIL 375,17
43 PERU 333,34
Total 460,85
Clas. País Média
1 FINLANDIA 548,22
2 JAPÃO 547,64
3 HONG KONG 539,50
4 COREIA 538,42
5 LIECHTENSTEIN 525,17
6 AUSTRALIA 525,05
7 MACAU 524,68
8 HOLANDA 524,37
9 REPUBLICA TCHECA 523,25
10 NOVA ZELANDIA 520,90
11 CANADA 518,74
12 REINO UNIDO 518,40
13 SUIÇA 512,98
14 FRANÇA 511,22
15 BELGICA 508,83
16 SUÉCIA 506,12
17 IRLANDA 505,39
18 HUNGRIA 503,28
19 ALEMANHA 502,34
20 POLONIA 497,78
21 ESLOVÁQUIA 494,86
22 ISLANDIA 494,74
23 ESTADOS UNIDOS 491,26
24 AUSTRIA 490,98
25 RUSSIA 489,29
26 LETONIA 489,12
27 ESPANHA 487,09
28 ITÁLIA 486,45
29 NORUEGA 484,18
30 LUXEMBURGO 482,76
31 GRECIA 481,02
32 DINAMARCA 475,22
33 PROTUGAL 467,73
34 URUGUAI 438,37
35 SERVIA 436,37
36 TURQUIA 434,22
37 TAILANDIA 429,06
38 MÉXICO 404,90
39 INDONÉSIA 395,04
40 BRASIL 389,62
41 TUNISIA 384,68
Total 470,55
Clas. País Média
1 FINLANDIA 563,32
2 HONG KONG 542,21
3 CANADÁ 534,47
4 CHINA (TAIWAN) 532,47
5 ESTONIA 531,39
6 JAPÃO 531,39
7 NOVA ZELANDIA 530,38
8 AUSTRÁLIA 526,88
9 HOLANDA 524,86
10 LIECHTENSTEIN 522,16
11 COREIA 522,15
12 ESTONIA 518,82
13 ALEMANHA 515,65
14 REINO UNIDO 514,77
15 REP. TCHECA 512,86
16 SUIÇA 511,52
17 MACAO 510,84
18 AUSTRIA 510,84
19 BELGICA 510,36
20 IRLANDA 508,33
21 HUNGRIA 503,93
22 SUECIA 503,33
23 POLONIA 497,81
24 DINAMARCA 495,89
25 FRANÇA 495,22
26 CROACIA 493,20
27 ISLANDIA 490,79
28 LETÔNIA 489,54
29 ESTADOS UNIDOS 488,91
30 ESLOVÁQUIA 488,43
31 ESPANHA 488,42
32 LITUANIA 487,96
33 NORUEGA 486,53
34 LUXEMBURGO 486,32
35 RUSSIA 479,47
36 ITÁLIA 475,40
37 PORTUGAL 474,31
38 GRECIA 473,38
39 ISRAEL 453,90
40 CHILE 438,18
41 SERVIA 435,64
42 BULGÁRIA 434,08
43 URUGUAI 428,13
44 TURQUIA 423,83
45 JORDANIA 421,97
46 TAILANDIA 421,01
47 ROMENIA 418,39
48 MONTENEGRO 411,79
49 MÉXICO 409,65
50 INDONÉSIA 393,48
51 ARGENTINA 391,24
52 BRASIL 390,33
53 COLOMBIA 388,04
54 TUNÍSIA 385,51
55 AZERBAIJÃO 382,33
56 CATAR 349,31
57 QUIRZIQUISTAO 322,03
Total 461,48


Pisa
Resultados do Desempenho em Leitura

2000 2003 2006
Clas. País Média
1 FINLANDIA 546,47
2 CANADA 534,31
3 HOLANDA 531,91
4 NOVA ZELANDIA 528,80
5 AUSTRALIA 528,28
6 IRLANDA 526,67
7 HONG KONG 525,46
8 KOREA 524,75
9 REINO UNIDO 523,44
10 JAPÃO 522,23
11 SUÉCIA 516,33
12 AUSTRIA 507,13
13 BELGICA 507,13
14 ISLANDIA 506,93
15 NORUEGA 505,28
16 FRANÇA 504,74
17 ESTADOS UNIDOS 504,42
18 DINAMARCA 496,87
19 SUIÇA 494,37
20 ESPANHA 492,55
21 REPUBLICA TCHECA 491,58
22 ITÁLIA 487,47
23 ALEMANHA 483,99
24 LIECHTENSTEIN 482,59
25 HUNGRIA 479,97
26 POLÔNIA 479,12
27 GRECIA 473,80
28 PORTUGAL 470,15
29 RUSSIA 461,76
30 LATVIA 458,07
31 ISRAEL 452,17
32 LUXEMBURGO 441,25
33 TAILANDIA 430,68
34 BULGARIA 430,40
35 ROMENIA 427,93
36 MÉXICO 421,96
37 ARGENTINA 418,25
38 CHILE 409,56
39 BRASIL 396,03
40 MACEDONIA 372,51
41 INDONESIA 370,61
42 ALBANIA 348,85
43 PERU 327,08
Total 460,36
Clas. País Média
1 FINLANDIA 543,46
2 COREIA 534,09
3 CANADÁ 527,91
4 AUSTRALIA 525,43
5 LIECHTENSTEIN 525,08
6 NOVA ZELANDIA 521,55
7 IRLANDA 515,48
8 SUECIA 514,27
9 HOLANDA 513,12
10 HONG CONG 509,54
11 REINO UNIDO 507,01
12 BELGICA 506,99
13 NORUEGA 499,74
14 SUIÇA 499,12
15 JAPÃO 498,11
16 MACAO 497,64
17 POLÔNIA 496,61
18 FRANÇA 496,19
19 ESTADIOS UNIDOS 495,19
20 DINAMARCA 492,32
21 ISLANDIA 491,75
22 ALEMANHA 491,36
23 AUSTRIA 490,69
24 LATVIA 490,56
25 REPUBLICA CHECA 488,54
26 HUNGRIA 481,87
27 ESPANHA 480,54
28 LUXEMBURGO 479,42
29 PORTUGAL 477,57
30 ITÁLIA 475,66
31 GRÉCIA 472,27
32 ESLOVÁQUIA 469,16
33 FEDERAÇÃO RUSSA 442,20
34 TURQUIA 440,97
35 URUGUAI 434,15
36 TAILANDIA 419,91
37 SERVIA 411,74
38 BRASIL 402,80
39 MÉXICO 399,72
40 INDONÉSIA 381,59
41 TUNÍSIA 374,62
Total 459,58
Clas. País Média
1 COREIA 556,02
2 FINLANDIA 546,87
3 HONG KONG 536,07
4 CANADÁ 527,01
5 NOVA ZELANDIA 521,03
6 IRLANDA 517,31
7 AUSTRÁLIA 512,89
8 LIECHTENSTEIN 510,44
9 POLONIA 507,64
10 SUECIA 507,31
11 HOLANDA 506,75
12 BELGICA 500,90
13 ESTÔNIA 500,75
14 SUIÇA 499,28
15 JAPÃO 497,96
16 CHINA (TAIWAN) 496,24
17 REINO UNIDO 495,08
18 ALEMANHA 494,94
19 DINAMARCA 494,48
20 ESLOVENIA 494,41
21 MACAO 492,29
22 AUSTRIA 490,19
23 FRANÇA 487,71
24 ISLANDIA 484,45
25 NORUEGA 484,29
26 REP. TCHECA 482,72
27 HUNGRIA 482,37
28 LETÔNIA 479,49
29 LUXEMBURGO 479,37
30 CROACIA 477,36
31 PORTUGAL 472,30
32 LITUANIA 470,07
33 ITÁLIA 468,52
34 ESLOVÁQUIA 466,35
35 ESPANHA 460,83
36 GRECIA 459,71
37 TURQUIA 447,14
38 CHILE 442,09
39 RUSSIA 439,86
40 ISRAEL 438,67
41 TAILANDIA 416,75
42 URUGUAI 412,52
43 MÉXICO 410,50
44 BULGÁRIA 401,93
45 SERVIA 401,03
46 JORDANIA 400,58
47 ROMENIA 395,93
48 INDONÉSIA 392,93
49 BRASIL 392,89
50 MONTENEGRO 391,98
51 COLOMBIA 385,31
52 TUNISIA 380,34
53 ARGENTINA 373,72
54 AZERBAJÃO 352,89
55 CATAR 312,21
56 QUIRZIQUISTAO 284,71
Total 446,13


Pisa
Resultados do Desempenho em Matemática

2000 2003 2006
Clas. País Média
1 HOLANDA 563,82
2 HONG KONG 560,45
3 JAPÃO 556,61
4 CORIEA 546,84
5 NOVA ZELANDIA 536,87
6 FINLANDIA 536,16
7 AUSTRALIA 533,32
8 CANADA 533,00
9 SUIÇA 529,34
10 REINO UNIDO 529,20
11 BELGICA 519,60
12 FRANÇA 517,15
13 AUSTRIA 514,97
14 DINAMARCA 514,48
15 ISLANDIA 514,43
16 LIECHTENSTEIN 514,05
17 SUECIA 509,77
18 IRLANDIA 502,91
19 NORUEGA 499,42
20 TCHECOSLOVÁQUIA 497,58
21 ESTDOS UNIDOS 493,15
22 ALEMANHA 489,80
23 HUNGRIA 488,04
24 RUSSIA 478,33
25 ESPANHA 476,31
26 POLÔNIA 470,11
27 LATVIA 462,81
28 ITÁLIA 457,35
29 PROTUGAL 453,74
30 GRECIA 446,89
31 LUXEMBURGO 445,66
32 ISRAEL 432,97
33 TAILANDIA 432,30
34 BULGARIA 429,62
35 ROMENIA 425,53
36 ARGENTINA 387,60
37 MÉXICO 387,29
38 CHILE 383,51
39 MACEDÔNIA 381,33
40 ALBANIA 381,21
41 INDONÉSIA 366,74
42 BRASIL 333,89
43 PERU 292,07
Total 450,44
Clas. País Média
1 HONG KONG 550,38
2 FINLANDIA 544,29
3 COREIA 542,23
4 HOLANDA 537,82
5 LIECHTENSTEIN 535,80
6 JAPÃO 534,14
7 CANADÁ 532,49
8 BELGICA 529,29
9 MACAO 527,27
10 SUIÇA 526,55
11 AUSTRÁLIA 524,27
12 NOVA ZELANDIA 523,49
13 REPUBLICA TCHECA 516,46
14 ISLANDIA 515,11
15 DINAMARKA 514,29
16 FRANÇA 510,80
17 SUÉCIA 509,05
18 REINO UNIDO 508,26
19 AUSTRIA 505,61
20 ALEMANHA 502,99
21 IRLANDIA 502,84
22 TCHECOSLOVÁQUIA 498,18
23 NORUEGA 495,19
24 LUXEMBURGO 493,21
25 POLONIA 490,24
26 HUNGRIA 490,01
27 ESPANHA 485,11
28 LATVIA 483,37
29 ESTADOS UNIDOS 482,88
30 FEDERAÇÃO RUSSA 468,41
31 PORTUGAL 466,02
32 ITÁLIA 465,66
33 GRÉCIA 444,91
34 SERVIA 436,87
35 TURQUIA 423,42
36 URUGUAI 422,20
37 TAILANDIA 416,98
38 MÉXICO 385,22
39 INDONÉSIA 360,16
40 TUNISIA 358,73
41 BRASIL 356,02
Total 456,38
Clas. País Média
1 CHINA (TAIWAN) 549,36
2 FINLANDIA 548,36
3 HONG KONG 547,46
4 COREIA 547,46
5 HOLANDA 530,65
6 SUIÇA 529,66
7 CANADÁ 527,01
8 MACAO 525,00
9 LIECHTENSTEIN 524,97
10 JAPÃO 523,10
11 NOVA ZELANDIA 521,99
12 BELGICA 520,35
13 AUSTRÁLIA 519,91
14 ESTÔNIA 514,58
15 DINAMARCA 513,03
16 REP. TCHECA 509,86
17 ISLANDIA 505,54
18 AUSTRIA 505,48
19 ESLOVÊNIA 504,46
20 ALEMANHA 503,79
21 SUÉCIA 502,36
22 IRLANDA 501,47
23 FRANÇA 495,54
24 REINO UNIDO 495,44
25 POLÔNIA 495,43
26 ESLOVÁQUIA 492,11
27 HUNGRIA 490,94
28 LUXEMBURGO 490,00
29 NORUEGA 489,85
30 LITUANIA 486,42
31 LETÔNIA 486,17
32 ESPANHA 479,96
33 AZERBAIJÃO 476,00
34 RUSSIA 475,68
35 ESTADOS UNIDOS 474,35
36 CROACIA 467,25
37 PORTUGAL 466,16
38 ITÁLIA 461,69
39 GRÉCIA 459,20
40 ISRAEL 441,86
41 SERVIA 435,38
42 URUGUAI 426,80
43 TURQUIA 423,94
44 TAILANDIA 417,07
45 ROMENIA 414,80
46 BULGÁRIA 413,45
47 CHILE 411,35
48 MÉXICO 405,65
49 MONTE NEGRO 399,31
50 INDONÉSIA 391,01
51 JORDANIA 384,04
52 ARGENTINA 381,25
53 COLOMBIA 369,98
54 BRASIL 369,52
55 TUNISIA 365,48
56 CATAR 317,96
57 QUIRZIQUISTAO 310,58
Total 454,12

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