engraçado as pessoas colocarem a culpa toda no Governo Federal, se esquecendo de que também tem os governos estaduais e municipais que gerem tais recursos, se existem culpados nessa historia chama-se governadores e prefeitos, que também não sabem gerir tais recursos. Dizer que o Programa Mais Médico é inconstitucional, beleza, porque então não vão trabalhar no interior?

Ficam inchando as capitais ou ainda fugindo para outras áreas para não ter que trabalhar no interior é no mínimo falta de ética não? Olha só, esse programa é bom, vai dar certo, quanto aos médicos de fora, já que os formando daqui não querem, tragam os de fora que tem muitos querendo, me desculpe, mas é a realidade, quem não se lembra das inflações exorbitantes que já teve no Brasil? Inclusive no Governo FHC.

Se as Santas Casas e Hospitais estão do jeito que estão não é culpa do Governo Federal não, o governo federal manda os recursos, agora cabe aos gestores das Santas Casas e aos Executivos dos Estados juntamente com os Executivos Municipais de administrarem tais recursos. Tudo que acontece no Brasil é culpa da Presidenta? Claro que não, todos têm parcela de culpa nessa historia.

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Respostas a este tópico

Ridiculo, é pegar o dinheiro de impostos do país, entregar a ilha presídio e depois tentar empurrar goela a baixo pseudos-profissionais da bela saúde. Tenha santa paciência, isso não é apenas ridículo, é vergonhoso.

Falou...

Como estou vendo as discussões estão acaloradas, uma coisa tenho que dizer Anarquistas e Valcir concordo plenamente com vocês, essas afirmações contrarias ao governo são uma tentativa de dizer que a Dilma não está tentando fazer nada, mas está e o povo da direita estão se mordendo porque a mesma está fazendo as ações para melhorar nossa situação.

Clap, clap, clap!!! 

Procurem ver quais foram os deputados e senadores que derrubaram a CPMF retirando da saúde mais de R$ 40 bilhões. Segundo o Everardo Maciel Superintendente da Receita Federal à época, em informação prestada ao ministro Adib Jatene, os 500 maiores contribuintes da CPMF jamais pagaram imposto de renda.

O lobby dos sonegadores funcionou bem na votação da CPMF. Segue uma entrevista do médico Adib Jatene de Set/2011.

SUS exige verba mas mídia vende tributação insuportável, diz Jatene

Em novo livro, diretor do Incor e ex-ministro da Saúde, Adib Jatene, diz que tecnologia impôs grandes mudanças à medicina em 40 anos. Frente a custos maiores e novo perfil epidemiológico do país, Sistema Único de Saúde precisa dobrar recursos. 'Esse é o grande problema', diz Jatene em entrevista exclusiva. 'Mídia faz população acreditar que carga tributária é insuportável.'

BRASÍLIA – O diretor geral do Instituto do Coração (Incor) e ex-ministro da Saúde, Adib Jatene, lançou nos últimos dias, em dobradinha com o atual ministro, Alexandre Padilha, o livro “40 anos de medicina. O que mudou”. São 200 páginas abrangendo a experiência de metade de uma vida que Jatene, aos 82 anos, sintetiza apontando a tecnologia como principal elemento transformador.
O avanço tecnológico levou à descoberta de novos tratamentos, permitiu diagnósticos melhores, praticamente erradicou doenças. Mas também afetou a relação entre paciente e médico, que se tornou mais impessoal. E encareceu custos na medicina, exigindo cada vez mais investimentos de um Estado que assumiu o compromisso constitucional de dar saúde gratuita para toda a população.
O problema dos custos é de difícil solução, na opinião de Jatene, porque o debate sobre o financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS) tornou-se um tabu duro de quebrar.
"Quem controla a mídia faz a população acreditar que a carga tributária é insuportável", disse o médico à Carta Maior. "Mas, se você tirar a Previdência Social do orçamento, e a Previdência é um dinheiro dos aposentados que o governo apenas administra, vai ver que a nossa carga tributária está abaixo de 30%. É pouco para um país como o Brasil."
O leitor confere a seguir os principais trechos da breve entrevista exclusiva, concedida por telefone na última segunda-feira (19), antes de os deputados derrubarem a criação de um novo imposto para custear a saúde pública no Brasil. Como o senhor resumiria o livro: o que mudou na medicina em 40 anos?
Jatene: O que mudou é realmente a tecnologia. Não só no Brasil, mas no mundo inteiro. O diagnóstico à distância, por meio de exames, afastou o médico dos pacientes, a conversa ficou abreviada.
Mas a tecnologia também dever ter ajudado, não?
Jatene: Ajudou muito, criou vacinas contra poliomelite, sarampo. Hoje, são doenças que não existem mais. E também criou técnicas menos invasivas. O perfil epidemiológico do brasileiro mudou muito também? Isso tem impacto nos custos da saúde, que ficam maiores?
Jatene: Claro, esse é o grande problema.
E O SUS, que está fazendo 21 anos, está preparado para essa nova situação?
Jatene: É preciso que as pessoas entendam aritmética: é preciso ter recursos. Eu estimo que o orçamento do SUS precise dobrar, mas não há nenhuma possibilidade de dobrar.
Então o senhor é a favor de um novo tributo?
Jatene: Quando estive no governo, eu defendi a CPMF. Mas não estou mais. Apontar as fontes de financiamento não é responsabilidade minha, mas do governo e do Congresso.
Com essa sua experiência de médico e gestor, o que o senhor diria que conta mais para melhorar a saúde no Brasil: gestão ou financiamento?
Jatene: As duas coisas ao mesmo tempo são importantes. Já avançamos muito na gestão, os grandes hospitais de São Paulo, por exemplo, buscam gestores públicos. Mas faltam recursos

Webster, sempre trazendo dados relevantes... E viva o programa Mais Médicos. 

Pois é, Amiga. Sou pai de médico cirurgião geral e vascular, com cinco anos de serviços prestados em residência médica em São Paulo, além de ter prestado serviços pelo PSF no interior de Pernambuco e Maranhão. Após sete anos em SP veio residir comigo em Recife e acompanho sua luta como médico.

A verdade é que faltam recursos financeiros para a saúde pública - SUS, a demanda cresceu enormemente nos últimos dez anos, seja nas periferias das grandes cidades ou no interior das regiões do país. Não é à toa que proliferam clinicas populares nas periferias das cidades, atendendo uma população carente de assistência médica que não suporta mais as grandes filas de espera do SUS,  até porque, houve uma melhoria na renda dessas populações.

Mesmo sendo insuficientes os recursos para o sistema público de saúde, ainda há muitos desvios por parte de governadores e prefeitos. Há que se intensificar a fiscalização da aplicação desses recursos, principalmente nos estados e municípios.

Viva ao programa Mais Médicos!      

      

Sabem quem fez a campanha contra o ICMS de todas as formas, sabe quem foi uma das responsáveis pelo fim dessa contribuição, quem foi uma das interessadas pelo fim do imposto e hoje está sem saber o que fazer? Katia Abreu, curiosamente sabe quem era um dos defensores ferrenhos do ICMS? José Serra (PSDB), porque sabia que esse imposto contribuía e muito para a saúde, quando esteve no Governo FHC o imposto era uma maravilha, só foi mudar para o Governo do PT conseguiram derrubar, e quem está sofrendo com isso? a população brasileira, hoje a falta de recursos na área da Saúde é culpa dos senhores ex-deputados e deputados que ainda estão no poder da época do governo lula, e senadores dessa época também.

CPMF: confira como os senadores votaram

Dois fatores foram decisivos para derrubar no Senado a proposta que prorroga a cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF): a fragmentação da base de apoio ao governo e a união da oposição. Para aprovar a CPMF, eram necessários …


Dois fatores foram decisivos para derrubar no Senado a proposta que prorroga a cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF): a fragmentação da base de apoio ao governo e a união da oposição. Para aprovar a CPMF, eram necessários 49 votos. O governo conseguiu apenas 45. Ou seja, por apenas quatro votos o imposto não foi prorrogado em primeiro turno.

Seis integrantes do bloco de partidos governistas votaram contra a CPMF: os peemedebistas Geraldo Mesquita (AC), Jarbas Vasconcelos (PE) e Mão Santa (PI);  dois senadores do PR, Expedito Júnior (RO) e César Borges (BA); e um do PTB, Romeu Tuma (SP). Além disso, o governo perdeu o voto de Garibaldi Alves (PMDB-RN), que presidiu a sessão e não votou; e de Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), que era contra a prorrogação da CPMF e acabou não participando da votação.

Por outro lado, ao contrário do que esperava o governo, nenhum senador do DEM e do PSDB desobedeceu à orientação dos seus partido (orientação, claro, contrária à aprovação da matéria).

Confira abaixo quais foram os 45 senadores que votaram favoravelmente à prorrogação da cobrança da CPMF, e quais foram os 34 senadores que rejeitaram a prorrogação do imposto do cheque até 2011. (Rodolfo Torres e Fábio Góis)

Senadores que votaram a favor da CPMF

Almeida Lima (PMDB-SE) Aloizio Mercadante (PT-SP) Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) Augusto Botelho (PT-RR) Cristovam Buarque (PDT-DF) Delcídio Amaral (PT-MS) Edison Lobão (PMDB-MA) Eduardo Suplicy (PT-SP) Epitácio Cafeteira (PTB-MA) Euclydes Mello (PRB-AL) Fátima Cleide (PT-RO) Flávio Arns (PT-PR)  Francisco Dornelles (PP-RJ) Gerson Camata (PMDB-ES) Gilvam Borges (PMDB-AP) Gim Argello (PTB-DF) Ideli Salvatti (PT-SC) Inácio Arruda (PCdoB-CE) Jefferson Péres  (PDT-AM) João Duval (PDT-BA) João Pedro (PT-AM) João Ribeiro (PR-TO) João Vicente Claudino (PTB-PI) José Maranhão (PMDB-PB) José Sarney (PMDB-AP) Leomar Quintanilha (PMDB-TO) Magno Malta (PR-ES) Marcelo Crivella (PRB-RJ) Neuto de Conto (PMDB-SC) Osmar Dias (PDT-PR) Patrícia Saboya (PDT-CE) Paulo Duque (PMDB-RJ) Paulo Paim (PT-RS) Pedro Simon (PMDB-RS) Renan Calheiros (PMDB-AL) Renato Casagrande (PSB-ES) Romero Jucá (PMDB-RR) Roseana Sarney (PMDB-MA) Sérgio Zambiasi (PTB-RS) Serys Slhessarenko (PT-MT) Sibá Machado (PT-AC) Tião Viana (PT-AC) Valdir Raupp (PMDB-RO) Valter Pereira (PMDB-MS) Wellington Salgado (PMDB-MG)

Senadores que rejeitaram a CPMF

Adelmir Santana (DEM-DF) Alvaro Dias (PSDB-PR) Antônio Carlos Junior (DEM-BA) Arthur Virgílio (PSDB-AM) César Borges (PR-BA) Cícero Lucena (PSDB-PB) Demóstenes Torres (DEM-GO) Eduardo Azeredo (PSDB-MG) Efraim Morais (DEM-PB) Eliseu Resende (DEM-MG) Expedito Júnior (PR-RO) Flexa Ribeiro (PSDB-PA) Geraldo Mesquita Júnior (PMDB-AC) Heráclito Fortes (DEM-PI) Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) Jayme Campos (DEM- MT) João Tenório (PSDB-AL) Jonas Pinheiro (DEM-MT) José Agripino (DEM-RN) José Nery (Psol-PA) Kátia Abreu (DEM-TO) Lúcia Vânia (PSDB-GO) Mão Santa (PMDB-PI) Marco Maciel (DEM-PE) Marconi Perillo (PSDB-GO) Maria do Carmo Alves (DEM-SE) Mário Couto (PSDB-PA) Marisa Serrano (PSDB-MS) Papaléo Paes (PSDB-AP) Raimundo Colombo (DEM-SC) Romeu Tuma (PTB-SP) Rosalba Ciarlini (DEM-RN) Sérgio Guerra (PSDB-PE) Tasso Jereissati (PSDB-CE)

Atualizada em: 19/05/2008 ás 20:17

Bom saber dessa relação, agora o povo brasileiro tem que saber que a culpa da saúde está do jeito que está por causa desses misericordiosos senadores da republica, que votaram contra a prorrogação da CPMF, e agora? eles vão por mais medicos nos hospitais ou vão equipar os mesmos para que os medicos tenham condições de trabalho? Essa foi a maior derrota que a Saúde do Brasil já teve.

Foi uma atitude criminosa desses senadores, Rinaldo.  Acompanhei toda a votação e a exposição de motivos desses canalhas à época, me deu enjoo no estômago de tanta indignação. Para mim era um imposto que fazia justiça tributária, isentava os que ganhavam pouco e mesmo para os grandes contribuintes o valor(0,38%) representava pouco, diante dos grandes lucros obtidos em movimentações e aplicações financeiras.

A verdade é que a CPMF identificava os grandes sonegadores do país, daí o grande lobby formado no congresso. Como afirmou o Everardo Maciel para o ministro Adib Jatene à época" Os 500 maiores contribuintes da CPMF jamais tinham pago imposto de renda" e possivelmente o grupo Globo estava incluído no rol dos grandes sonegadores. Globo tem  mais de 570 processos de sonegação identificados pela receita federal desde 2002.    

Rinaldo,

Não tem como defender. O que mais se ver por este Brasil a fora são cenas semelhantes a esta:

Mulher morre dentro de ambulância após passar por três hospitais do DF à procura de atendimento

Médico tentou reanimar paciente por 30 minutos em frente ao Hospital de Base de Brasília

Médico Wendel Moreira ficou em frente ao HBB reanimando a paciente para preservar seus órgãosReprodução/TV Record Brasília

Uma mulher de 45 anos teve morte encefálica na noite desta quarta-feira (31) dentro de uma ambulância após passar por três hospitais do Distrito Federal à procura de atendimento. A paciente, identificada como Edna, era atendida por um médico de Águas Lindas, Entorno do DF.  

Ela, junto com o médico Wendel Moreira, saiu de Águas Lindas, Entorno do DF, depois de ter uma parada cardiorrespiratória. O médico ficou 30 minutos reanimando a paciente em frente ao HBB (Hospital de Base de Brasília) para preservar seus órgãos, até que ela foi levada para dentro da unidade hospitalar. 

De acordo com o médico, a paciente chegou ao Hospital de Águas Lindas com uma parada cardiorrespiratória.     

— Ela foi prontamente reanimada. Fizemos três ciclos de reanimação com drogas, duas ampolas de adrenalina. O pulso dela voltou. Como em Águas Lindas nós não temos bomba de fusão, viemos para Brasília tentar atendimento.

Segundo Moreira, ele foi ao HRC (Hospital Regional de Ceilândia), região administrativa do DF, e não tinha vaga.     

— Liguei na central de capacitação de Goiânia e aqui, mas infelizmente não conseguimos nenhuma vaga que suporte e investigue essa suspeita de fortíssima morte encefálica. Eu passei por três hospitais.     

Conforme explicou o médico, ele ficou esperando uma resposta dos secretários de Estado e de toda organização de saúde.     

Durante o momento em que o médico ficou reanimando a paciente dentro da ambulância, em frente ao Hospital de Base, ele não aguentou a emoção e chorou.     

— É difícil falar disso porque eu venho dessa classe pobre. Fiz medicina com dificuldade. E exercer a medicina dessa forma é ruim. Eu gostaria de chamar a atenção dos governantes, dos secretários e das autoridades para melhorar não só a saúde pública do DF, mas também do Entorno.     

Segundo o secretário-adjunto da Secretaria de Saúde do DF, Elias Miziara, a paciente teve morte cerebral, como já era suspeita do médico que acompanhava Edna.     

— Essa paciente já estava com morte encefálica quando saiu de Águas Lindas ou quando chegou pelo menos em Ceilândia.   

Em relação às duas unidades hospitalares que a paciente passou e não foi atendida, Miziara afirmou que Edna chegou a ser socorrida no Hospital de Ceilândia, mas, pelo fato de o Hospital de Taguatinga, região administrativa do DF, ser referência para atendimento como esse, foi deslocada para lá.     

— Eu ainda não consegui as informações completas de Taguatinga para saber o que aconteceu. Quando eles chegaram ao Hospital de Base, já chegou com morte encefálica. Portanto, já não havia mais o que fazer. A informação que nós temos é que o caso dela é irreversível.   

Segundo a Secretaria de Saúde do DF, a paciente é mantida internada e respira com aparelhos.

Não faltou médico, faltou meios. Mas para Anarquista Lucida, isto é apenas bla bla, bla.... e a saúde no país anda uma maravilha, o que falta é médico e por isto os cubanos são bem vindo. E viva o programa + Médicos. Com este tipo de diagnostico o país está caminhando pra berlinda.

Falou...

A culpa não é da Presidente Dilma, a culpa são dos governos estaduais e municipais que utlizam os recursos para melhorar as estruturas da Saúde nos municipios, dinheiro tem, falta projetos para serem implantandos e medicos com vontade de trabalhar.

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