Manifesto dos comentaristas do blog do Nassif a favor de Dilma: Por uma cultura de paz. Contra o ódio

A intolerância, o ódio, a mentira e a impostura como marcas registradas da campanha de Serra representam uma ameaça real à vida republicana, ao fortalecimento da democracia e ao cultivo da diversidade religiosa, étnica e cultural como uma das nossas maiores virtudes.

 

Nós, os comentaristas independentes do blog do Nassif, identificados com o programa de governo de Dilma Rousseff  e com a campanha honesta e ética que tem sido levada a cabo por este projeto que celebra e quer avançar em todas aquelas conquistas asseguradas pelo Governo de Luiz Inácio Lula da Silva, entendemos que não podemos nos omitir neste momento.

 

Diante da ameaça que representaria um governo que, além de esconder sua pauta privatizante, quer usurpar de Lula e da candidata Dilma Rousseff, as conquistas e as transformações que ocorreram nestes últimos anos, entendemos que devemos denunciar o caráter de impostura assumido por Serra, na medida em que, nos debates, foge de discussão que compara os governos Lula e de FHC para, em seguida, afirmar que as conquistas do governo Lula seriam uma mera continuidade do governo tucano que ele se nega a comparar. Não quer comparar porque revelaria a agenda real que esconde a política da intolerância, e da privatização, da partilha do Brasil com seus aliados, como aconteceu no passado e como acontece em São Paulo.

 

O Brasil não precisa de um impostor como presidente. Não precisa de um homem que funda sua ação e sua campanha no ódio e na criação de uma central de boatos. O Brasil precisa de verdades emancipadoras do homem e não de práticas que o submetem à servidão moral.

 

O Brasil precisa seguir seu rumo em direção à igualdade de todos, à justiça social, à convivência pacífica das diferentes expressões culturais e religiosas, à eliminação da pobreza pelo incentivo à  ciência e à educação de qualidade, à soberania do nosso território, à preservação do meio ambiente e ao desenvolvimento sustentável, à superação da violência pela partilha de benefícios sociais que retiram o homem da miséria, à soberania econômica e política e a cultura da paz, todas elas políticas implementadas pelos governo Lula e reconhecidas mundialmente.

 

Deixo aqui este espaço para que os comentaristas do portal, identificados com o programa de governo de Dilma Rousseff à presidência da república, assinem este manifesto e acrescentem suas razões para esta adesão, as quais poderão ser, na medida do possível, incorporadas ao texto final.

 

PS. Esclarecemos que esta atitude é absolutamente independente de Luis Nassif, o qual sempre tem deixado aberto este espaço para quaisquer manifestações políticas, desde que informadas pela ética.

PS2. naturalmente que os comentaristas deverão ficar a vontade para subscrever mantendo a identidade assumida aqui na comunidade..

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Respostas a este tópico

Abraços seja bem vindo JOÃO GUILHERME FAVELA DA ROCINHA RIO DE JANEIRO.
Quem for ao TUCA hoje, recomendo levar documento de identidade e chegar com antecedência, caso aconteça aí o mesmo que houve no Rio: credenciamento para ter acesso à manifestação dentro do Teatro Casa Grande.
Para os que não puderem ou não quiserem entrar é importante a presença na rua, fazendo número. Aqui havia uma tela de transmissão em frente ao teatro.
Sou evangélica e acredito na igualdade e convivência pacífica entre os seres humanos, somos todos filhos de Deus. A Bíblia é clara, Deus não faz separações entre pessoas, povos, basta que acreditemos Nele e coloquemos nossas vidas em seu altar. Voto em Dilma apesar de todas as besteiras que andam falando dela. O governo atual se preocupou com os menos favorecidos, trouxe uma vida mais digna em nossa sociedade, ele está tentando cada vez mais trazer igualdade para esse País e seu povo, independente de religião. Nessas eleições devemos nos preocupar em eleger não um líder religioso e sim um bom administrador, que pense em trabalhar pelo País e seus habitante em geral. Que Deus abençoe a todos, Amém.
Valeu, e desculpe bjos e bjos e bjos Aleluia.
joão sempre presente, né.
joão que nunca esquece da sua rocinha. da nossa, né?
estamos juntos na mesma luta, é isto?
Só assinando embaixo:
Paulo Roberto Stockler
paulo,
bom ter você aqui, nesta hora.
e volte mais vezes.
você arrumou um porta-retrato diferente, não foi? lindão, né?
Sempre pela justiça e pela Paz!
Após apelos,suplicas e Admoestações.

Momento,não vá embora tão cedo, és tão formosa Dilma.
Oh! Patria Amada!!!!!!
PAULINHOOOOOOOOOOOO,
ganhei o dia, a semana, o mês.
ganhamos todos.
mas eita minino difícil, meu!
com certeza, paulo, uma decisão generosa. e era isto que eu sabia, nós sabíamos, não faltaria em você. claro, não sem antes marcar posição!
O documento do CC (“Derrotar Serra nas urnas e depois Dilma nas ruas”) teve uma excelente aceitação, de forma majoritária, entre nossa militância, amigos e simpatizantes e setores da esquerda em geral. Sua divulgação foi uma das de maior alcance, dentre os documentos expedidos pelo Partido, extrapolando as fronteiras do nosso país.

A fim de esclarecer alguns poucos militantes e amigos que – apesar da clareza do texto – interpretam a orientação como se fosse no sentido do voto nulo, deixamos claro que a decisão do CC é no sentido do VOTO CRÍTICO em Dilma, única forma de “derrotar Serra nas urnas”.

Por outro lado, queremos chamar a atenção para o fato de o CC ter decidido também que não participaremos da campanha da candidata e nos manteremos na oposição, independente do resultado. Isto implica em não participar de manifestos e eventos organizados por forças governistas e que têm como eixo a defesa do governo Lula e o apoio eleitoral acrítico à Dilma e, portanto, ao seu eventual governo.

A CPN está tentando articular um manifesto nacional diferenciado, dos setores de esquerda que divergem do governo Lula e se opõem a ele, mas que votarão criticamente em Dilma, para derrotar Serra, sem qualquer ilusão no futuro governo, como a nota do CC também deixa claro.

Os Comitês Regionais devem procurar, no âmbito dos Estados, a interação desses setores para possíveis iniciativas unitárias.

Estas articulações podem jogar importante papel na criação de um ambiente político favorável à frente anticapitalista e anti-imperialista. Mas, para isso, é fundamental que respeitemos a legitimidade da decisão daqueles setores e individualidades que optaram pelo voto nulo.

Comissão Política Nacional


18 de outubro de 2010

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