O que Israel está fazendo em Gaza, ultrapassa todos os limites do bom senso, já passam de 900, o número de Palestinos mortos. Recentemente foi descoberto que a Escola bombardeada pela ONU, foi atingida devido a um erro de pontaria do GPS, usado pelas tropas, que havia detectado uma falha na operação dos mísseis inteligentes.

É como se tivéssemos um oponente de um lado com estilingue (Palestinos) e de outro um exército revidando com tanques, é completamente desproporcional.

Israel precisa se defender do Hamas, que não reconhece o Estado Judeu e envia mísseis contra seu território, mas fazendo as contas, esses mísseis mataram 3 civis e 10 soldados. Como justificar essa carnificina em massa?

Soldados Israelenses, abandonaram crianças ao lado dos corpos de suas mães mortas, que nome dar a esse comportamento? Crime de Guerra, esse é o nome.

Os Israelenses estão cometendo em menores proporções, o mesmo crime de guerra do qual foram vítimas, o crime de limpeza étnica, que chocou o mundo durante a Segunda Guerra. A diferença é que não há um campo de concentração, nem o o planejamento de assassinato em escala industrial.

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Caro Luiz Henrique, não estamos vivendo hoje em Gaza uma limpeza étnica apenas e o princípio de muitos massacres mais. Os israelitas que governam Israel são sionistas quem não é não sobe ao poder. Seus planos de expansão do território ocupado através de massacre, ultrapassam as fronteiras do Jordão, que são considerados territórios da sua terra natal no tempo de Abrão.
Tirando o aspecto religioso que nem cabe diante desta carnificina, o litoral de Gaza possui gigantescos campos de gás natural a serem explorados. Fica claro que Israel quer “Gaza sem gente” assim declarou Ariel quando era o 1º Ministro. Claro também é o apoio de todas as potências do Conselho de Segurança da ONU a esse LATROSÍNIO, se não, isto nem teria começado. Israel teria devolvido os territórios aos Palestinos, os quais faziam parte do acordo do cessar fogo e concedidos 6 meses para desocupar tais territórios.O Hamas não os teriam atacado se honrado o acordo.
Duvido que Israel sofra alguma sanção por estes crimes, duvido mesmo e até aposto que não.
Anexos
Sou apenas uma cidadã comum, que sofre a influência das notícias que ouve e vê, veiculadas pela imprensa escrita, televisada, digitalizada, falada. Do que vi, ouvi, li, deduzo que a Israel foi dado um território que pertencia a outro povo. Quem deu essa terra se achava com direito a isso e não entendi porque a União Européia e os Estados Unidos não cederam parte de suas próprias terras para a construção do estado de Israel, mas foram buscar na Palestina o presente que ajudaria a apagar o horror da segunda guerra. Quer dizer, claro que sei, é mais fácil fazer cortesia com o chapéu alheio, ditado velho, do meu tempo, mas nem um pingo fora de moda. E desde então, Israel vem entrando na casa de seus vizinhos, com várias desculpas, que me lembram a fábula do Lobo e do Cordeiro, e o povo palestino está agora amontoado numa faixa de litoral, tendo como única opção atirar-se ao mar ou morrer esmagado pelo exército do inimigo. E agora, por ter falado sobre isso desta forma, posso ser considerada anti-semita.
O que eu quero dizer é o seguinte: o povo alemão foi conivente com Hitler e com a matança dos judeus. Silenciaram, sabiam o que estava acontecendo e silenciaram (não fui eu, não é comigo). E agora, o povo judeu está fazendo o mesmo. Com exceção de uma parcela pequena do país, a grande maioria se cala ante esse novo holocausto.
É dessa forma que vejo. Não sei ser diplomática, não sei se estou abusando do espaço concedido pelo senhor Luis Nassif. Não quero polemizar nem é minha intenção ofender o povo judeu. Mas sei perfeitamente que ninguém pode ser julgado por suas crenças e sim por seus atos. Durante a ditadura recente, muita gente se mostrou indiferente ao destino dos que decidiram lutar pela volta do estado democrático. Poucos civis se colocaram como colaboradores dos militares, mas um número expressivo de brasileiros fechou os olhos para o que se passava nos porões da repressão. Quando tudo isso chegou ao fim, pessoas abriram esses olhos e se espantaram com o que lhe foi mostrado. Não precisava ter sido assim. Se a sociedade brasileira quisesse, a ditadura não teria nem acontecido. Quantas vidas jovens teriam sido poupadas. Quanta inteligência, quanta disposição para o trabalho humanitário desperdiçada, quanto futuros escritores, quantos sociólogos, jornalistas, médicos, políticos, professores, trabalhadores de todas as classes, tiveram suas vidas interrompidas pelo silêncio da sociedade brasileira, alemã, russa, norte-americana, inglesa, judia e por aí vai.
O mundo inteiro está participando de atos pela paz, mas se o povo de Israel não se levantar também contra a insensatez e a ganância de seus políticos, uma nova divisão do mundo parece ser o que nos aguarda.
Essa notícia talvez, nos mostre os reais interesses na Faixa de Gaza...


Os campos de gás no offshore de Gaza

Escrito por Michel Chossudovsky
19-Jan-2009



A invasão militar da Faixa de Gaza pelas forças israelenses deve-se diretamente ao controle e propriedade das reservas estratégicas de gás natural na sua plataforma marítima.



Esta é uma guerra de conquista. Descobertas em 2000, são extensas as reservas de gás presentes ao longo do off-shore de Gaza.



À British Gas (BG Group) e ao seu parceiro Consolidated Contractors International Company (CCC) com sede em Atenas, propriedade das famílias libanesas Sabbagh e Koury, foram dados os direitos de exploração de petróleo e gás num acordo de 25 anos assinado em novembro de 1999 com a Autoridade Palestina.



"Os direitos de exploração costeira das jazidas de gás são, respectivamente, da Brittish Gas (60%), Consolidated Contractors (CCC) (30%) e o Fundo de Investimento da Autoridade Palestina (10%)" - Haaretz, 21/10/2007.



"O tratado AP-BG-CCC inclui o desenvolvimento da jazida e a construção de um gasoduto" (Middle East Economic Digest, 05/01/2001).

Para ler mais:

http://www.correiocidadania.com.br/content/view/2813/9/

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