Prezados,

Apresento o documento “MEC reitera Projetos Mais Médicos é ILEGAL sem CFM e CRMs”, http://pt.scribd.com/doc/169964962/MEC-reitera-Projetos-Mais-Medico... , onde estamos reavaliando a resposta ao Protocolo “Fale Conosco 13654686 – 7LSV065YI33”, http://pt.scribd.com/doc/169044465/Fale-Conosco-13654686-7LSV065YI33 , onde estamos divulgando o protocolo nº 13654686 com a senha 7LSV065YI33, do Ministério de Estado de Educação relacionado ao documento “MEC reconhece Projeto Mais Médicos é ILEGALsem CFM-CRMs, http://pt.scribd.com/doc/167246395/MEC-reconhece-Projeto-Mais-Medic... , onde estamos divulgando a resposta do Excelentíssimo Ministro de Estado de Educação, efetuada em seu Nome, pela Sra. Tatiana de Campos Aranovich, Coordenadora-Geral de Legislação e Normas de Regulação e Supervisão da Educação Superior, a protocolar, e acintosa, provocação feita.

Tal, parte da premissa, de que na mesma o Ministério de Estado da Educação reconhece que não esta qualificado, através do Sistema de Ensino Superior, sob sua Responsabilidade de Legislar e Fiscalizar, para formar DIPLOMADOS APTOS a exercerem a Profissão, e que por isso, entende que os Conselhos profissionais devem, em última instância, REAVALIAR e RECONHECER os APTOS a iniciarem o exercício da sua Atividade Profissional.

Abraços,

Plinio Marcos

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Os médicos formados no Brasil em escolinhas particulares, cujas mensalidades ultrapassam os 7 mil reais, passariam em qualquer teste do CRM, tal qual o aplicado pela OAB? D U V I D O  D  O  DÓ.

Aqui a turma forma para ser fazendeiro e arranjar casamento milionário.

Ninguém quer ir para dureza das vilas e ou cidades de poucos recursos.

A seguir comentário de um médico de BH.

 
- Tarcísio Lemos.
 
 Médico, Mestre e Doutor pela Sorbonne, Doutor pela UFMG, onde é Professor da Faculdade de Medicina, há mais de 30 anos.
  Não vou comentar todos os assuntos aqui abordados, mas fazer apenas alguns breves comentários.
A necessidade de os médicos estrangeiros serem submetidos ao Revalida é uma falácia. Eles não estão vindo disputar vagas com os colegas brasileiros. Estão indo para lugares menosprezados pelos mesmos. Se fizerem o dito exame, terão também o direito de se estabelecer em qualquer lugar do Brasil, o que contribuirá, naturalmente, para abarrotar ainda mais os grandes centros, principalmente do Sul Maravilha, e deixar os desassistidos como estão.
Agora vêm dizer que estão preocupados com a competência dos mesmos. Eles sabem muito bem que são melhores do que a maioria daqueles que buscam no SUS mais um emprego do que a melhoria dos serviços prestados à população. A ideia principal é se o povo tem ou não o direito de ter assistência médica. Quando vislumbram a possibilidade desta conquista, “os médicos” vêm com o discurso de que tem que aparelhar os hospitais e postos para atrair os profissionais de saúde e prestar um atendimento digno aos pacientes, submeter os candidatos a exames de competência etc.
Atribuir ao governo dos últimos 10 anos os problemas centenários de saúde é, no mínimo, desinformação ou má-fé. O Brasil tem um dos melhores programas de vacinação do mundo. O programa de assistência materna melhorou e muito, nos últimos anos. Houve redução de 17% da mortalidade infantil nos últimos 10 anos; a perspectiva de vida do brasileiro ultrapassou os 70 anos; trinta milhões de pessoas não passam mais fome! O salário mínimo sobe, ano a ano, acima da inflação e foram criados 20 milhões de novos empregos. Estes e outros mostram importantes mudanças para melhor na saúde do brasileiro. O SUS tem expandido o seu leque de atendimento e vai melhorar ainda mais com o programa Mais Médicos.
Eu me pergunto por que as entidades de classe não se manifestam em defesa dos pacientes? Fui da diretoria do Sindicado dos Médicos de MG, quando os médicos dos postos do então INSS tinham que atender 28 consultas em 4 horas de trabalho. Desumano para os médicos e péssimo para os pacientes! diziam. O estranho é que não dava para atender BEM 28 pacientes em 4 horas, mas eles eram DESPACHADOS em 2 horas! Na luta que se travou, foram atendidas duas reivindicações: melhoria salarial e redução de 28 para 8 consultas, visando um melhor atendimento. A primeira foi embolsada e a segunda o gato comeu, pois os pacientes passaram a ser despachados em 1 hora. Alugaram umas salas ao lado do posto, onde atendiam os outros 20 pacientes, RECEBENDO OUTRO SALÁRIO! Era o famigerado CONASP. O ex-presidente do sindicato dos médicos, Célio de Castro, apresentou, no Congresso, a proposta de fim do CONASP. Com isso, perdeu as eleições do CRM/MG, contadas como ganhas. Compreendi que se a diretoria abandonasse o corporativismo não ganharia nenhuma eleição. Terminado o meu mandato, deixei o sindicato, pois não queria me sacrificar mais por quem não merecia a minha dedicação e o menor respeito.
Muito me estranha o silêncio das entidades de classe diante da vinda dos médicos cubanos, durante o governo FHC-Serra. A retirada de mais de 40 bilhões, com o fim da CPMF, não causou a menor indignação por partes dos médicos e de suas entidades de classe, assim como os milhões gastos em obras hospitalares superfaturadas, o desvio do dinheiro da saúde por governos estaduais, dentre outros.
Por último, quem está jogando a população contra os médicos são as próprias entidades médicas que insistem em retirar o mínimo de ajuda que o governo está lhes oferecendo. Temos que começar o trabalho, com o que temos, no momento. Mais de 90% da atenção à saúde podem ser resolvidos apenas com os serviços básicos, sem tirar clientes de nenhum médico dos grandes centros. Muito ao contrário, parte destes pacientes, até então desassistidos, necessitarão ser encaminhados para centros regionais e grandes centros, o que aumentará a clientela dos médicos especialistas!
O que acho mais grave são as alegações de que necessitamos, primeiro, de aparelhar os postos e hospitais, para depois atrair os médicos. Propõem a inércia para nada mudar. É pura demagogia de quem não liga a mínima para os pobres. Temos que começar, de alguma forma, a mudar as coisas. E é isso o que o governo está fazendo.
 
Tarcísio Lemos

Perfeito.

Perfeito! Experiência concreta, por dentro do corporativismo mais safado, que hoje se mistura com um reacionarismo social em alto grau!!!

excelente Webster

Stella, Tom Pires e Plínio Marcos.

Alguns conselhos regionais de medicina teimam em boicotar o programa mais médicos, negando-se a emitir autorização provisória para atuação dos médicos. Recentemente foi expedida ordem judicial contra determinado conselho, prevendo uma multa diária de R$ 10.000,00 no caso de recusa a emissão da autorização provisória. 

Ilegal é a sonegação de impostos feita pelos médicos. Não dão recibo das consultas!

Imoral é médicos formados em Universidades públicas, mantidas com os impostos pagos pela população, demonstrarem tanta arrogância e falta de solidariedade por aqueles que financiaram seus estudos.

Prezados,

Para que não paire qualquer dúvida, do meu entendimento, esclareço:

- Cabe ao Estado Brasileiro definir, através do sistema de ensino superior, quem pode INICIAR o Exercício de Profissão Regulamentada, através da DIPLOMAÇÃO, ou da automática (ou não) REVALIDAÇÃO de DIPLOMAÇÃO no Exterior.

- Cabe aos Conselhos Profissionais FISCALIZAR o exercício de Profissão Regulamentada, daqueles que DIPLOMADOS devem ser Automaticamente Inscritos nos seus respectivos Conselhos, em identificando falha no EXERCÍCIO poderá suspender ou cancelar seu registro.

- Doutor é quem tem curso de Doutorado completo em Estabelecimento de Ensino Superior reconhecidos pelo Estado Brasileiro através do Ministério de Estado de Educação.

- Qualquer pessoa que esteja exercendo Profissão Regulamentada sem que seu registro no respectivo Conselho Profissional esteja ATIVO, estará em situação de EXERCÍCIO ILEGAL da Profissão. 

Abraços,

Plinio Marcos

PS.: É inadmissível que um Órgão não subordinado hierarquicamente, nem administrativamente, ao Estado Brasileiro, possa, em superioridade ao Estado Brasileiro, determinar quem pode ou não pode INICIAR i Exercício de Atividade Regulamente, estando de POSSE do Respectivo Diploma.  

Plínio,

Trechos do Dr Adib Jatene, na UNB:

Mariana Costa-Ag UNB

Um do pontos apontado por Jatene foi a dependência que a Medicina adquiriu da indústria, tanto em equipamentos quanto em medicamentos. "Hoje, nenhum congresso de Saúde é realizado sem o patrocínio de empresas do setor", observou.

O conferencista criticou a lógica estabelecida nos dias de hoje em que os alunos buscam somente a especialização e o trabalho altamente rentável no setor privado. "A  Medicina não foi feita para o médico adquirir patrimônio ou posição social", advertiu. Jatene defendeu condições para o professor poder se dedicar exclusivamente ao ensino e um maior número de docentes generalistas. "A Medicina não pode mais ser ensinada como é, pois não consegue atender a população", sentenciou.

Adib Jatene defendeu a participação das universidades no programa Mais Médicos do governo federal. "Cabe à universidade ajudar a resolver esse problema", declarou, reforçando a crítica ao excesso de especialização  nas escolas de Medicina.  "Antes de ser especialista em qualquer área, o médico tem que ser especialista em gente".

Ao ser perguntado sobre a revalidação dos diplomas obtidos no exterior, o palestrante não só defendeu a ação do governo como lançou uma provocação, defendendo a extensão do procedimento aos portadores de diploma obtidos no Brasil.

CPMF - Os participantes da sessão aberta da Comissão UnB-Futuro tiveram a oportunidade de ouvir diretamente da fonte os bastidores da história da criação da Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras, a famosa CPMF. Diante de um orçamento federal totalmente comprometido e com quase nenhuma margem de manobra para destinação de mais recursos à Saúde, o então ministro Adib Jatene obteve do presidente Fernando Henrique Cardoso a permissão de mobilizar o Congresso Nacional para a aprovação da CPMF, sob a promessa de que se caso fosse exitoso, teria os recursos efetivamente destinados à sua pasta.  "Ele deve ter concordado porque não acreditava que eu fosse realmente conseguir", brincou o ex-ministro da Saúde.

Pois Jatene conseguiu, e a taxa foi implementada e, como muitos haviam antecipado, os recursos não foram para a Saúde. O professor não hesitou em entregar o cargo. "Eu tinha dado minha palavra a todos de que os recursos seriam para a Saúde", justificou.

 

Sou fã incondicional de Jatene, principalmente, porque ele fez parte em 1966, da equipe médica que operou meu irmão gêmeo do Coração, e que por isto, ainda VIVE, algo que não seria possível sem a citada operação.

Os posicionamentos de Jatene são impecáveis, como o É o proprio.

Minhas colocações em relação à questão devem ser observadas em relação a integridade da inteireza do Direito Constituído, uma vez que, CABE ao Estado Brasileiro especificar QUEM pode ou Não PODE iniciar o exercício de Profissão Regulamentada, bem como, Cabe aos Conselhos Profissionais FISCALIZAR o EXERCÍCIO.

Logo, independente de qualquer outra avaliação, a Segurança Jurídica é FUNDAMENTAL em qualquer Estado Democrático de Direito, quando então, ressaltamos que qualquer coisa esta contida neste Estado....

Abraços,

Plinio Marcos 

Concordo plenamente com suas colocações, Plinio.


Finalmente a Dra. Mayra vai dar atenção aos pobres de Fortaleza.

4 de outubro de 2013 | 09:09

Tasso Jereissati, ontem, presidiu a filiação de dois médicos cearenses ao PSDB, um deles a Dra. Mayra Pinheiro, uma das que vaiou e tentou humilhar seus colegas cubanos aos gritos de “escravo”. Boa sorte à Dra. Mayra. É assim que se faz política, filiado aos partidos e disputando eleições. Não vaiando e tentando humilhar pessoas, ainda mais gente que não podia reagir. Que a senhora possa fazer, como candidata, aquilo que não quer fazer como médica: ir à periferia, às favelas de Fortaleza, que são mais de 500. E que ali aperte a mão das pessoas pobres, pergunte como elas vão, ouça o que precisam para serem assistidas. Ouça elas dizerem que não têm um médico no posto de saúde quando um de seus filhos passa mal, como esperam horas, dias, meses, para que alguém de branco se digne a ouvir ou ver o que lhes aflige. Quem sabe a senhora explique a eles que é preciso alta especialização para ver as perebas que tomam conta da perna do menino, ou a tosse comprida que angustia a senhora idosa? Talvez aí a senhora compreenda que eles precisam de um médico, de um médico como a senhora e outros não querem ser, porque aquelas pessoas não são bem…clientes, são apenas seres humanos. Pobres, miseráveis, escravos do isolamento e da desatenção das elites. Pode ser uma grande experiência, Dra. Mayra. Quem sabe assim a senhora possa ser gentil e atenciosa com um pobre, um negro, um desvalido. Quem sabe até, finalmente, vá lhe dar um sorriso, trocar algumas palavras. Quem sabe chegue mesmo a tocar nele. E sem luvas, imagine!

Por: Fernando Brito

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