Para entender a 'Operação Aloprados 2.0' em marcha para criminalizar o The Intercept

Em janeiro de 2018 publiquei neste espaço o texto sob o título ‘Os perigos de se usar matéria de jornal como prova em decisão judicial’ (1). Ali, chamei a atenção para a principal prova usada pelo então juiz Sérgio Moro para condenar Lula, ou seja, uma matéria do jornal O Globo (10/03/2010) assinada pela jornalista Tatiana Farah (2). Voltarei a este nome mais adiante. 

No texto, lembrei do caso “Dossiê dos Aloprados” (2006), um escândalo midiático que foi fabricado dentro de outro escândalo chamado “Máfia dos Sanguessugas” (ou “Máfia das Ambulâncias”), um esquema criminoso de compra de ambulâncias superfaturadas e que envolvia o Ministério da Saúde. O contexto da ocasião eram as eleições gerais de 2006 em que o presidente Lula era candidato à reeleição (concorrendo com o tucano Geraldo Alckmin) enquanto seu ministro da Saúde, Humberto Costa, era candidato ao governo de Pernambuco. Além do já propalado “Escândalo do Mensalão”, a mídia jogava outro escândalo na conta do Partido dos Trabalhadores, associando a Máfia das Ambulâncias ao então presidente Lula, ao governo; ao ministro da Saúde.

Operação Aloprados 1.0: o “drible do Garrincha” da Globo no espectador.

Os mais antigos lembram dos célebres dribles do Mané Garrincha: a bola parada; Garrincha faz que vai pra direita; dá um pique; leva junto o adversário – e quando este dá por si, Garrincha já voltou e foi embora com a bola pela esquerda. “Como pareço um idiota!” – declararia, tempos depois de aposentado do futebol, uma das vítimas estrangeiras dos dribles após assistir, em videoteipe, sua performance diante de Garrincha. Pessoalmente, é assim que costumo enxergar o pobre espectador diante da arte do diversionismo da Globo & cia: ser ludibriado e, só tempos depois, se (se!) confrontado com a realidade, flagrar-se como um idiota. Foi assim que a mídia agiu com o “Dossiê dos Aloprados”, um factoide que serviria para despistar a nova descoberta, ou seja, que a Máfia das Ambulâncias não nascera no governo do PT, mas no governo FHC. O que foi o “Dossiê dos Aloprados”? Muitos não devem lembrar do escândalo dos aloprados; ou não tiveram oportunidade para se inteirar dos detalhes macabros por trás da fabricação do escândalo. Então vale uma retrospectiva até como analogia com os ataques que ora acontecem contra a ‘Vaza Jato’, do The Intercept.

Aconteceu que, de repente, seguido ao “Escândalo da Máfia das Ambulâncias”, estourou, às vésperas das eleições 2006, o “escândalo dos aloprados do PT”. Trata-se de um caso em que um grupo de “petistas” (aspas nisto; adiante explicarei o porquê) tentou comprar, com uma montanha de dinheiro em notas miúdas, um “dossiê bombástico” contra o então candidato ao governo de São Paulo, o tucano José Serra. Toda a mídia chegou praticamente junto com a Polícia Federal para dar o flagrante nos petistas. O mundo midiático, então, resolveu mirar todos os holofotes no “escândalo da compra do dossiê” – enquanto “esquecia”, ou, deixava de lado a mínima curiosidade jornalística para saber o conteúdo do tal dossiê. Perguntando sobre o episódio, o então presidente Lula teria comentado: “é obra de um bando de aloprados”. Daí o nome “Escândalo dos Aloprados”, assim batizado pela mídia. Passadas as eleições, o caso dos “aloprados” foi arquivado. Estranhamente arquivado (3).

 Sobre os “petistas” flagrados na compra do tal dossiê, ao menos dois nomes chamaram a atenção: Valdebran Padilha e Gedimar Passos. Valdebran era um “empresário” conhecido por se envolver em escândalos e que viria a ser indiciado novamente pela PF, em 2010 (Operação Hygeia) sob acusação de desvio de dinheiro público (4). Outro "aloprado" de perfil curioso é Gedimar Passos. Segundo matéria do Estadão, “Gedimar havia sido agente da PF (!) e se apresentava como advogado do PT” (5). Ou seja: uma pessoa que, em tese, pela antiga ocupação, estaria escaldada contra ‘bandeiragens’, de repente é flagrado por ex-colegas dando bandeira com montanha de dinheiro para compra de um dossiê fajuto.

Em menos de uma semana, sem alarde algum; sem sequer uma notinha de rodapé em jornal, o tal “dossiê” já estava disponível no Youtube: vídeos do então ministro da Saúde José Serra (governo FHC) entregando, em solenidades oficiais, ambulâncias a políticos envolvidos na Máfia das Ambulâncias (6). Se é verdade que tais vídeos não traziam, em si, provas que incriminavam José Serra, também é verdade que, diferente do enredo que a mídia contava ao Brasil, a Máfia dos Sanguessugas não era “marca registrada do PT” – já que a máfia se encontrava, a todo o vapor, no governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso (7).Também é verdade que, no calor da campanha eleitoral, os vídeos em que o então ministro Serra aparecia junto aos envolvidos da dita “Máfia das Ambulâncias” poderiam ser fatais. Coincidência ou não, todo o calor; todas as metralhadoras da mídia ficaram concentradas na retórica: “petistas criminosos comprando dossiê contra a vítima Serra”. E assim, como que por um milagre, evaporou-se do noticiário o “Escândalo da Máfia das Ambulâncias”. Para dar asas ao “Escândalo do Dossiê”, o delegado da Polícia Federal que cuidou do caso combinou, com quatro jornalistas (Folha, Estadão, O Globo e Jovem Pan), burlar uma decisão judicial que proibia a divulgação das fotos da montanha de dinheiro apreendido (8). A estratégia e o objetivo da burla ficaram claros nas próprias palavras do delegado num áudio vazado: forjar o furto das fotos, acusar algum funcionário da delegacia e jogar tudo na mídia. “Tem que sair no Jornal Nacional” – disse o delgado, referindo-se à foto. A jornalista de O Globo presente no ato era Tatiana Farah (9).

A estratégia deu certo: os jornalões guardaram as fotos da “dinheirama do PT” e optaram por divulgá-las, nas primeiras páginas, às vésperas das eleições. E os dias seguiram com a mídia batendo nesta tecla. Ninguém da grande mídia falou nos vídeos em que Serra era o protagonista; e muito menos se falou da escancarada ilegalidade cometida pelo delegado da PF com a cumplicidade de jornalistas da chamada grande imprensa. Quem ousasse tocar no fato de que o vazamento das fotos da “dinheirama do PT” era fruto de uma ilegalidade, imediatamente receberia o rótulo de “atentado contra a liberdade de imprensa”.  Sim: seguindo tal lógica, o importante era mostrar ao Brasil a prova do crime da compra do dossiê – e não o meio ilegal como foi vazado a tal prova. A mídia levou os espectadores para o enredo do “dossiê do PT” e boa parte do público foi atrás. Hoje, muitos provavelmente se sentiriam como aquele jogador de futebol vítima do drible do Garrincha que, de forma retardatária, se sentiu um idiota.

Em suma, para o leitor entender a lógica aos olhos da “imparcial” mídia brasileira no afã de mexer nas eleições 2006, era mais importante levantar um escândalo sobre a compra de um dossiê fajuto e esquecer do escândalo de compra de ambulância superfaturadas que sugou cerca de R$ 110 milhões dos cofres públicos.

Ainda sobre a jornalista Tatiana Farah, a matéria de estreia da série ‘Vaza Jato’, do The Intercept, lançou no ar a mesma dúvida que levantei no texto publicado em janeiro de 2018: no jornal, a jornalista escreveu: “a Presidência confirmou que Lula continua proprietário do imóvel”. Mas não diz se a Presidência confirmou que o imóvel era o triplex, conforme consta no título da matéria de O Globo. Vale ressaltar que era pública a informação de que Marisa Letícia, esposa de Lula, tinha cota de participação no Ed. Solaris, já que constava na sua declaração de imposto de renda. Mas nunca foi mencionado a posse de algum “triplex”. Pelos diálogos vazados, até o procurador Deltan Dallagnol tinha dúvidas sobre tais "provas" contra Lula (10). Ora, se a jornalista não conseguiu provar documentalmente que “o triplex é do Lula”, a matéria do jornal nunca poderia servir como prova para incriminar Lula. O The Intercept, praticando jornalismo de verdade, ainda procurou esclarecer tais dúvidas tentando ouvir os três lados envolvidos na matéria: o jornal O Globo, a jornalista e a Presidência da República, esta já ocupada por Michel Temer. Mas, pelo que se apurou, todos os lados alegaram que as mensagens trocadas (por e-mail) foram destruídas; sumiram do mundo. Logo, a matéria do jornal é, por si só, a prova concreta do “crime” – segundo, claro, a lógica dos procuradores e do julgador. Mas eis que o The Intercept levantou o diálogo envolvendo procuradores sobre o tal triplex e a jornalista. Em certo trecho, um procurador relata a conversa dele com a jornalista Tatiana Farah. Atenção ao trecho (grifo meu) em que a jornalista afirma que “descobriu” (sic) que o triplex era do Lula após conversar com funcionários da obra: 

Procurador Januário Paludo:

“Conversei com a TATIANA FARAH DE MELLO, que fez a reportagem em 2010 sobre o TRIPLEX. Ela realmente confirmou que foi para GUARUJA e lá colheu diversas informações sobre os empreendimentos da BANCOOP. A matéria era para ser sobre a BANCOOP e o calote dado nos mutuários. Em guaruja conversando com funcionários da obra – que ainda estava no esqueleto, é que ela descobriu (sic) que o triplex seria do Lula. Ela manteve contato com a Assessoria de comunicação do Palácio do Planalto que confirmou a informação. Toda parte documental, como e-mail e outros dados foram inutilizados quando ela saiu do ‘o Globo’. Acho que podemos tomar por termo o depoimento. Marco uma video e pronto”.

 Pelo que se depreende do caso, a jornalista Tatiana Farah foi efetivamente procurada pelos investigadores da Lava Jato para dar seu relato – que seria a peça fundamental que carimbaria a palavra “triplex” no processo contra Lula. Mas, até onde se sabe, ela não aceitou “gravar vídeo” ou coisa do tipo para atestar a informação (?) que ela puxou na matéria de 2010. Em suma: ficou o dito pelo não dito, Lula foi condenado com base no "ouvi falar" de operários de obra e ponto (11).

O “hacker” do The Intercept e o novo drible da Globo

A forma como o Grupo Globo está encarando os vazamentos da Operação Lava Jato publicados pelo site The Intercept, do jornalista Gleen Greenwald, é uma nova manobra diversionista que lembra muito a estratégia de 2006, ou seja, matar qualquer notícia que dê ao público a chance de saber de uma outra realidade que “contamine” o enredo forjado. No caso da Máfia das Ambulâncias, o objetivo do “Escândalo dos Aloprados” era levantar uma cortina de fumaça para não deixar cair por terra a retórica de que o crime tinha o carimbo do PT. Para isto, juntou a fome com a vontade de comer: colocou um novo escândalo no colo do PT e, assim, minou qualquer tentativa do partido de argumentar que o crime começou no governo anterior. Ou seja: a mídia jogou na conta do PT um novo escândalo nacional concomitantemente ao fato de que imunizou o PSDB da mácula da “Máfia das Ambulâncias”, pois se o PT ousasse divulgar os vídeos de Serra entregando ambulâncias a políticos corruptos, o espectador (o idiota driblado) iria se escandalizar não com o as imagens que “falavam por si”, mas sim com os “aloprados criminosos do petê” que teriam comprado os vídeos.

Para que não pairem dúvidas sobre o “Dossiê dos Aloprados”, exponho minha opinião pessoal sobre o caso que, obviamente, não quer dizer que seja ‘A Verdade’. Em 2006, o setor de Inteligência da campanha tucana descobriu que a campanha do PT estaria em vias de publicar vídeos e documentos (públicos, diga-se) que provariam de maneira peremptória que a “Máfia das Ambulâncias” nascera no governo anterior, do PSDB. Como os tucanos souberam? Resposta: por pessoas infiltradas dentro da campanha petista que levaram, aí sim, petistas de fato a cair numa cilada. Assim, imediatamente foi colocada em prática a “Operação Aloprados 1.0” (este batismo é por minha conta) para não apenas neutralizar a pretensão dos adversários de publicar o material que derrubaria a retórica da mídia contra o PT, mas também para inverter a vilania. Para isto, contaram com a ajuda de um delegado da PF e, claro, da própria mídia.

Agora, no caso dos vazamentos do The Intercept, ante as graves revelações que dão conta das relações entre o então juiz Sérgio Moro e procuradores – flagrados numa cumplicidade que, no mínimo, retratam imparcialidade da condução do processo do ex-presidente Lula –, a Globo, a serviço da Lava Jato, tenta desacreditar as denúncias apontando a cumplicidade do site de notícias com os “hackers” que porventura teriam vazado os diálogos sigilosos. Nesta visão, matem-se as denúncias do site de notícias The Intercept – já que os vazamentos teriam sido obtidos de forma fraudulenta.

A hipocrisia é péssima colega da memória. Assim, esqueça-se do delegado que, junto com jornalistas e respaldo das empresas de mídia, tramou o vazamento ilegal de material; esqueça-se do juiz que vazou, de forma ilegal – e por que não dizer ‘crime contra a segurança nacional’ -, a conversa privada entre a presidenta Dilma e o ex-presidente Lula – e que, para justificar tal ato, declarou que “o problema não é (a forma da) captação do diálogo; o problema é o diálogo em si” (12). Em suma: os fins justificam os meios. Tudo pelo sagrado direito do público de saber da verdade. A menos, claro, que os vazamentos ilegais atinjam os parceiros da mídia. Aí os meios inviabilizam os fins.

 

Operação Spoofing da PF.

Desde quando começou a série de matérias da ‘Vaza Jato’, dia 09 de junho, do site The Intercept, o ministro da Justiça Sérgio Moro, a Rede Globo e toda a “imprensa oficial” pró-Lava Jato adotou a estratégia de bater na tecla do “hacker” – ainda que, pela lógica, não houvesse na época investigação conclusiva sobre os vazamentos, ou, quem vazou; ou de que maneira foram feitos os vazamentos..

Por essas “coincidências” da vida, no dia 12 de junho, apenas três dias após o início da série de vazamentos do The Intercept, apareceu o estranho caso do intruso que teria invadido com a mensagem “hacker aqui” no grupo de integrantes do Conselho Nacional do Ministério Público (13). Ante esta ação escancaradamente ‘bandeirosa’ do tal intruso, a PF abriu investigação. Ainda, como que numa epidemia, ministros e aliados do governo Bolsonaro passaram a denunciar “invasão de hackers” em seus celulares. Ato contínuo, a Globo, em seus noticiários, passou a dar ênfase aos perigos que não só as instituições, mas todos nós, cidadãos indefesos, corremos nas mãos dos hackers criminosos. Da mesma forma, um conhecido site que serve de braço da Lava Jato na web, passou a dar ‘pistas’ sobre a estratégia que, ao que parece, já está montada: forjar a existência de “hackers” e associar seus crimes ao jornalista Glenn Greenwald.

Tudo leva a crer que, antes da estreia do caso ‘Vaza Jato’ no The Intercept (dia 09/06/2019), a inteligência do governo federal já tinha conhecimento da situação, ou seja, pairavam no ar rumores de que as conversas entre agentes da Lava Jato foram, de algum modo, capturadas e muito provavelmente seriam vazadas. Pois em 05 de junho de 2019, a imprensa já noticiava que o celular do ministro da Justiça, Sérgio Moro, sofrera ataque de hackers (14). Além disso, o próprio Glenn Greenwald deixou entender, entrevistando Lula (21/05/2019), que o The Intercept já estava investigando a Lava Jato (15) (16). Ali, presume-se que já estava formada a estratégia que seria adotada a partir dos vazamentos publicados pela ‘Vaza Jato’: “ação criminosa de hackers”. Agora, o que se depreende do enredo forjado pela mídia, sócia do governo Bolsonaro e da Lava Jato, seria a extensão do enredo: “ação criminosa de hackers com a cumplicidade de quem publicou”. Uma grande ‘bandeiragem’ da Operação Aloprados 2.0 pode ser constatada o próprio “hacker” Walter Delgatti Neto, preso por suspeita de ser o autor das invasões nos celulares. Filiado ao DEM, a conta dele no Twitter, até 2011, falava de amenidades (futebol, rotina etc). A conta ‘hibernou’ por 8 anos sem atividade e só foi voltar à ativa como um militante de esquerda pedindo “Lula livre”, criticando a Lava Jato etc. Ainda, há relatos de várias pessoas com perfis de esquerda que se surpreenderam com o fato de que o tal “hacker” os seguiam no Twitter – e que alguns foram até contatados pelo mesmo (17).

Como advertiu o jornalista Luis Nassif em seu ‘xadrez’ publicado no dia 26/07/2019 sob o título “Xadrez de como Moro pode ter armado a história dos hackers”:

"São apenas hipóteses, mas que formam um todo lógico.

 

Há mais de um mês já corriam rumores de grampo nos celulares da Lava Jato. Imaginou-se, então, uma estratégia que permitisse desviar o foco do conteúdo das mensagens para a criminalização da origem. No limite, permitir a deportação de Glenn Greenwald" (18).

A prisão dos suspeitos de ‘hackear” os celulares do ministro Sérgio Moro e demais autoridades não pode ser encardo como algo reles. Há algo de estranho no ar e o enredo que veremos daqui para frente sugere o ‘casamento’ do modus operandi dos dois casos conhecidos:  o “Dossiê dos Aloprados” e a Operação Lava Jato, ou seja, a fabricação de um escândalo (usando criminosos já 'carimbados' pela polícia) para inverter a vilania da coisa noticiada e os presos sendo forçados a confissões que se moldem ao enredo já estabelecido pelos interrogadores.

Fontes:

1- Os perigos de se usar matéria de jornal como prova em decisão judicial:

https://jornalggn.com.br/midia/relembre-os-perigos-de-se-usar-mater...

2- Matéria do "triplex de Lula" em O Globo (10/03/2010), a "prova" contra Lula:

https://oglobo.globo.com/politica/caso-bancoop-triplex-do-casal-lul...

3- Caso "Dossiê dos Aloprados" arquivado pela Justiça: 

https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,stf-mantem-arquivado...

4- Valdebran Padilha é preso na Operação Hygeia (07/04/2010):

https://extra.globo.com/noticias/brasil/valdebran-padilha-preso-na-...

5- O "Escândalo dos aloprados" segundo o Estadão:

https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,relembre-o-escandalo...

6- O "Dossiê-bomba": vídeos de Serra (com "Sanguessugas") em solenidade de entrega de ambulâncias:

https://www.youtube.com/watch?v=4L2x5P5EHf8

7- Mídia brasileira vende a ideia de que a Máfia das Ambulâncias é coisa do PT.

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI15527-15223,00-OS...

8- Matéria do jornalista Luiz Carlos Azenha sobre o caso "Dossiê dos Aloprados":

https://www.viomundo.com.br/opiniao-do-blog/esse-post-e-proibido-pa...

9- Em áudio, delegado da PF Edmilson Pereira Bruno combina com jornalistas de vazar, contra a lei, foto de dinheiro apreendido: 

http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,AA1317305-5601,00.html

10- The Intercept e as fontes da informação de Tatiana Farah sobre o "triplex" - Até Deltan Dallagnol teve dúvidas: 

https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2019/06/10/da...

11- DCM - Sem o conluio do "jornalismo” da Globo, a farsa da Lava Jato jamais teria ido tão longe:

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/sem-o-conluio-do-jornalism...

12- Sérgio Moro, em entrevista a Pedro Bial, para se defender da acusação de ter vazado ilegalmente (a gravação ilegal) da conversa privada entre Lula e a então presidenta Dilma, argumenta que o importante não é a forma (ilegal) como foi capturada e vazada a conversa, mas sim a conversa em si. 

https://www.youtube.com/watch?v=0nZ595DkFtc

13- "Hacker aqui", o "hacker" mais bandeiroso do mundo, invade grupo do CNMP quando a retórica da "invasão hacker" já tomava conta da mídia - e, ao que parece, o ministro da Justiça Sérgio Moro já planejava alertar as autoridades da República de que elas "foram hackeadas". 

https://g1.globo.com/politica/noticia/2019/06/12/hacker-diz-que-ace...

14- Já em 05/06/2019, Sérgio Moro já denunciava na mídia que seu celular fora "hackeado":

https://olhardigital.com.br/fique_seguro/noticia/celular-do-ministr...

15- Glenn Greenwald revela a Lula que o The Intercept já investigava a Lava Jato (10:20 do vídeo):

https://www.youtube.com/watch?v=44MQtRVFuFA

16- Transcrição da entrevista de Lula. Greenwald diz: "Quero te prometer que já estamos trabalhando com essas questões, investigando esses (...)".

https://theintercept.com/2019/05/21/greenwald-entrevista-lula-bolso...

17- Revista Forum: "Suposto hacker de Araraquara pode ser a isca perfeita": 

https://revistaforum.com.br/suposto-hacker-de-araraquara-pode-ser-a...

18- Nassif: "Xadrez de como Moro pode ter armado a história dos hackers":

https://jornalggn.com.br/noticia/xadrez-de-como-moro-pode-ter-armad...

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