Eu quero Educação de qualidade ! Quero 10% do PIB para a Educação. Quero mais verbas para a Saúde e principalmente, mais vigilância sobre o s hospitais, suas compras e seus médicos faltosos (quem não trabalha não pode dizer que ganha pouco).

      MAS, quero Copa do Mundo e Olimpíadas também. É óbvio que devemos manter a vigilância  nos gastos públicos, etc. No entanto, vamos ser justos: a maioria dos estádios da Copa é rentável, representam espaços de lazer seguros e confortáveis para mihões de torcedores/ano ! E Copa e Olimpíadas representam negócios. Para o pessoal FIFA principalmente, mas há mais espaços e todo mundo ganha. Se contarmos a movimentação financeira total, certamente chegaremos a valores superiores a todos os gastos feitos até agora - o que, claro, não significa que teremos nos ressarcido - apenas mostro a importância dos eventos. Então, porque não defender os gastos com os eventos esportivos ? Os empréstimos do BNDES são feitos com garantias comerciais, não são presentes.

      Se os jogos da Copa das Confederações forem atrapalhados, se espantarmos turistas da Copa do Mundo, com ameaças (quem controla multidões ?), etc, estaremos aí sim, jogando dinheiro fora. 

        

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Perfeito Nikola, devemos simplesmente tomar a competição máxima do nosso esporte nacional para as nossas mãos, para que tenhamos estádios, acessos e demais obras públicas que sirvam pelos próximos 50 anos ao povo brasileiro.

Diversão e lazer também é importante para a saúde e educação!

Agora eu não ficaria muito preocupado com os turistas estrangeiros, eles estão habituados a tumultos em seus países que são bem mais violentos do que estão ocorrendo aqui. Podem até achar isto turístico.

O que os manifestantes poderiam fazer é material de divulgação escrito em várias línguas esclarecendo porque estamos protestando. Eles vão entender e até apoiar.

Há uma previsão de lucro de cerca de 142 bilhões (SEBRAE/FGV) com o investimento de 22 bilhões.

Romário reclama da FIFA e chama o presidente da CBF de ladrão. São entidades privadas. O deputado bacana já deveria ter proposto uma CPI para a CBF. 


Para mim, a educação e saúde é um problema decorrente da "preguiça" dos especialistas, incluindo os políticos, jornalistas e sindicatos, de acompanharem o portal da transparência de aplicação dos recursos públicos de forma organizada e sistemática:
http://www.bb.com.br/portalbb/page100,110,4554,11,0,1,3.bb?codigoNo...

O movimento das ruas poderia obrigar a Globo , tão interessada, a acompanhar a votação do projeto do fundo de educação. É o que PT fazia e deixou da fazer com os cartazes eletrônicos da votação em praças públicas.

Quanto ao futebol, é um bem cultural brasileiro irrevogável.

Quero a Copa e quem sabe sonhar com as mudanças que ponham o povão novamente nos estádios.

Queria estar no jogo do Haiti, foi sublime a participação da nossa torcida.

Um quê a mais: chamar a atenção para os investimentos da Alemanha e do Japão no  futebol,  mostram sua beleza fora e dentro dos estádios. O Borussia, com estádio próprio, e jamais vazio, comemora com paixão, do modo alemão, meio marcial, mas é bacana:

http://youtu.be/xxu8KvD23S0

Reclamam dos políticos, se administração dos clubes fosse sincera, ô, ô, aurora, se a Patricinha não sumisse com 7 milhões, segundo os jornais, se o futebol não fosse para trocar jogador e facilitar a lavagem de dinheiro...

Taiti, xiii, e não Haiti.

Durante o período do governo de Stalin na União Soviética ele fez uma coisa que foi certa, o luxo nas estações de metro.

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Qual era a razão disto, simplesmente porque ele disse que como o povo que utilizava estas estações de metrô elas deveriam ser luxuosas e bem acabadas.

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Se estamos fazendo estádios luxuosos, o que devemos fazer é que o povo aproveite este luxo no esporte que ele mais gosta. Ou seja, o importante é colocar o acesso ao povo do uso destes estádios.

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Em Porto Alegre, o Grêmio construiu um estádio luxuoso e o Inter de mesma forma esta reformando o Gigante da Beira Rio, e isto tudo com dinheiro dos CLUBES e não com dinheiro público. Os dois clubes estão se endividando, mas os torcedores (que pagarão os estádios) estão mais interessados que um fique mais bonito do que o outro e não com as dívidas que vão pagar!

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http://www.blogdacidadania.com.br/2013/06/quem-pariu-mateus-que-o-e...

No começo da noite de quinta-feira (20), redes de televisão exaltavam a “beleza” de protestos violentos, ainda que mascarados de pacifistas, que, há quase duas semanas, esmagam o país com medo, incêndios, bombas, tiros, depredações, destruições de todos os tipos, mutilações e, agora, até com morte, como previsto aqui tantas vezes e tão inutilmente.

Todo o horror que se espalhou pelo país foi produto de exigência feita por um grupo de meninos e meninas embriagados com um poder imensurável que adquiriram em questão de dias e que pôs de joelhos um dos maiores impérios de comunicação do mundo e todo o resto do oligopólio comunicacional verde-amarelo, além de políticos, jornalistas e legiões de cidadãos comuns.

Muito poucos entre os que enxergaram o desastre que estava sendo construído tiveram coragem de denunciá-lo, intimidados por hordas de fanáticos que promoviam linchamentos na internet e até nos ambientes sociais e profissionais mais variados contra todo aquele que ousasse dissentir.

A maioria, porém, enxergou exatamente o oposto do que estava ocorrendo. E agora se espanta com o que estava diante de seus olhos e não viu.

Parece ocioso repetir o tamanho do desastre que se produziu no país algumas dezenas de horas após o Estado brasileiro, em suas mais diversas instâncias, ficar de quatro para pouco mais do que adolescentes mimados, que passaram a emitir ultimatos de que iriam “parar” cidades e depois o país se não fossem atendidos.

Por ficar de quatro, entenda-se as autoridades ignorarem todas as condições técnicas de orçamentos municipais e estaduais porque a garotada “não queria nem saber”.

Organizando manifestações de dezenas de milhares de pessoas mesmo lendo em sua página no Facebook as atrocidades que vândalos prometiam promover, um tal de Movimento Passe Livre assumiu o risco de colocar nas ruas hordas de jovens de classe média que têm tempo para passar 15 dias só se dedicando a “parar cidades” e, como se viu depois, o pais.

Algo que possa ser definido como “o povo” pode chegar todo dia, no meio da tarde, a praças públicas e permanecer nas ruas até a madrugada paralisando a vida de quem levanta cedo para trabalhar e, após extensas jornadas laborais, ainda enfrenta outro tanto em salas de aula?

Não a grande maioria deste povo. O brasileiro trabalha duro. Não tem tempo para isso. Nem que fosse por uma causa concreta e racional conseguiria fazê-lo. Temos que sobreviver.

Parece ocioso relatar no que deu o Estado, as autoridades, enfim, a República ficar de quatro para essa criançada e seu novo brinquedo: o poder. E não um poder qualquer, mas um poder discricionário que, após humilhar e impor caprichos a autoridades e aos Poderes constituídos, arrogou a si o direito de impedir liberdades individuais.

Relatei, no primeiro dia útil desta semana trágica, como os “manifestantes pacíficos” passaram a decidir quem poderia ocupar o espaço público usando uma roupa ou portando um símbolo de partido político como bem lhe aprouvesse. Sobretudo sendo de um partido em especial, que, nos dias seguintes, passaria a ser a Geni da República: o Partido dos Trabalhadores.

Na segunda-feira, vi, a centímetros de meu corpo, a única pessoa humilde de verdade em um agrupamento de milhares de pessoas ser atirada ao chão, chutada, agredida, insultada. Uma garota negra de nem 1,6 metro de altura e pesando, no máximo, uns cinquenta quilos.

Por que? Por usar uma camiseta vermelha e portar uma bandeira do mesmo tom com a sigla de seu partido.

Legiões de garotos e garotas se encantaram pelo clima de “Queda da Bastilha” e pelo poder discricionário recém-adquirido, estimulado por impérios de comunicação e por partidos políticos ditos de esquerda.

Esse conclave, mesmo após ter suas exigências atendidas, inundou as ruas com fascistas de ultradireita que bem sabia que levaria consigo, pois os via postando sua truculência em frases na internet que mais se assemelhavam a hieróglifos, de tão ininteligíveis em nosso idioma.

Agora, com a República de quatro, como sempre ocorre com o fascismo – e como se tornou pior com o fascismo infanto-juvenil – o tal “passe-livre” (para o caos?) passou a determinar até que cor de roupa as pessoas podem usar na rua. E o vermelho-PT foi “proibido”.

A pena para quem ousasse desafiar o desígnio dos novos donos do país? Espancamento, no mínimo.

Um amigo fraterno, militante da CUT, assim como a Central Sindical e o PT acreditou ainda viver numa democracia e foi com um pequeno grupo à manifestação da avenida Paulista e lá, assim como no resto do país, foi espancado juntamente com seus companheiros, alguns dos quais foram parar no hospital.

Enquanto isso, cerca de cem cidades brasileiras tiveram, cada qual, seu quinhão de ditadura infanto-juvenil. Petistas, sindicalistas, sedes do PT, todos foram atacados nas maiores, nas médias e até em pequenas cidades por usarem a cor ou o símbolo de suas organizações.

A mídia, que num primeiro momento sentiu medo daquelas crianças armadas de tanto poder, vendo possibilidade que tanto almejou durante a última década para destruir um grupo político ao qual se opõe e não consegue derrotar nas urnas, passou a estimular que as massas descontroladas fossem às ruas, em seguida passando a minimizar o caos resultante, atribuindo-o a “pequeno grupo” que, de tão pequeno, conflagrou um país continental de ponta a ponta.

Como não podia deixar de ser – e estava demorando –, veio o primeiro cadáver.

Ao fim da noite, os telejornais, após todo o caos, toda destruição de palácios, espancamento de pessoas vestidas com cores ou portando símbolos proibidos sob o mote do tal “MPL” que proscreveu partidos políticos das ruas ocupadas, comemorava.

O semblante de alegria midiático se acentuou com a notícia veiculada pela rádio CBN de que o Brasil poderá ser punido se a Copa das Confederações não puder ser realizada até o fim por aqui devido à convulsão social desencadeada por crianças armadas de bombas atômicas.

Melhor que isso, para a mídia que atirou o Brasil em duas décadas de ditadura, só se a Copa do Mundo no país for cancelada, fazendo com que amargue prejuízo financeiro e de imagem irrecuperável, sem falar na crise econômica que a conflagração deverá render, pois as expectativas sobre o futuro pioraram muito em míseras duas semanas.

Ao fim da noite fatídica de quarta-feira, o mesmo movimento que atirou o Brasil em um processo que se espera que a maioria silenciosa saiba repudiar – até porque não aguenta mais –, horrorizou-se com sua obra e, em protesto contra si mesmo, abandonou a manifestação na avenida Paulista. Indignado."

Concordo com a Tupínambá, quero mais educação, quero mais saude, e quero tambem a Copa e as Olimpiadas.

O esporte é educação e saude.

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