Tem um povo (a maioria ligada a partidos), que é contra "impichar" o bozo, porque o Mourão assume, ou porque querem "radicalizar", fazer "sangrar", "nada vai mudar", etc.
Nada contra radicalizar e mobilizar, isso é política. Porém, embora seja um eleitor frequente do PT, formo na esquerda, não sou de partido nenhum e não tô nem aí para "estratégias" partidárias. Eu quero o bozo fora, porque ele não tem caráter nem inteligencia para exercer o cargo e vai ferrar muito os brasileiros pobres se ficar 4 anos. Se entrar o Mourão, que entre, ponha a agenda dele e igual ou diferente, a luta continua...
Aliás já ouve uma estratégia do "quanto pior melhor" e só prejudicou a esquerda... Lembram?
Também gosto da tentativa de anular a eleição do ano passado (TODA, não só a da presidência). Considero causa justa e com uma linha argumentativa sólida, houveram fraudes eleitorais em todos os níveis, comprovadas até pelos sítios estrangeiros (e o judiciário vendido - juiz do TSE querendo aparecer - condenou o Haddad. Um horror!), mas considero uma causa muito difícil neste momento. Também não esqueço do Congresso, eleito nessa eleição farsesca. Com o Congresso atual, ninguém da esquerda conseguiria governar, inclusive o que segura essa situação ultrajante é a agenda econômica, onde toda a direita se une na destruição do que é público, fim de direitos trabalhistas e previdenciários, etc...
Uma luta de cada vez, assim sendo, esse "ser" que infesta o cargo mais importante do Brasil, tem que sair para o bem de todos, mas principalmente dos que mais precisam.

Exibições: 29

Responder esta

Respostas a este tópico

A única coisa certa da teoria "Quanto pior, melhor" é que fica PIOR.

Dois fatores, localizados na Justiça Eleitoral, dão decisiva contribuição para a solidez da orientação de anular a eleição do ano passado: a Justiça Eleitoral domina todo o processo eleitoral. Uma possível denúncia de fraude terá que ser encaminhada à Justiça Eleitoral criando a esdrúxula situação em que uma mesma entidade vai assumir a condição de ré e juiz no mesmo processo. O correto é haver uma entidade não subordinada à Justiça Eleitoral encarregada da parte executiva das eleições incluindo, aí, a definição das características da contagem dos votos e o tipo de urna a ser utilizada. À Justiça Eleitoral seria, então, reservado o encargo de julgar denúncias de fraude.

Isso ocorre simultaneamente à reiterada adoção de uma urna eleitoral que não permite recontagem dos votos. Qualquer resultado apresentado pela Justiça Eleitoral à sociedade é adotado como verdadeiro por absoluta falta de meios de verificação de sua fidelidade à vontade dos eleitores.

RSS

Publicidade

© 2019   Criado por Luis Nassif.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço