O presidente do Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª Região, desembargador Luiz Alberto Gurgel de Faria, acolheu recurso do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), autarquia do Ministério da Educação, e sustou, na manhã desta sexta-feira, 12, liminar que impedia o instituto de dar prosseguimento ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010. A interrupção do exame fora determinada pela juíza federal Karla de Almeida Miranda Maia, da 7ª Vara do Ceará.

Muito já se falou aqui que o ENEM é a porta de entrada dos pobres no Ensino Superior, mas porque a USP, a UNICAMP e o ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica), só para citar alguns e que são considerados Centros e excelência e por coincidência todos em SP não aceitam as provas do ENEM em seus vestibulares? São todas Instituições Públicas, pagas com o nosso dinheiro.

Enquanto isso os pobres continuam a estudarem em "Escolas" de Terceira categoria, sem nenhuma qualidade e vão continuar a se tornarem discriminados na sociedade por que não formaram em Universidades de primeira linha.

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Tenho muitas dúvidas sobre o Enem, mas repetir algo nao o torna mais verdadeiro. Você diz que foi um fracasso, mas nao dá argumentos convincentes de por que seria fracasso. E este Portal permite o uso de nicknames e nomes incompletos, de modo que, se você nao gosta, talvez valesse a pena participar de outros blogs, que nao os permitam. Simples assim.
nós que assistimos a imprensa defender a cpi da tapioca, deveríamos ter aprendido, definitivamente, que a espetaculcarização do nada, ou do quase nada, sempre tem algum outro interesse que, nem sempre, sabemos distinguir num primeiro olhar.

vejam aqui ó, como o buraco é bem, mas bem mais embaixo:


O sempre tucano Gabriel Chalita, atualmente homiziado nas hostes do PSB, teve seu nome plantado pelo Estadão para ser o ministro da Educação no governo de Dilma Rousseff. Segundo a fuxiquenta nota publicada pela centenária e mafiosa gazeta, Chalita “é considerado um gestor agregador e mobilizador das redes de ensino” e alguém que “deverá promover mudanças significativas no Enem”. O que os zelosos jornalistas ribeirinhos da corporação mafiomidiática não contaram é que o elemento tem uma vistosa ficha corrida em matéria de transações tenebrosas.

O caso mais indecoroso – devidamente reportado no site Transparência Brasil – é o dos contratos assinados por ele, em 2006, para fornecimento de antenas parabólicas para implementação do projeto Canal do Saber – uma das muitas maracutaias tucanas na Educação paulista. Trata-se de uma trama rocambólica, desenrolada magistralmente pelo blog NaMaria News, em 7 de abril deste ano. Respire fundo e clique aqui para conhecer todos os detalhes da tramóia.

Se apenas uma mutreta não for suficiente para deslindar a natureza brejeira do candidato a ministro, experimente esta outra, em que ele “conseguiu” na faixa uma fazenda de 87 hectares do governo de São Paulo para a rede católica Canção Nova, potentado carola – do qual Chalita é prócer – que promove “a evangelização através dos meios de comunicação", e que já conta com editora, rádio e televisão próprias.

(de onde eu tirei: http://cloacanews.blogspot.com/2010/11/ex-tucano-quer-ser-o-ministr...)
Aqui tinha um slogan que dizia " Serra, não Mamãe"
agora eu digo " Chalita ,não mamãe"
Deus nos livre dele!
Assino embaixo.
Em audiência na Câmara dos Deputados, o ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira (17) que a maior preocupação do ministério não é a quantidade de alunos afetados com as falhas na edição 2010 do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), mas garantir a isonomia de direitos dos estudantes.

“Se afetasse um aluno, para o Ministério da Educação seria o mesmo [preocupação], que é assegurar o direito individual. A questão numérica não é a questão central”, disse aos parlamentares presentes na Comissão de Educação e Cultura.
Do ponto de vista filosófico pode não ser, e o ministro está cada defendendo a reparação que cabe para cada aluno prejudicado. Mas do ponto de vista do direito e principalmente o princípio de proporcionalidade, o número é sim muito importante. Num exame aplicado para mais de 3 milhoes de pessoas a taxa de problemas não está muito distante de outros exames aplicados em outros países.
Justiça dá direito a novo Enem a quem se sentiu prejudicado por falhas
Quem fez prova amarela ou errou no gabarito pode pedir nova prova.
Decisão foi dada por juíza federal do Ceará.
A Justiça Federal do Ceará concedeu liminar nesta quarta-feira (17) que assegura a todos os estudantes que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e se sentiram prejudicados pela prova amarela ou pela inversão dos cabeçalhos nos cartões de resposta a fazer uma nova prova se quiserem. A única obrigação é que o estudante faça um requerimento no site do Enem, de acordo com a decisão. O Enem foi aplicado em 6 e 7 de novembro.

Decisão também determina que o site do Ministério da Educação para reclamações sobre o Enem fique no ar até as 23h59 até dia 26 de novembro. O MEC havia definido que sistema funcionaria até esta sexta-feira (19).

A decisão da juíza federal da 7ª Vara Federal do Ceará, Karla de Almeida Miranda Maia, afirma "defiro parcialmente o pedido de liminar do MPF para o fim de determinar ao INEP seja aplicada prova substitutiva ao Enem 2010, a todos os candidatos prejudicados pela inversão da ordem do cabeçalho do cartão-resposta, bem como àqueles estudantes que fizeram o exame com o caderno de provas de cor amarela no dia 16 de novembro, as quais foram maculadas por erro de impressão e de montagem, desde que haja prévio requerimento administrativo no site próprio do Enem”.

O Ministério da Educação previa refazer a prova para cerca de dois mil prejudicados por erros no caderno de questões amarelo. Além disso, abriu a possibilidade de correção invertida do gabarito àqueles que se confundiram com a inversão dos cabeçalhos.

"O MEC não pode criar duas categorias de prejudicados. Quem se sentiu prejudicado pode pedir para fazer uma nova prova", disse o procurador federal Oscar Costa Filho, autor de ações civis públicas que pediram a suspensão e a anulação do Enem devido a falhas.

"Estavam sacrificando prejudicados para diminuir o número de estudantes e para dar tempo de fazer a nova prova e atender o calendário", afirmou Costa Filho.

O Ministério da Educação afirmou que esperará ser notificado oficialmente para se manifestar.
mas é uma decisão ainda polêmica.
com este grau de generalização (aberto a qualquer um que se sentir prejudicado) pode inviabilizar a nova oportunidade, guiada para corrigir aqueles problemas que são sabidos. quer dizer, existe um critério técnico, mas o seu juiz parece que não sabe disto.
resolvem e não resolvem...

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