URGENTE! FHC SE REUNIU ONTEM COM INVESTIDORES ESTRANGEIROS PARA VENDER EMPRESAS BRASILEIRAS

O encontro onde FHC teria apresentado as privatizações de Serra a empresários estrangeiros foi no sofisticado Hotel das Cataratas

Um portal de Foz do Iguaçu, oClickfoz, confirmou junto ao Hotel das Cataratas que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso esteve presente em um evento fechado ontem à noite no hotel com a presença de vários estrangeiros.

Segundo o jornalista mineiro Laerte Braga, em seu blog, Brasil Mobilizado, o propósito do encontro seria apresentar a investidores estrangeiros oportunidades de negócios no Brasil, com a privatização de estatais brasileiras no caso de vitória de José Serra.

Ainda segundo Braga, FHC estaria assumindo com os empresários o compromisso de venda de empresas como a Petrobras, Banco do Brasil e Itaipu, em nome de José Serra.

“Cada um dos investidores recebeu uma pasta com dados sobre o Brasil, artigos de jornais nacionais e internacionais e descrição detalhada do que José FHC Serra vai vender se for eleito”, escreveu Laerte Braga. “E além disso os investidores estão sendo concitados a contribuir para a campanha de José FHC Serra, além de instados a pressionar seus parceiros brasileiros e a mídia privada a aumentar o tom da campanha contra Dilma Roussef.”

Ainda segundo o blog, FHC teria dito, logo após ser apresentado pelo organizador do evento Raphael Ekmann, que “se deixarmos passar a oportunidade agora jamais conseguiremos vender essas empresas.”

Raphael Ekmann, ex-gerente comercial da Globosat, é responsável por relações com investidores do Grupo de Investimentos Tarpon. Em 2006, este grupo fez uma oferta hostil para tentar comprar a Acesita, e em 2009, vendeu sua participação na siderúrgica para a Arcelor Mittal.

Braga cita a presença de outras pessoas, como Alice Handy, que vem a ser fundadora e presidente de um grupo privado de investimentos em Charlottesville, nos Estados Unidos, e de Anjum Hussain, diretor de gerenciamento de risco de outro fundo de investimentos que administra US$ 1,6 bilhão.

A jornalista Hildegard Angel afirmou em seu blog no R7, que “o fato é realmente grave e pode ser visto como um ato contra a soberania brasileira e seria importante tanto o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso como o candidato José Serra virem a público esclarecer essa denúncia.”

(RETIRADO DO BLOG TIJOLAÇO)

*OUTROS LINKS

http://brasilmobilizado.blogspot.com/2010/10/desafio-qualquer-tucan...

http://www2.tijolaco.com/28826,

http://noticias.r7.com/blogs/hildegard-angel/2010/10/18/denuncia-gr...

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Respostas a este tópico

luis fernando,
eu ainda estou em estado de choque e custando a acreditar.
LEVAMOS TANTO TEMPO PARA FAZER O BRASIL SUBIR LADEIRA ACIMA, NÃO PODEMOS, DE MANEIRA NENHUMA DEIXAR O BRASIL DESCER "SERRA" ABAIXO.

NÃO PODEMOS DEIXAR VENDER O QUE NOS RESTA, LOGO AGORA, QUE O PAÍS ESTÁ TOMANDO RUMO! SE FOR PRECISO, IREMOS À RUA PROTESTAR, QUEREMOS ESCLARECIMENTOS!

SERRA NÃO!
veja que isto está na incubadora faz tempo. e agora com o pré-sal...

Em fevereiro de 2000, o jornalista Aloysio Biondi publicou um artigo descrevendo os planos dos tucanos para esquartejar a Petrobras.

“No Brasil a estratégia de destruir a Petrobras está sendo posta em prática pela Agência Nacional de Petróleo, confiada ao genro do presidente Fernando Henrique Cardoso, o senhor David Zylbersztajn”, relatou Biondi. Para tanto, relata ainda o jornalista, fatos de impacto estavam sendo usados para desmoralizar a empresa, mostrando-a incompetente e tentando jogar a sociedade contra ela. Algo parecido com o atentado do RioCentro, que a extrema direita planejou para culpar as esquerdas e dificultar os planos de redemocratização do País. O texto permanece atual.

Por Aloysio Biondi, na Carta Maior (artigo publicado originalmente em 1° de fevereiro de 2000, na revista Bundas)

Primeiro, uma palavrinha aos incrédulos, ou crédulos. Na mesma semana em que a Petrobrás teve sua imagem destroçada com o vazamento na baía de Guanabara, lá longe, na Alemanha, o chanceler Schroeder pedia a criação de uma comissão independente para investigar a venda, em 1992, de uma refinaria da ex-Alemanha Oriental ao grupo estatal francês Alf-Aquitaine. Motivo: indícios de suborno e pagamento de propinas, da ordem de 45 milhões de dólares ao governo e ao próprio então chanceler democrata-cristão Helmut Kohl. E mais: tudo por ordem do ex-presidente socialista, francês, Miterrand. O episódio envolve países tidos como respeitáveis e líderes tidos como acima de qualquer suspeita até recentemente. Por isso mesmo, é um caso exemplar para relembrar aos brasileiros que a guerra secular para dominar ou garantir forte participação no setor petrolífero nunca terminou.

Assassinatos, golpes de Estado, invasão de países nunca foram descartados nesse conflito. Essas estratégias extremadas rarearam nos anos recentes, já que a “onda neoliberal” levou países de governos apátridas como o Brasil a começarem a entregar seu petróleo aos países ricos e suas multinacionais. No Brasil a estratégia de destruir a Petrobrás está sendo posta em prática pela Agência Nacional de Petróleo, confiada ao genro do presidente Fernando Henrique Cardoso, o senhor David Zylbersztajn. Primeiro houve os leilões para “venda” de áreas petrolíferas descobertas pela Petrobrás realizados no ano passado, e com novos leilões marcados para estes primeiros meses do ano. Recentemente Zylbersztahn anunciou a venda de refinarias, oleodutos, gasodutos, postos de gasolina da Petrobrás – sob os argumentos mais cretinos do mundo.

A esta altura, porém, o clima de apatia em relação às privatizações sofreu substancial modificação, pela série de motivos que todos conhecem: desde os bloqueios nas rodovias à época das chuvas do começo do ano, à crise militar provocada pela tentativa de transferir o controle das indústria de aviões Embraer, estatal privatizada para grupos franceses. Diante dessa “virada”, nada melhor do que um fato de impacto para desmoralizar a Petrobras, jogar a sociedade contra ela, mostrá-la incompetente, indiferente à população. Algo parecido com o atentado do RioCentro, que a extrema direita planejou para inculpar as esquerdas e dificultar os planos de redemocratização do País. As circunstâncias que cercam o vazamento de petróleo mostram a necessidade de uma investigação independente, a cargo do Ministério Público.

Eis os principais “mistérios” a elucidar:

Pressão – o bombeamento começou à 1h00 da madrugada. Com o “rombo” no oleoduto, a quase totalidade do petróleo começou a ser despejada no mar. Logicamente, a pressão que o petróleo, fluindo, exerce sobre as tubulações (como a água no encanamento de uma casa) caiu, no trecho situado do rombo em diante. A alta direção da Petrobrás diz que a queda de pressão não foi detectada por um defeito do programa do computador, dando a impressão de que esse sistema é altamente refinado, moderno. Ora, sistemas para medir e controlar a pressão existem há séculos. Até as locomotivas Maria Fumaça tinham obviamente pequenos aparelhinhos, “reloginhos” para mostrar o nível da pressão nas caldeiras de vapor para evitar explosões. Os dispositivos de controle de pressão existem tanto no ponto de partida do oleoduto, como no ponto de chegada, junto aos tanques de armazenamento. Pergunta: os dois sistemas, nas duas pontas, falharam?

Combustível – para o motorista saber se o tanque de seu veículo está cheio ou precisa ser reabastecido, qualquer automóvel, caminhão, trator dispõe, desde priscas eras, do marcador do nível de combustível. Óbvio que tanques gigantescos para armazenagem de combustível, como os da Petrobrás, igualmente dispõe desses marcadores, para possibilitar o controle do nível armazenado – e para detectar vazamentos eventuais. Não funcionaram, também?

Demora – diz a direção da Petrobrás que um técnico “desconfiou” de algo errado por volta das 3 horas da madrugada. Mas o bombeamento, segundo ela própria, prosseguiu até às 5h30.

É nesse ponto, exatamente, que se reforça a suspeição de que tudo foi feito para ampliar ao máximo possível os estragos devastadores do vazamento, garantindo assim sua presença durante dias e dias nas manchetes dos jornais e, principalmente na televisão, para desmoralização total da Petrobrás. Além de prolongar o vazamento, a alta direção da Petrobrás retardou sempre todas e quaisquer medidas corretivas:

Mutirão – até prédios com grande movimentação de pessoas, hoje, têm “brigadas contra incêndio”, planos de emergência para sinistros. Empresas como a Petrobrás, que lidam com material combustível e explosivo, obviamente sempre tiveram um e outro. Além da refinaria, a Petrobrás tem oleodutos, gasodutos, campos de poços de petróleo no Estado do Rio. Tem equipes de segurança, “brigadas” nesses locais. Por que, ao tomar conhecimento do desastre – às 5h30 o bombeamento foi suspenso- todo esse pessoal não foi mobilizado para reduzir os efeitos do acidente?

Enganação – aqui é preciso ressaltar que a direção da Petrobrás induziu os meios de comunicação a aceitarem uma explicação falsa para o problema que, mais uma vez, desmoraliza a empresa. Na versão oficial, tudo aconteceu porque ela “não tem uma política para o meio ambiente”. Que fosse. Mas esse é um argumento sem vergonha; o que evita desastres é a política de segurança da empresa. E, essa, a Petrobrás sempre foi forçada a ter. Por que ela não foi posta em prática?

Ocultação – a direção da Petrobrás deveria ter estabelecido comunicação com os governos do Estado e municípios para um “mutirão ampliado” (participação do Corpo de Bombeiros, etc.) e mobilização da sociedade. Mas o fato somente foi revelado à imprensa já à noite – dando tempo, mais uma vez, para que os efeitos do desastre fossem irreversíveis.

Contenção – para a mancha de petróleo não se deslocar no mar, há o recurso das redes de bóias, que absorvem e contêm o produto. Ela não foi utilizada no primeiro dia. Por que? Depois, verificou-se que o material disponível era suficiente. Demorou-se para tomar a decisão de importar um reforço que uma semana depois ainda não tinha chegado.

O acidente - finalmente, cabe investigar as causas do acidente. Segundo técnicos da Petrobrás, em entrevista à imprensa, houve um “deslocamento do terreno” em que o oleoduto estava assentado, e ele se rompeu. Por que não se pode aceitar a explicação? Para explorar petróleo no fundo do mar, realmente a Petrobrás teve que desenvolver técnicas sofisticadíssimas, inclusive, a “invenção” de metais novos, que “combinem” duas qualidades (em linguagem de leigo precisam ser “fortes” para resistir a correntes submarinas, ondas, ventos – mas também precisam de flexibilidade (molecular) para não quebrarem diante de pressões exageradas ou deslocamentos de terreno. Poucos brasileiros sabem, mas a Petrobrás é campeã mundial, premiada por instituições internacionais, como líder absoluta na exploração de petróleo no fundo do mar, graças à técnicas que tem desenvolvido desde meados dos anos 60. Agora, a direção da Petrobrás alega que o oleoduto se rompeu porque o terreno ali é de tipo diferente, de “calcáreo”, e sofreu um grande deslocamento para o qual os materiais do oleoduto não eram adequados. Santa desculpa. As grandes descobertas da Petrobrás no litoral do Rio se devem exatamente às técnicas de perfuração do “calcáreo”. Há 25 anos, a Petrobrás opera ali, conhece o “calcáreo”. E o oleoduto foi construído há apenas dez anos.

Um incrédulo rejeitará a hipótese de que a incrível extensão do desastre ecológico tenha sido planejada. Aos incrédulos é bom lembrar que tampouco os cidadãos alemães e franceses suspeitavam de Kohl e Miterrand. Como parecia inverossímil que o atentado do RioCentro fosse um plano militar. Somente o Ministério Público pode dar uma resposta aos crédulos. E impedir o esquartejamento da Petrobrás.

retirei daqui:
http://cadernoensaios.wordpress.com/2010/10/18/o-riocentro-da-petro...
não faltarão armadilhas até dia 31.
a história é muuuuiiiiitttto estranha.
FHC é p* velha, empresários idem, não precisariam se expor assim duas semanas antes da eleição...


Como disse abramo em outro tópico:

Psé. Muita hora nessa calma.
A reunião foi confirmada, o assunto parece que ainda não.
Onde tem fumaça, tem Fogo!
e o motivo dessa reunião as vésperas das eleições é clara!
recolher fundos para a campanha tucana dando as nossa empresas como garantias!!
eu quero explicação!, não podemos deixar esses Tucanos venderem o resto do Brasil que sobrou!!
luiz, fosse essa argumentação válida, então não se apuravam os escândalos que nos imputam...
Cabocla querida...

A Hildegard Angel tem credibilidade, pelo menos até o momento...

A campanha da Dilma já deve estar CIENTE disso.

Bjs.
tem, não é má fé, mas às vezes o afã....
Eh!! eu tb acato o que o Mario falou..
tudo e muito estranho.
Querida Cabocla,a reunião aconteceu,e foi encomendada pelos "caciques"tucanos e DEMoníacos,e para que não vazasse o assunto,o Hotel não divulgou nem listou seus hóspedes extrangeiros,que eram representantes de fundos de investimento,tipo "urubús na carniça"e neste encontro,conforme informações de alguns funcionários do hotel,as discussões foram travadas em inglês,inclusive o discurso de boas vindas, feito pelo "vendedor de Estatais"FHC,aos visitantes,e como não poderia deixar de ser,foi pedido colaborações monetárias aos investidores,em troca de facilidades nos futuros negócios entre a hipotética futura equipe do governo Serra,lá representada pelo tambem hipotético Ministro Fernando Henrique Cardoso,que arvorou-se como legítimo representante deste hipotético futuro Presidente da República.
Devemos espalhar tal notícia e mostrar aos brasileiros,o risco "deles"voltarem ao poder.
;/ Resp.: QUALQUER empresário "republicano" americano...pensa exatamente assim. Golpe de estado é fichinha...o que gostam mesmo são invasões.

Mercado de armas, e petróleo...tudo há ver.

Lembra da 3a. frota reativada? Uma "base" no Brasil seria o sonho dourado dos americano.

Fiquei PREOCUPADA QUANDO LÍ ISSO NA HILDE ANGEL.
Meus caros colegas,

Prudência e caldo de galinha não faz mal a ninguém, porque o desespero? A eleição é no dia 31 de outubro, e o cenário não é fácil pra nenhum dos candidatos. Só bobo pode pensar que uma quantidade tão grande de interesses vai chegar de bobeira. Agora se o disco for mudado e assumido responsabilidades ao invés de besteirada de FHC é isso e aquilo outro, serra é dos diabos os bispos não sei o que lá. Diante da morte, ou se foge se houver jeito, ou se enfrenta o adversário com astúcia e inteligência, descer o porrete no alvo errado não trás resultados e se trouxerem não serão favoráveis...
S
Falou...

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