zz&zz em sursis-barraco: Por uma pauta democrática – Chega dessa viadagem middle-class

Não há classe mais vilipendiada que classe política.
Não há grupo mais paparicado (e reacionário) que viado classe média.
O massacre é diário nas bimbocas e nas perifas. Não atentar pra isso é que é desinformação.




A inversão total da pauta democrática supõe essencialidade no que é acessório. No instante em que se precisa batalhar, como bloguistas independentes e livre-pensantes, questões de conteudo, traçam-se desenhos segundo programas criados pela mídia corporativa bem ao gosto da classe média ansiosa pela adrenalina da “transgressividade” Jardins-Itaim Bibi e da malhação de Judas corruptos da administração política, sem preocupações aparentes com defesa de fundamentos políticos e com o destino do “povão” em si, como sempre alheio a futricas e clodovil hernandices. Cobram apoio crítico a articuladores políticos úteis a um projeto político, esquecem-se de se autocobrar ceticismo crítico a campanhas midiáticas a repercutir interesses localizados, partidários, intrapartidários e corporativos.

O psicologismo barato invade páginas sob forma de bytes moralistas em nome de uma pureza exigida a coadjuvantes de um processo nem sequer revolucionário, mas minimamente reformista, e ainda assim se desigualam condições, exigindo “pureza reformista” operando no burburinho de ferocidade capitalista. A desigualdade conceitual produz igualização formal em nome da ética subjetiva baseada na autocelebração de virtudes próprias, alinhando viuvas de Lula a viuvas dos quartéis, num ensaio geral do amesquinhamento político de um país. É a República dos blogueiros santificados, as marchadeiras caras-pintadas fotogênicas, progressistas, dos amigos da viadagem “bem informada”, automobilizada, culta e bem vestida que mora bem, come bem e despreza a ralé homofóbica e ignara. A pauta de vocês está na Ana Maria Braga, está os suplementos de entretenimento.

Não é bem assim. Vocês não morrem, não sofrem. Vivem, isto sim, de vampirizar a morte de pobres, fodidos, viciados, desinformados, analfabetos. Vocês são a parte intermediária e mais arrogante da pirâmide perversa que se alimenta de sensacionalismo e de desigualdade social; e não se atrevem nem sequer a polemizar com reacionários e fascistas assumidos; deprezíveis, porém assumidos, que infestaram este portal na ocupação de um espaço que vocês oferecem de graça; por inabilidade política, por vedetismo família, por covardia, por ânsia de se apropriar da vitimização de gente que não tem nada a ver como vocês. Vocês são dondocas refesteladas em colos de liberais vaidosos do própria liberalismo igualitário e cristão. Vocês são a face hipócrita das aproveitadoras, das casamenteiras, das burguesas futriqueiras, elitistas e cheias de não me toques. Vocês são direita tão á direita quanto os propagadores do fundamentalismo bíblico e os arautos da homofobia (estes ao menos têm o atenuante da ignorância e da burrice). Estão discutindo com bocós obscurantistas óbvios, com o papa, com o facilitário teórico e lúmpen, mas não se atrevem a discutir com fascistas, fundamentalistas e homofóbicos de verdade. Fingem torcer os aristocráticos narizes e deixam o trabalhinho sujo pra caboclinhas e gente sem medo de enfiar as mãos na merda. Vocês são, enfim, analfabetas políticas, conchavadoras, clubisticas, restritivas... e demófobas.


O que é isso, companheiras?

Repescando trechos de velhos debates, de gente que não tinha medo de debater, e não caga-regras de temas momentosos. O debate sempre houve; vocês é que não ouvem, nem leem.

É preciso partir de uma complexificação da própria interpretação jurídica. Antes de mais nada, ressaltar o seguinte princípio: como superestrutura político-ideológica, a constituição jurídica de um país tem por objeto representar idealmente, e legitimar, uma determinada ordem social, política e econômica, e isto significa que está carregada de pressupostos e pré-intenções político-ideológicos historicamente conformados, que estão aquém e vão além dela.

Como instrumento político-ideológico racionalizado, codificado para sua administração, sua finalidade expressa é servir como poder regulador, orientador e punitivo de estruturas e conteúdos das relações sociais em seus diversos níveis, visando realizar concretamente, permanentemente, o conjunto de suas representações ideais, além de corrigir e punir ações que se desviem dessa realização. No entanto, como facilmente se pode notar, a realidade concreta não é exclusiva nem prioritariamente determinada pelo exercício correto/rotineiro das atribuições legislativas e judiciarias. Fatores econômicos, culturais e políticos exercem paralelamente determinações que são frequentemente contraditórias com a lei, além de muito mais poderosas; de modo que muitas vezes, e em pontos fundamentais, a realidade concreta se revela diferente e contraditória diante das representações legais e das decisões políticas.

Vejamos especificamente a questão das ocupações de terra. A base social de movimentos populares organizados, como o MST, é constituida em sua grande massa por pessoas que não têm moradia própria, vivem na pobreza por motivo de desemprego, subemprego ou submissão a salário que não além do necessário para a simples reprodução da força de trabalho. Isto em si já é flagrante violação do que estipula a Constituição Brasileira, no que determinam algumas de suas cláusulas pétreas: de que todo cidadão deve ter assegurado o direito à moradia digna, ao trabalho e a uma renda regular que lhe proporcione a satisfação das necessidades essenciais, inclusive as culturais. Muita simpática a Constituição nesses aspectos, mas incapaz de se fazer realizar no seio da sociedade moderna.


https://blogln.ning.com/group/midia/forum/topics/quem-matou-marcelo

Invariavelmente, a parcela “séria e respeitável” dos veículos de comunicação de maior divulgação arroga a si atributos constitutivos e ideais permanentemente almejados: as virtudes de imparcialidade, objetividade e independência.

Expressão marcante desse comprometimento seria a propalada separação entre textos editoriais, opinião pessoal e matérias noticiosas, propriamente ditas, de função meramente informativa. Em alguma medida tais objetivos podem ser realizados, e para isso se construiram determinadas regras regulatórias de conduta, exaustivamente ensinadas e exigidas dos profissionais do jornalismo, como modo particular de ética da responsabilidade, entre outras, a dizer: - consciência esclarecida sobre os diferentes tipos de texto jornalístico e a necessidade de sua separação formal; - coleta e publicação das principais e divergentes interpretações/proposições sobre qualquer tema controvertido, em devida proporcionalidade de espaço físico; - máxima repressão de posicionamentos e valorações pessoais dentro do conteudo jornalístico informativo.

Entretanto, sempre que um grupo jornalístico proclama-se concretizador, ao modo absolutamente puro, de tais almejados ideais, significa que está incorrendo em variadas proporções em ato de má-fé e/ou ingênua ignorância epistemológica, além de artifício para ludibriar crédulos desavisados de que o que está sendo veiculado deve ser aceito como verdade, fato absoluto-inquestionável diante do qual só resta curvar-se. Ou cometer o mesmo velho equívoco nascido da superstição epistemológica positivista de admitir a validade da extração de verdades absolutas, unívocas e purgadas de pressupostos valorativos, dados por ideologia.

Circunstancialmente, qualquer matéria jornalística está, naturalmente e sempre, comprometida. Na sociedade dividida em grupos sociais com interesses, necessidades e gostos distintos, o produto jornalístico é necessariamente dirigido a grupos: mercados consumidores que a empresa jornalística deve agradar, em prol de suas próprias sobrevivência e expansão. Além disso, empresas de comunicação vivem sobretudo da publicidade que veiculam, de modo que há sempre intrincada rede de conexões a ligar e identificar a empresa jornalística com interesses de outros grupos econômicos privados. Por fim, os próprios senhores de empresas de comunicação são empresários capitalistas que têm por objetivo a maximização dos lucros, daí enxergarem o público sobretudo como consumidor e matéria como mercadoria. Nessa condição, compartilham dos sentimentos mais profundos e identitários à classe burguesa.

Mas, suponhamos hipoteticamente, por um momento (em exercício de evidente irracionalidade), que fosse possível a uma grande empresa jornalística manter independência e autonomia absolutas em relação a qualquer outro grupo econômico privado, ou às necessidades determinadas pela manutenção e expansão de seu mercado consumidor. Seja, suponhamos a possibilidade de fazer desaparecer os fatores mais particulares, imediatos e circunstanciais da influência econômico-ideológica a influírem no conteúdo da matéria jornalística. Ressaltamos que, mesmo neste caso aparentemente ideal seria impossível extrair imparcialidade e objetividade, em estado de pureza absoluta, de conteudos jornalísticos. Isso por conta de fatalidade epistemológica fundada na estrutura imanente da sociedade histórica (dividida em classes e grupos sociais a carregar interesses/necessidades contraditórios e irreconciliáveis), e que irá caracterizar toda produção e reprodução do conhecimento. 2. O exemplo mais geral é o modo característico como grandes grupos jornalísticos, na cobertura de questões políticas e econômicas, privilegiam de modo avassalador as políticas de governo e os crimes que são cometidos por agente públicos e privados contra a ordem política e econômica legalmente constituída. A rotina desse tipo de cobertura e informação condiciona cada vez mais o pensamento (mesmo o crítico) a reagir e operar nos limites da ordem social legalmente constituída, relegando à infinidade a atenção às questões relativas aos modos legais através dos quais operam processos de exploração e opressão, assim como as interpretações mais heterodoxas e “subversivas”, que pretendem com mais radicalidade a transformação da ordem social vigente. Essas são também partes constitutivas da realidade histórica e cotidiana.

https://blogln.ning.com/group/midia/forum/topics/aberta-a-temporada-de
https://blogln.ning.com/forum/topics/tamos-ferrados-com-esses

De tempos em tempos, pautas na grande imprensa se ocupam de notícias sobre crimes, corrupção, modalidades de desvio do espírito das leis, cometidos por sujeitos pertencentes às altas esferas da vida econômica e política; figuras representativas de determinados modos de ser da classe burguesa e dos donos do poder. Conteúdos jornalísticos que, se muitas vezes ocorrem no âmbito da imparcialidade, como simples missão de informar ao público o que está acontecendo; outras vezes, e cada vez frequentemente, estão vinculados a campanhas editoriais, advogando dura investigação e punição aos acusados. A respeito da segunda disposição e tomadas de uma perspectiva ortodoxa restrita (e estrita) que toma burguesia como todo homogêneo, e a grande imprensa como seu instrumento direto, sem nenhuma outra mediação, essas campanhas midiáticas se manifestam no contexto de episódios concretos de crimes e corrupções, produtos eventualmente visíveis do jogo velado, frequentemente sujo, entre diferentes interesses político-econômicos, sujeitos e/ou grupos rivais igualmente poderosos que, em última instância, buscam o aniquilamento do outro em benefício próprio – e com os quais, política e economicamente, dirigentes da grande imprensa teriam melhores ou piores afinidades eletivas/identificação de interesses.

Há que se empenhar, entretanto, numa reflexão sobre outra espécie de motivo que faz operar com outra lógica tais campanhas jornalísticas de denúncia: o impulso sincero e honesto de agir para que o jogo entre distintos interesses político-econômicos – bem como o comportamento individual de cada envolvido – seja cada vez mais disciplinado pela transparência e pelos marcos da ética legalizada. É evidente que os dois motivos acima estão “formatados” de modo típico-ideal, ou seja, raramente se dão de modo puro na realidade concreta, sendo que em geral ocorrem, em alguma medida, misturados e combinados, com maior ou menor predomínio de um ou outro. O que importa é destacar a possibilidade real de existir uma parte dos intelectuais da burguesia (entendidos como os que fazem conscientemente a defesa da estrutura e da lógica socioeconômica vigente) atuantes na grande mídia, que denunciam, de modo tendencialmente sincero e honesto, crimes e corrupções perpetrados por capitalistas ou agentes do poder, sem que por isso sejam caracterizados como incoerentes ou inimigos da sociedade burguesa capitalista.

Assim que, retomando a idéia inicial, o sujeito intelectual e político que se posiciona criticamente perante comportamentos ilícitos e corruptos cometidos por representantes dos poderes econômicos e políticos da burguesia, é efetivamente um progressista, porém dificilmente um revolucionário. O significado político de progressista, na acepção mais ajustada e coerente da expressão, é a defesa da realização progressiva de uma determinada realidade concreta em direção ao seu tipo-ideal – no presente caso, o regime capitalista de mercado, que demonstra efetivamente como uma de suas tendências lógicas a constituição de códigos legais, universais e obrigatórios – enquanto o revolucionário se define mais propriamente pela defesa da transformação radical do paradigma.

Deste ponto de vista, os diferentes comportamentos de empresas e políticos jogando dentro das regras estabelecidas pelo Estado de direito burguês-capitalista, sendo lícitos ou ilícitos, não ultrapassam as duas modalidades distintas da mesma lógica de exploração da parte mais numerosa da população, em benefício de uma minoria.

...

É perfeitamente possível à grande mídia participar de modo predominantemente honesto e sincero de campanhas específicas contra crime e corrupção nas altas esferas da sociedade. Não trará rupturas estruturais, mas saneamentos pontuais. Melhor que vale-tudo na lama? Sim, do ponto de vista dos setores mais informados da sociedade representa renovação, aperfeiçoamento ético. Progresso que caminha em sentido distinto de revolução. Mas não é este o objetivo, nem se pretende aqui refutar o trabalho eficaz e honesto da mídia progressista. É tão somente referência crítica, importante até na análise das mídias alternativas.

A grande mídia se investiu da tarefa de se autoimpor como parâmetro ao alcance-limite do zelo por ética e legalidade. Cumpre conscientemente sua missão de estigmatizar a própria expressão, uniformizar a linguagem, bloquear o debate e sepultar tentativas de refletir criativamente, culturalmente, esteticamente, formas inéditas de revolução.

Mas a crise financeira mundial e a emergência de pandemias medievais parecem estar novamente desenterrando um cadáver que teima em se mexer.

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Respostas a este tópico

Não tem a ver, Marco. Posts que chamam atenção são no blog principal, um que houve ano passado sobre Uganda recebeu 150 comentários. E vários tópicos são abertos diariamente aqui sem repercussão sobre os mais variados assuntos.

 

Este post em pauta é apenas um ajuntamento de bizarrices travestido de algo sério, com chamadas de ordem e coisa e tal, mas que embute expressões homofóbicas e preconceitos. Acaba contraproducente para a causa que se pretende. Homofobia não se denuncia chocando nem agredindo.

 

"Chega dessa viadagem middle-class"

"Não há grupo mais paparicado (e reacionário) que viado classe média."

"É a República dos blogueiros santificados, as marchadeiras caras-pintadas fotogênicas, progressistas, dos amigos da viadagem “bem informada”, automobilizada, culta e bem vestida que mora bem, come bem e despreza a ralé homofóbica e ignara."

 

Seja lá o que quer que seja que Zé Via de Regra pretende denunciar ou chamar a atenção, o fato é que o faz com grosserias imperdoáveis.

 

 

 

Marco, conheço os dois tópicos. E para ambos recomendei na lista de amigos que não se desse trela além de advertir logo no início que são falaciosos. Do mesmo modo que alguns com mentiras políticas que circularam há um mês. Vou adicioná-lo agora como amigo, assim nas próximas ocasiões você recebe minhas msgs.

 

Eu nunca recomendo gastar velas com maus trolls, sempre falo que devemos canalizar nossas energias positivas para coisas com resultado. Fundamentalmente não atribui poder deletério a tópicos mentirosos porque sabemos da pouca visibilidade fora do grupo habitual de pessoas que discute. Mais a mais, são reproduções do blog do Malafaia e ninguém vai lá rebater, onde sim são visíveis.

 

Pessoas com boas intenções caíram na armadilha de ceder energia a trolls, que, como vampiros da mesma, ficaram felizes. Como gay e interessado no combate a homofobia eu agradeço a sinceridade e o apoio dos amigos que debateram nesses posts, mas preferir direcionar meus esforços para outro lado : a construção e o debate de conhecimento. Abri vários tópicos para isso. Os quais, como o seu de Uganda, ainda estão zerados rsrs. 

 

Um desses posts dos quais fala, do "Ricardo", utiliza de mentiras, afinal em nenhum momento se falou em distribuição do kit para primeiras séries do ensino fundamental. O tópico já fica desmoralizado a partir desse momento.

 

O outro post, de "Erik", é alucinante, parte de um delírio, que o PL 122 seria inconstitucional.

 

Trata-se de matérias de registro cognitivo completamente diferente do nosso. Ou são pessoas que provocam de propósito, por isso devem ser ignoradas, ou são pessoas acientíficas que acreditam em mitologias, então devem só discutir entre si.

 

Não sinto ânimo nenhum em participar deste tópico. Mas o "registro" usado o aproxima daquele a que estamos mais acostumados.

 

Vocês poderão perceber vários problemas na formação do texto, não vou dispender energia com isso. Fico apenas na constatação de que não se deve reduzir grupos àquilo que se atribui a uma ou duas pessoas conhecidas.

 

Além disso, a utilização de expressões bizarras é o uó do borogodó de arcaico.

 

Abs.

Qual a surpresa? Apenas mais um ataque de piti de quem se arroga a dono do Portal. Dando uma de querer pautar o que os outros postam, ou onde entram. Liberdade é para os trolls, nao para os membros do Portal. Para intimidar, vale soco, rasteira, chute na canela, grosserias a granel, tudo com aquela postura covarde de agredir sem identificar. Nao é o primeiro ataque desses, provavelmente nao será o último. Paciência. Melhor deixar entrar por um ouvido e sair pelo outro.

Ouça que lindo, com acompanhamento de orquestra.

 

Linda a letra. A música tb, mas a letra é particularmente bonita.
Em tempo, parece que a comunidade internacional, especialmente dos EEUU, conseguiu demover o parlamento de Uganda dessa canalice. A confirmar.

em primeiro lugar um vixe: vixe, que zezinha voltou e voltou brava quinem a bixiga!

mas, sabe, zezinha, tirante alguns exageros que atribuo à sua raiva endógena, acho que há muito de razão neste seu desabafo.

 

agora mesmo acabo de ler uma entrevista de um tal nobre seiládasquantas, ou seiládasquantas nobre, dizendo isto e aquilo de governo dilma, mas, enfim, tentanto enterrar o governo dilma, como, naturalmente, um jornal denominado O VALOR (sociedade entre entre folha e globo) poderia e tem mesmo que fazer. arranjar piolho em cobra. e o interessante que alguns caem neste conto.

 

de fato, como você, acredito que estamos secundarizando questões nacionais importantíssimas e avaliando, a cada ação do governo que provoca algum mal estar como sendo o fim de um projeto. tá certo que o projeto dilma no poder, assim como o projeto lula no poder, se distancia dos nossos anseios, mas causa, sim, um certo desconforto que questões importantes, sim, mas que são construídas ao longo de um intenso processo de convencimento e luta, com avanços e recuos, são tomadas como sendo o fim de TODO o projeto, o qual tem questões de muito mais significado social e político,porque envolve a fome, a distribuição de terra, enfim, a verdadeira emancipação humana, ou por onde começa a emancipação do homem.

 

mas é assim mesmo, zezinha. com sua raiva, com a luta de todo mundo, por pequenas e grandes causas, vamos construindo a história. e ela vai dar certo. ela está dando certo. podia ser melhor. então vamos lutar, néisso?

 

 

http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/crimes-de-odio/

Infelizmente não é possível incorporar os infográficos do terra, mas é importante não subestimar esse tipo de crime. Relembrem.

Caro Gunter
Desculpe, mas não é da viadagem que você está pensando que ele está falando.

O texto vai MUITO além...

Eu sei que tenta ir além. Só que não completa comunicação.

E no meio do caminho usa recursos inapropriados que confundem.

E ninguém é proibido de corrigir um texto e adequá-lo a uma comunicação civilizada e não reducionista.

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