GREVE NA JUSTIÇA PAULISTA! Porque a Imprensa não informa nada sobre o Movimento Grevista?

Bom dia, gostaria de levantar a questão da atuação da Imprensa no acompanhamento do maior Movimento Grevista da Justiça Paulista. Simplismente não noticiam nada das reivindicações da Categoria e das graves Denúncias que fizeram. Alguém sabe o que o TJ faz com o dinheiro público que recebe do Orçamento?

Abraços.

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Respostas a este tópico

Somos e continuamos a ser cabide de emprego. Nos Tj's ainda é possivel entrar sem consurso em vários Tribunais existem funcionarios cedidos por intermedio politico e no STF todos os cagos são com indicação e aprovação política. A justiça ainda não pune igualmente os iguais e continua o privilégio do poder economico.
Como não há justiça no Brasil a sua falta (greve) não afeta a população e isto não é motivo de noticia para os meios de comunicação.
A greve da Justiça Paulista chega ao seu quarto mês. Uma greve sem fim. Os Desembargadores do TJ/SP só dizem que a greve é política, e nada fazem para resolver a questão. Apenas descontam o Salário dos grevista. O Ilustre desembargador José Renato Nalini se diz contra a greve no Setor Público. Esquece o desembargador que a greve é um Direito Constitucional garantidos a todos, sem ressalva. Se com a greve que já dura 4 meses os funcionários não conseguem recompor as perdas inflacionárias, imagine, então, se, como quer o desembargador Nalini foi proibida a greve para os Funcionários da Justiça Paulista.

A GREVE NA JUSTIÇA NÃO FAZ FALTA PORQUE ELA SIMPLESMENTE NÃO EXISTE DE FATO....

O EXECUTIVO TODO TEVE REAJUSTE, O LEGISLATIVO TAMBEM E A CÚPULA DO JUDICIÁRIO E COMO SEMPRE OS SERVIDORES DO JUDICIÁRIO NADA NEM SATIFAÇÃO...

Se o salário não é bom, porque não pedem demissão. Quatro meses de greve e nenhuma demissão.

Tai outro órgão que poderia, em parte, ser terceirizado. Tirando o juiz, o promotor, o oficial e o diretor do cartório, poderia terceirizar toda burocracia nos foruns. Além de mellhorar o serviço e acabar com as eternas greves remuneradas, teríamos uma boa economia em salários.

Conheço um sujeito que estudou 8 horas por dia durante 4 anos para passar num concurso do judiciário. Depois que pegou estabilidade no emprego, não faz mais nada. Empurra o dia com a barriga e fica o tempo todo na internet.

 

Na justiça ainda é possivel entrar pela janela sem concurso, e sim por nomeação indicada igual ao STF com indicação do Presidente da República; com cargos comissionados de oficial e diretor de cartório com os mais altos salários o resto é para os concursados sem nenhuma remuneração por mérito como acontece em vários paises com eficiente função pública. Os magistrados, promotores e defensores públicos se consideram, ainda na sua maioria, outro tipo de indivíduo diferenciado no comando de um feudo, o CNJ não conseguiu imprimir um simples índice de produtividade para o juiz e acabar com os recursos intermináveis e sem efeito prático nenhum a não ser postegar a decisão final. Na realidade não há mais greve, é necessário manter 75% de serviços em funcionamento no judiciário durante uma paralização oficial.

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