Graça Filadelfo
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Profissão
Jornalista formada pela Ufba; Especialista em Gramática e Texto pela Universidade Salvador - Unifacs.

Ano vai, ano vem e nada do metrô de Salvador.

Mais um ano está terminando e nada do Metrô de Salvador funcionar. A construção virou uma novela tão enroscada que ninguém confia na possibilidade de um dia ver, de fato, os trens nos trilhos. Quando o assunto aparece em qualquer conversar logo dá início a piadinhas. Muitos ironizam dizendo ser mais fácil o rio correr pra cima ou fevereiro ter 30 dias, só para ficar em alguns exemplos.

A reação dos moradores da cidade não poderia ser diferente. Quem depende do transporte público sofre todos os dias no deslocamento entre a casa e o trabalho. Enfrentam veículos velhos e poucos, muita espera nos horários do rush, gicantescos engarrafamentos, barulho dos vendedores ambulantes no interior dos ônibus, sujeira nos carros e estações de transbordo. Ou seja, desconforto total.

Uma grande "viagem" é ter uma ideia do projeto original do Metrô de Salvador (foto) como está descrito bonitinho na Wikipédia: um sistema com nada menos do que 28 estações e 48,1 km de extensão operado pela Companhia de Transportes de Salvador, criada em 1999 com a tarefa de modernizar o Trem Suburbano e implantar o metrô na capital.

Hoje uma grande distância separa o que foi descrito no projeto e a realidade. Iniciada em abril de 2000, a primeira etapa (Lapa-Pirajá), totalizando 12 Km, deveria ser concluída em julho de 2003. O trecho foi reduzido para 6 Km (Lapa-Acesso Norte) e, ainda assim, a obra parece interminável. Por trás de toda história só pode estar o mal uso do dinheiro público. Segundo recorda A Tarde On Line, já foram aplicados no metrô aproximadamente R$ 1 bilhão. É muita grana em jogo, e nada do projeto se tornar realidade.

O Tribunal de Contas da União (TCU) já apontou superfaturamento de R$ 110 milhões. A Prefeitura Muncipal de Salvador, a quem cabe explicar a situação, não comprova o uso do dinheiro extra, sério indício de que teve outro destino. Isso impede a liberação de novos recursos e, por consequência, atrasa ainda mais a execução dos serviços.

O caso merece apuração rigorosa e punição dos responsáveis. Mas a Câmara de Vereadores só recentemente esboça a possibilidade de criar uma Comissão Especial de Inquérito (CEI). O problema é que esteve tipo de "investigação" - CEI, CPI, seja lá o que for - e nada neste País dá no mesmo. Vira pizza. No caso do metrô, enferruja.

Segundo A Tarde On Line, além da denúncia de superfaturamento, existe a suspeita de um “consórcio oculto” entre as empresas do consórcio Metrosal – Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Siemens – com as baianas Odebrecht e OAS, que teriam sido favorecidas. No último acórdão, o Tribunal estabeleceu 17 itens para a prefeitura se orientar.

Por exemplo: avaliar o desenvolvimento das obras ante o cronograma estabelecido com os consórcios Metrosal; efetuar as contratações necessárias aos serviços e obras complementares, que não constam nos contratos celebrados originalmente (como treinamento de pessoal para operação do sistema, elevadores, escadas rolantes). É recomendável que o prefeito João Henrique leia a cartilha direitinho.

Fonte: Bahia Aqui e Ali

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Às 20:08 em 7 março 2010, Márcia Regina Gimenez Ortiz disse...
!FELIZ CUMPLEAÑOS¡
¡QUE LOS CUMPLAS FELIZ...
Às 17:06 em 18 janeiro 2010, Graça Filadelfo disse...
Olá Antonio,

Muito obrigada pelo convite.

Abraços,
Graça
Às 16:43 em 18 janeiro 2010, Antonio Barbosa Filho disse...
Olá Graça! Sou tb jornalista, e convido-a a participar do grupo "La Pátria Grande", nesta comunidade. Um abraço.
 
 
 

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