Helena
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Assistente de Gestão de Políticas Públicas
O mito da caverna
Imaginemos uma caverna separada do mundo externo por um muro alto. Entre o muro e o chão da caverna há uma fresta por onde passa um fino feixe de luz exterior, deixando a caverna na obscuridade quase completa. Desde o nascimento, geração após geração, seres humanos encontram-se ali, de costas para a entrada, acorrentados sem poder mover a cabeça nem se locomover, forçados a olhar apenas a parede do fundo, vivendo sem nunca ter visto o mundo exterior nem a luz do sol, sem jamais ter efetivamente visto uns aos outros nem a si mesmos, mas apenas as sombras dos outros e de si mesmos por que estão no escuro e imobilizados. Abaixo do muro, do lado de dentro da caverna, há um fogo que ilumina vagamente o interior sombrio e faz com que as coisas que se passam do lado de fora sejam projetadas como sombras nas paredes do fundo da caverna. Do lado de fora, pessoas passam conversando e carregando nos ombros figuras ou imagens de homens, mulheres e animais cujas sombras também são projetadas na parede da caverna, como num teatro de fantoches. Os prisioneiros julgam que as sombras de coisas e pessoas, os sons de suas falas e as imagens que transportam nos ombros são as próprias coisas externas, e que os artefatos projetados são seres vivos que se movem e falam.
Um dos prisioneiros, inconformado com a condição em que se encontra, decide abandoná-la. Fabrica um instrumento com o qual quebra os grilhões. De inicio, move a cabeça, depois o corpo todo; a seguir, avança na direção do muro e o escala. Enfrentando os obstáculos de um caminho íngreme e difícil, sai da caverna. No primeiro instante, fica totalmente cego pela luminosidade do sol, com a qual seus olhos não estão acostumados. Enche-se de dor por causa dos movimentos que seu corpo realiza pela primeira vez e pelo ofuscamento de seus olhos sob a luz externa, muito mais forte do que o fraco brilho do fogo que havia no interior da caverna. Sente-se dividido entre a incredulidade e o deslumbramento.
Ao permanecer no exterior o prisioneiro, aos poucos se habitua a luz e começa a ver o mundo. Encanta-se, tem a felicidade de ver as próprias coisas, descobrindo que estivera prisioneiro a vida toda e que em sua prisão vira apenas sombras. Doravante, desejará ficar longe da caverna para sempre e lutará com todas as forças para jamais regressar a ela. No entanto não pode deixar de lastimar a sorte dos outros prisioneiros e, por fim, toma a difícil decisão de regressar ao subterrâneo sombrio para contar aos demais o que viu e convencê-los a se libertarem também.
Só que os demais prisioneiros zombam dele, não acreditando em suas palavras e, se não conseguem silenciá-lo com suas caçoadas, tentam fazê-lo espancando-o. Se mesmo assim ele teima em afirmar o que viu e os convida a sair da caverna, certamente acabam por matá-lo. Mas quem sabe alguns podem ouvi-lo e, contra a vontade dos demais, também decidir sair da caverna rumo a realidade?
(Platão)

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O olhar também precisa aprender a enxergar

Há uma historinha adorável, contada por Eduardo Galeano, escritor uruguaio, que diz que um pai, morador lá do interior do país, levou seu filho até a beira do mar. O menino nunca tinha visto aquela massa de água infinita. Os dois pararam sobre um morro. O menino, segurando a mão do pai, disse a ele: "Pai, me ajuda a olhar". Pode parecer uma espécie de fantasia, mas deve ser a exata verdade representando a sensação de faltarem não só palavras mas também capacidade para entender o que é que… Continuar

Postado em 20 março 2010 às 18:06

Crônica da vida que passa

O texto a seguir foi encontrado num blog de uma professora de Portugês, é sobre a Folha de São Paulo, e é belíssimo, confira...

Eu tinha 14 anos. O país enfrentava seus primeiros dilemas como jovem democracia: denúncias de corrupção contra o Presidente da República; movimentos sociais nas ruas; a importante Eco92 no Rio. Para elaborar um trabalho de História, pedi que minha mãe comprasse um jornal. Meu primeiro contato com ele foi difícil, a textura, o formato das grandes páginas, o… Continuar

Postado em 30 novembro 2009 às 23:42 — 1 Comentário

Adorei essa crítica do André Lux

Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009

Filmes: "Che - O Argentino (Parte I)"

Steven Soderbergh é um cineasta que não cansa de surpreender ao buscar novas e diferentes fontes de inspiração para suas obras, ao invés de render-se a fórmulas de sucesso fácil, alternando projetos puramente comerciais, tipo “Erin Brocovich” ou “Onze Homens e Um Segredo”, com outros bem mais arrojados e difíceis, como “Traffic” e “Solaris”.



Não causou… Continuar

Postado em 28 janeiro 2009 às 18:50

Não parece apropriado para São Paulo?

Postado em 28 janeiro 2009 às 18:09 — 2 Comentários

Resposta a Secretária de Educação de SP Parabéns para essa supervisora!!!

Vocês que já são Professores ou que estão se preparando



para tal...Leiam com muita atenção esse desabafo de uma



Supervisora de Ensino Público...

Assunto: Resposta a Secretária de Educação de SP

Olá. ´Todos contra esse modelo de educação em SP´.

Analisando afirmações da Secretária

Senhora Secretária,

Quero aqui expressar, com todo o respeito, a opinião de



uma profissional que pensa que a educação pública de



boa qualidade é… Continuar

Postado em 22 agosto 2008 às 0:37

Caixa de Recados (2 comentários)

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Às 22:38 em 13 maio 2010, Euripedes Ribeiro de Sousa disse...
Não sei se é próprio de um vetusto, quiçá provecto aposentado, dirigir-se acintosamente, àquela que, por sua beleza ímpar, fez naufragar mil navios gregos nas águas de Troia, mas minha ousadia e caradurice não têm tamanho. Como vi, pela efígie, que tens dotes culinários, ou pelo menos queres fazer crer e como sou inveterado "gourmand", entrei em teu espaço para dizer-te calorosamente: Parabéns pelo aniversário.
Às 14:01 em 18 outubro 2008, Antonio Barbosa Filho disse...
Oi Helena, parabéns pela página. O texto e a cena do "Grande Ditador" são emocionantes, mesmo revisitadas cem vezes.
E o serra preparando sua caixa de maldades é excelente, perfeito. Pior: realista! rsrsrs
Abraço, bom fim de semana.
 
 
 

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