Izabel Aparecida Fernandes
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Raul Longo !!



AAA - Agência Assaz Atroz (PressAA)
Domingo, 14 de fevereiro de 2010
A HISTÓRIA ATRÁS DAS GRADES

Raul Longo
O primeiro sistema de governo imposto ao Brasil foi o das Capitanias Hereditárias e, desde então, nunca alguém da elite governante foi condenado.
O Governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, inaugura novo capítulo da história do Poder neste país. Isso merece uma revisão de memória e você está convidado para uma breve viagem por capítulos da

História da Impunidade do Poder no Brasil – Origens

Há quem considere Hildebrando Pascoal, também do DEM, quando ainda PFL, como o primeiro caso. Mas há de se convir que, até onde se saiba, Arruda não mandou matar ninguém. E mesmo se outros daquele partido chegaram a praticar pessoalmente uma execução, não há notícias de que se tenha empregado esquartejamento a golpes de motosserra.

Daí que comparar ou querer antepor Hildebrando Pascoal ao seu coopartidário do governo do Distrito Federal, aparenta exagero.

Por enquanto, todas as provas contra Arruda são de mera prática de crime de corrupção, não de assassinato e sequer como mandatário de execução. Ainda que também corrupto, Arruda não é nenhum Antônio Carlos Magalhães.

Já aos que deram origem aos poderes ainda hoje usufruídos pelas elites econômicas brasileiras, e seus representantes políticos, tais comportamentos não causavam os constrangimentos que hoje atingiriam até um Bornhausen.

Naquele primeiro sistema de Poder instituído no Brasil, o direito de escravizar, matar, esfolar, estuprar, empalar, esquartejar ou o que e como se resolvesse dispor da vida dos naturais da terra, os índios, posteriormente também de negros e outros servos, inclusive brancos pobres; era hereditário.

Para entender quem eram esses herdeiros de tantos poderes, precisamos, lembrar que os Lusitanos surgem da acomodação de tribos proto-célticas e celtas ao ocidente da península Ibérica que resistiram bravamente ao exército Romano durante a II Guerra Púnica (Roma x Cartago), mas foram dominados através do assassinato do líder Viriato por seus próprios companheiros de armas subornados por Roma, em 140 a.C.

Em 409 d.C inicia-se uma série de invasões bárbaras e as presenças mais duradouras naquele extremo da Península Ibérica foram as dos Suevos e Visigodos. Estes últimos, de origem indo-iraniana, mantinham sistemas religiosos arianos baseados nos Vedas, chocando-se culturalmente com a população Lusitana, já então cristã e católica.

Os choques bélico/religiosos e culturais entre Lusitanos e bárbaros provocaram a destruição de muitas cidades e a ruralização daqueles povos, facilitando a invasão moura em 711 d.C.

Ao longo de 8 séculos os muçulmanos desenvolveram a urbanização, a arquitetura, a arte e a cultura da Ibéria, notadamente a náutica que mais tarde impulsionaria as descobertas ultramarinas. Ao norte da península, resistia o Reino de Astúrias que se subdividiu nos Reinos de Leão, Navarra, Aragão e Castela. O rei de Leão e Castela entregou ao genro as terras que formaram o Condado Portucalense e, mais tarde, se tornou no Reino de Portugal, reconhecido pela Igreja como uma nova monarquia em 1143.

Mas a Península Ibérica só foi definitivamente desocupada pelos mouros em 1492, no mesmo ano em que Colombo descobriu a América e a Inquisição Católica expulsou também os judeus de Espanha.

Acolhidos pelo reino de Portugal por influência de seus patrícios que ali alcançaram altos cargos junto à corte: conselheiros reais, diplomatas, médicos, administradores, comerciantes, banqueiros e tudo o mais a que os lusitanos, de costumes campesinos, não eram afeitos. Após sobreviver ao genocídio inquisitorial e com o que conseguiram salvar do saque clerical em Espanha, os fugitivos foram achacados pelos próprios patrícios em prol da coroa e para financiamento da reconstrução das metrópoles lusitanas.

Então os judeus constituíram ¼ da população de Portugal, mas a anterior ascensão daquela elite judaica, mesmo após a expulsão de seus protetores muçulmanos, se deu pela consciência lusitana de que deveriam imitar os vizinhos espanhóis buscando caminhos e terras ultramarinas. Falida pelos dispendiosos combates aos mouros e as guerras intestinas e familiares entre seus herdeiros, a Coroa portuguesa buscou recursos entre técnicos, engenheiros, construtores náuticos e financistas. Todos judeus.

Cerca de dois milênios antes e através do longo período em que se asilaram na Babilônia, a princípio como escravos depois voluntariamente, os judeus se aperfeiçoaram na matemática, uma ciência desenvolvida e aprimorada pelos Assírios. Esses conhecimentos chamaram a atenção dos senhores feudais que os contrataram como contabilistas, em substituição aos representantes da Igreja Católica para tais misteres. A necessidade fora criada pelos preceitos difundidos pela própria Igreja, condenando aos infernos aqueles que lidassem com valores monetários sem o salvo-conduto clerical, exclusivamente concedido aos vigários. Na origem, a palavra vigário designava: “aquele que substitui outro”. Substituíam os sacerdotes da Igreja nos cofres dos castelos.

Não demorou muito para darem origem ao termo “vigarista” e, buscando auxílio de pessoas mais honestas e não comprometidas com as infernais condenações que tantos os assustavam, os nobres europeus transformaram ex-pastores em financistas que não interferiam no que competia ao patrão, mas reservavam o arrecadado pela especulação. Assim, e com a miscigenação, foram se tornando nos tais “loiros de olhos azuis” que da Europa e da América Norte provocaram a atual crise financeira mundial.

Mas naquele importante ano de 1492, os ainda castanhos e morenos judeus mais interessavam pelos conhecimentos herdados de outros de seus tantos primos semitas: os fenícios que para ali os levaram por volta dos anos 70 d.C., quando os Romanos destruíram Jerusalém, atravessando o Mediterrâneo por suas artes de navegação à vela, da qual, então, detinham exclusivo know-how.

Se assim foi construído Portugal, através da sabedoria e do labor de judeus e muçulmanos árabes e africanos; o que haveriam de construir aqui aqueles nobres Donatários? O que fariam além de caçar índios e depredar a Mata Atlântica para extrair pau-brasil?



Ainda há poucas décadas era muito comum a expressão “trabalhar como um mouro”. Mesmo neste Brasil d’além mar, qualquer pessoa com mais de 40 anos haverá de na infância ter ouvido dizer o pai, ao chegar a casa cansado, no final do dia: “Hoje trabalhei como um mouro!”.

Temos até o verbo “mourejar” para designar o que é conseguido com muito esforço.

Isso quer dizer que os mouros eram excessivamente trabalhadores? Por tudo o que construíram em Ibéria, sem dúvida era uma gente laboriosa, mas comparando o tão pouco ou quase nada realizado pelos colonizadores lusitanos com o que descendentes de espanhóis e ingleses erigiram e providenciaram em outros países das Américas; concluiu-se que os males do Brasil provêm dos lusitanos degredados, dos condenados ao desterro.

Será? Estaria naqueles destituídos de quaisquer condições e provimentos pecuniários a origem de nossas deficiências? E os nobres? Por que os agraciados pela Coroa portuguesa com áreas duas a cinco vezes maiores do que a do próprio Portugal e da maioria das nações européias, nunca são lembrados como responsáveis pelo crônico atraso que nos acompanhou ao longo de cinco séculos de história?

Voltando aos mouros e considerando as diárias abluções à Meca entre outros cumprimentos de obrigações religiosas, se pode imaginar que não fossem mais trabalhadores do que qualquer povo que, com alguma sinceridade, sem especulação e exploração do suor alheio, se esforce pela evolução da própria comunidade étnica ou nacional. Sem saques aos estipêndios públicos, nepotismos e corrupções tão comuns na Lisboa daqueles antanhos quanto na Brasília, São Paulo, Porto Alegre ou Florianópolis de hoje.

Os mouros trabalhavam como qualquer outro povo, mas nossa elite, sim, é que desde seus primórdios diletantemente se dedica a vagabundagem, ao dinheiro fácil e fornecido pelo povo que, para sustentá-los, tem de trabalhar mais que mouros. Antes como servos, depois como escravos e, hoje, para mantê-los pelos impostos.

Segundo o IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, em setembro do ano passado, ainda que em meio à crise financeira mundial, a carga tributária teve a primeira queda em 6 anos. Mas o histórico dos aumentos de impostos bem demonstra quanto nos custam os Arrudas. Em 1947, na primeira vez em que se calculou quanto pagávamos de impostos, a porcentagem em relação ao PIB era de 13,8%. Em 1965, já no início da ditadura militar, a carga subiu para 19%. Após 5 anos, em 1970 pulou para 26% enquanto a dívida externa crescia a patamares nunca d’antes vistos.

Ou seja: em 2 décadas anteriores aos militares a carga tributária subiu 5,2 pontos percentuais. Em meia década, eles a subiram 7 pontos. E tem gente que ainda tem saudade da ditadura militar, como se a culpa fosse dos mouros e não da vagabundagem de Arrudas protegidos pelas fardas dos generais.

Calma que não pára por aí e o pior estava por vir, justo quando parecia que as coisas melhorariam com queda da carga tributária após a ditadura. Entre 91 e 94, com Collor de Melo, PC Farias e tudo o mais, desceu para 25,2%; mas já no primeiro ano da chamada “era FHC”, pulou para 29,8% do PIB.

Acha pouco? Quer mais de FHC? Pois tome 34,7% de carga tributária em 2001. E assim chegamos ao status de país dos mais elevados impostos do mundo, apesar das privatizações, triplicação da dívida externa, aumento de inflação e absoluto abandono de obras e implementos em infra-estrutura.

Onde se enfiou esse dinheiro todo? Pergunte às meias dos Arrudas.

Apesar da queda da carga tributária no ano que passou, ainda detemos a mais alta do continente. Culpa de quem? Dos mouros? Do Lula que manteve os níveis atingidos por FHC para resgatar a maioria da população da miserabilidade, retomar o desenvolvimento, salvar a produção, eliminar o desemprego, reconstruir estradas, portos, aeroportos, gerar energia e pagar as dívidas a todos os credores loiros de olhos azuis?

Nem de judeus nem de mouros, a culpa é dos Arrudas que elegemos a cada pleito. Claro que não será pela prisão de um único que diminuirá substancialmente nossa carga tributária, mas na queda apontada em 2009 pelo IBPT, provavelmente se reflita algo das mais de 500 operações da Polícia Federal. Sem esquecer que o atual Procurador Geral da República não é um engavetador como seu antecessor que colecionou nada menos do que 600 processos, garantindo a histórica impunidade do Poder no Brasil.

Ainda assim: passamos por um triz, pois não fosse o Arruda ir pra trás das grades, corríamos o risco de tê-lo como vice-presidente, conforme se subentende das palavras do José Serra ao pedir votos garantindo que duplicaríamos a desvantagem: “- Votando num careca, vocês ganham dois?”.

Ganhamos dois, o quê?

Ah, sim! Claro! Duplo aumento de carga tributária para financiar esquemas como o do Detran de Porto Alegre, da árvore de natal de Florianópolis, dos piscinões de São Paulo, dos panetones de Brasília, e por aí vai.

Pelo menos com o Arruda já não vai mais, mas o eleitorado Demotucano, aqueles que se beneficiam com algum recheio para suas meias e cuecas, não devem desanimar, afinal ainda sobra um careca e, avaliando bem, foram precisos 510 anos de saques dos bens públicos e doce vagabundagem para que alguém da elite dirigente do Brasil fosse pro xilindró. Talvez o caso Arruda não passe de mero acaso, certamente será apenas um hiato, deslize, falta de sorte.

Ou será um tênue e tardio eco da Revolução Francesa?
*Raul Longo


*Jornalista, poeta e escritor, colabora com esta nossa Agência Assaz Atroz
www.sambaqui.com.br/pousodapoesia


Ilustração: AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons

PressAA

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agência assaz atroz (pressaa) - redação
Ativismo com atavismo sem saudosismo - mas com um toque de pragmatismo
Domingo, 14 de fevereiro de 2010
Confesso que chorei!

A terapia do “choquinho” me faz lembrar o que vi, li e ouvi sobre tortura. O mesmo procedimento utilizado para fins analgésicos, ou seja, para abrandar e suprimir a dor, poderia ser aplicado para causá-la. É apenas uma questão de intensidade da corrente elétrica. Mesmo nas condições da fisioterapia, o aparelho pode gerar desconforto se não for regulado na freqüência adaptada à sensibilidade do paciente. O que poderia causar se utilizado para fins não terapêuticos?


Antonio Ozaí da Silva


Foi a última sessão de fisioterapia. Os procedimentos são simples: exercícios de alongamento, vinte minutos sob aplicação de Ondas Curtas e mais vinte sob “choquinho”. Primeiro, a Diatermia. Do grego diathermaínein, a palavra é definida pelo Aurélio como: “Aplicação terapêutica da eletricidade, com base no desenvolvimento de calor, em virtude de correntes induzidas no interior dos tecidos, por aplicação dum campo externo de alta freqüência”.

A Diatermia reproduz um princípio antigo: a conhecida “compressa quente”, só que através de uma máquina ligada à eletricidade. Mais uma vez, a ciência apropria-se da sabedoria popular, desenvolve teorias e aparelhos que potencializam os efeitos – benéficos ou maléficos. A aplicação de calor sobre o corpo objetiva estimular a circulação sanguínea, o combate a inflamação e alivia a dor. É, portanto, analgésico.

O alarme da máquina interrrompe o estado de sonolência e indica que terminou. O paciente é convidado à terapia do “choquinho”. Após tantos “choquinhos”, pergunto à fisioterapeuta sobre o princípio do tratamento. Ela explica que é um procedimento de analgesia. O termo técnico é TENS: Estimulação Nervosa Elétrica Transcutânea. De novo, o uso de corrente elétrica aplicada diretamente à região dolorida por meio de eletrodos.

A terapia do “choquinho” me faz lembrar o que vi, li e ouvi sobre tortura. O mesmo procedimento utilizado para fins analgésicos, ou seja, para abrandar e suprimir a dor, poderia ser aplicado para causá-la. É apenas uma questão de intensidade da corrente elétrica. Mesmo nas condições da fisioterapia, o aparelho pode gerar desconforto se não for regulado na freqüência adaptada à sensibilidade do paciente. O que poderia causar se utilizado para fins não terapêuticos?

Deitado, sob “choquinhos” que até davam uma sensação entorpecente, pensei no sofrimento dos que foram submetidos a choques elétricos em sessões de tortura que transformavam o tempo numa eternidade insuportável. Não pertenço à geração que sofreu no corpo e, em muitos casos, pagou com a vida, pela coragem de desafiar os ditadores e seus acólitos; aqueles que ousaram defender a liberdade e acreditaram na aurora de um novo tempo; os que fertilizaram o solo árido da democracia com o sangue vertido pela violência dos seus algozes.

Não sou daquela geração, mas conheci alguns dos sobreviventes. A tortura deixou marcas indeléveis, físicas e psicológicas.[1] Sei o que sofreram pelas conversas, relatos biográficos e, sobretudo, livros e filmes.[2] Sob o efeito dos “choquinhos”, lembrei-me deles e, especialmente, do que li em obras como Batismo de sangue, do Frei Betto[3]; recordei-me de filmes como O que é isso companheiro?[4], Lamarca, Zuzu Angel, etc. Lembrei-me que chorei ao assistir as cenas de tortura em Zuzu Angel e que a fala do eclesiástico tentando justificar o injustificável foi-me nauseante. Com estas reminiscências, o tempo parecia prolongar-se sob o efeito analgésico da corrente elétrica.

A minha dor foi pequena diante do sofrer que lançou as bases do tempo presente. Ela foi suportável – até porque há os remédios e fisioterapia ao alcance. Talvez eu seja sentimental demais por chorar ao assistir a um filme como Zuzu Angel, mas minhas lágrimas foram sinceras e expressam o tributo aos que sofreram para que tenhamos liberdade de expressão e até mesmo o direito de escolher os governantes, ainda que a democracia seja incompleta e decepcione. São as contradições da vida.

A máquina sinalizou que a sessão terminara e me fez voltar à realidade. Meu corpo estava melhor, a dor cedeu. As lembranças, porém, me acompanharam. Não esquecer é também uma forma de dizer não à repetição do passado.

Acesse o Blog do Ozaí e assista ao trailer do filme Zuzu Angel: "Lembrei-me que chorei ao assistir as cenas de tortura em Zuzu Angel e que a fala do eclesiástico tentando justificar o injustificável foi-me nauseante. Com estas reminiscências, o tempo parecia prolongar-se sob o efeito analgésico da corrente elétrica", professor Antônio Ozaí da Silva.


Ilustração: AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons
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Postado por PressAA - Redação
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Postado em 6 julho 2010 às 20:18

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09/06/2010



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Postado em 8 junho 2010 às 14:20

Dilma 2010

Quero fazer um convite a todos os participantes do portal do Luis Nassif, aqueles que ainda não asistiram o filme o filho do Brasil,va conferir,é muito bom,e emocionate,de ver como o nosso querido Presidente Lula sofreu ainda muito criança.Mas ja se percebia que uma luz brilhava sobre,aquele anjo,que hoje ao se tornar Presidente de um País com tantas desigualdades,colocou a esperança,no coração do mais pobre e desamparado.

um homem que só plantou amor paz e prosperidade a todos os…

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Postado em 16 fevereiro 2010 às 13:47 — 1 Comentário

Os amigos do Presidente Lula !!

Mesalão do DEM: o jeito demo-tucano de lotear cargos

Entre os documento apreendidos pela Polícia Federal na Operação caixa de pandorra, está uma…

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Postado em 15 fevereiro 2010 às 18:02

Caixa de Recados (10 comentários)

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Entrar em Portal Luis Nassif

Em 2:03am on maio 24, 2011, Joemar Rios deu para Izabel Aparecida Fernandes um presente...
Presente
Porque preocupar-se com as coisas e com as qualidades externas?
Às 21:10 em 19 fevereiro 2010, Antonio Barbosa Filho disse...
Obrigado Izabel, pela atenção ao meu convite. Sinta-se em casa, inclua seus textos, imagens, etc. Nosso tema é nossa América Latina, Cultura, viagens, política, etc.
Um abraço, seja bem-vinda!
Às 18:05 em 16 fevereiro 2010, Danielle Corrêa Tristão disse...
Belzinha, não faço idéia de como vim parar aqui!!!rsrsrsr
Nem sei como funciona! Mas acho que acertei em como te responder. rs
Bjo Grande!!!
Às 16:59 em 2 fevereiro 2010, Dulce Leão disse...
Isabel amiga,

Há muito tempo não riu tanto...ver Miriam Leitão "amarrando o tchan" foi o máximo ahahahah

Abraços,

Dulce.
Em 6:12pm on janeiro 09, 2010, Solange Teixeira da Cunha deu para Izabel Aparecida Fernandes um presente...
Presente
Uma fita para selar uma nova amizade. beijos
Em 1:27am on janeiro 09, 2010, Solange Teixeira da Cunha deu para Izabel Aparecida Fernandes um presente...
Presente
2010 com paz
Às 4:06 em 2 outubro 2009, Ev Xavs® disse...
Bom demais, obrigado pela acolhida.
Bjs
Às 22:56 em 1 outubro 2009, Ev Xavs® disse...
POIS É, ESTOU ACHANDO ÓTIMO ENCONTRAR TODA A GALERA POR AQUI.
bjs
Às 17:55 em 14 setembro 2009, Solange Teixeira da Cunha disse...
Bem vindaaaaaaaaaaaa
Uma nova amiga !!! tudo de bom !!!
beijos
Solange
Às 1:16 em 4 agosto 2009, Mario Lobato da Costa disse...
Boa noite Isabel. No meu entender a tal da gripe suína não é tão perigosa quanto a imprensa sensacionalista tem tentado mostrar. No meu blog tem várias postagens sobre o tema. Vou ficar bem feliz se voce acessar. Abraço, Mario
http://mariolobato.blogspot.com/
 
 
 

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